Bahamas
Código Telefônico
+1
Capital
Nassau
População
399.440 (2023)
Idiomas
inglês
Área
13.878 km²
Eletricidade
120 V
Tipos de tomada
NEMA 1-15 · NEMA 5-15
Mão de direção
esquerda
Nome Nativo
Bahamas
Região
Américas
Caribe
Fuso Horário
Horário do Leste
UTC-05:00
Nesta página
As Bahamas formam um arquipélago de mais de 700 ilhas e cays no Atlântico, um dos destinos mais procurados do Caribe. São conhecidas pela água turquesa transparente, pelas praias intactas, pelos recifes de coral vivos e por um ambiente anglófono, estável e sem imposto de renda pessoal. A pouco mais de 80 km da Flórida, o país combina a movimentada Nassau — com cruzeiros, o resort Atlantis em Paradise Island e a Bay Street colonial — com as Out Islands (ilhas Família), onde o ritmo desacelera e o Caribe dos cartões-postais realmente existe. Para o viajante, é tanto um paraíso de praia e mergulho quanto um centro financeiro internacional.
Requisitos de visto para as Bahamas
Brasileiros e portugueses entram sem visto nas Bahamas para turismo: a exigência de visto é dispensada por acordos específicos por país, para estadias de até 3 ou até 8 meses conforme o acordo da nacionalidade — e o período efetivamente concedido é o que o oficial de imigração carimba na fronteira, a seu critério. Exige-se passaporte válido por pelo menos 6 meses além da data de saída; na chegada, podem ser pedidos passagem de volta ou de continuação e comprovação de recursos para a estadia. As extensões de permanência são solicitadas presencialmente ao Departamento de Imigração antes de o período vigente expirar, e 8 meses é o máximo para visitantes que comprovem meios de subsistência. As nacionalidades que precisam de visto solicitam em embaixada ou consulado das Bahamas antes de viajar. A entrada sem visto não autoriza trabalho: emprego exige autorização patrocinada por empregador local, e residência ou investimento têm permissões próprias.
Tipos de visto comuns
Entrada de visitante (sem visto)
Para turismo, negócios curtos, conferências e visita a família — sem emprego local. Brasileiros, portugueses e cidadãos dos EUA, do Canadá, do Reino Unido e da UE entram sem visto. Exige passaporte válido (mais de 6 meses), passagem de volta ou de continuação e recursos suficientes.
Visto de visitante
Para nacionalidades que precisam de visto prévio. Pedido em embaixada ou consulado das Bahamas, com formulário, passaporte (6 meses), fotos, comprovante de hospedagem, passagem e extratos bancários.
Autorização de trabalho
Para emprego nas Bahamas, com patrocínio de empregador local. Há a anual (acima de 90 dias) e a de curta duração (1 a 90 dias, para projetos, instalações, consultoria, performances). Exige certificados médico e de antecedentes, contrato e documentos da empresa.
Autorização de residência (sem trabalho)
Residência sem trabalho local — aposentadoria, reagrupamento familiar (exceto cônjuge de bahamense) ou preferência pessoal. Há também a permissão específica para proprietários de imóvel (Homeowner). Exige comprovação de recursos, certificados médico e de antecedentes.
Residência permanente (incluindo econômica)
Para cônjuges de bahamenses (casados há mais de 5 anos), residentes de longa data e investidores. A via econômica acelera a residência mediante investimento mínimo (a partir de 1 milhão de dólares bahamenses em imóvel aprovado), com ou sem direito de trabalho conforme a taxa.
Informações práticas de viagem
•O passaporte deve ser válido...
•Entrada sem visto para turismo...
•A entrada de visitante não...
•Moeda: dólar bahamense (BSD), atrelado...
•Os caixas eletrônicos são abundantes...
•Cartões são aceitos nos hotéis...
•Temporada de furacões de junho...
•Gorjeta: muitas vezes uma taxa...
As Bahamas são dois destinos num só. Há a Nassau que todos conhecem — navios de cruzeiro no Prince George Wharf, as torres cor-de-rosa do resort Atlantis em Paradise Island, o tom pastel colonial da Bay Street, o Straw Market, as multidões. E há as Out Islands, onde as multidões somem e o Caribe dos cartões-postais existe de verdade. Os Exuma Cays são o destaque: os porcos nadadores de Big Major Cay, os tubarões-lixa ao lado dos quais se pode entrar na água em Compass Cay, as iguanas tomando sol em Allen Cay e a Thunderball Grotto — uma caverna marinha iluminada por feixes de sol, famosa como locação de James Bond. Harbour Island, junto a Eleuthera, tem 5 km de praia de areia rosa (tingida por conchas de foraminíferos trituradas), sempre entre as mais bonitas do Atlântico. Andros, a maior e menos visitada ilha, fica atrás do terceiro maior recife de barreira do mundo e é cravejada de blue holes — cavernas submarinas verticais que descem centenas de metros no calcário. O Dean's Blue Hole, em Long Island, com 202 m, é o mais profundo buraco azul de água salgada conhecido e meca dos mergulhadores livres. Os Abacos são um paraíso de vela, de águas abrigadas e vilarejos de madeira da era dos Loyalists. E atravessando tudo há uma cultura construída sobre o Junkanoo — um carnaval de percussão e fantasias no Boxing Day e no Ano-Novo, que expressa a identidade afro-descendente das ilhas — e sobre o conch, o grande caramujo do mar que aparece em salada, bolinhos e frito em toda barraca de fish fry.
Descubra Bahamas
Chegar do Brasil e de Portugal: a escala decide a papelada
Não há voo direto do Brasil nem de Portugal para Nassau — todo itinerário passa por uma escala, e é a escala, não o preço, que define os documentos da viagem. A rota mais óbvia, Miami ou outro hub americano, esconde a armadilha que separa os dois lados da família: os Estados Unidos não têm trânsito estéril, de modo que até uma simples troca de avião vale como entrada formal no país — e aí o passaporte português, incluído no programa de isenção americano, resolve-se com a autorização eletrônica aprovada antes do embarque, enquanto o passaporte brasileiro, fora desse programa, precisa de visto americano pleno só para o trânsito. Quem parte do Brasil sem visto americano tem uma porta limpa: rotear pelo hub do Panamá, que liga a Nassau sem pisar em território dos Estados Unidos. Do lado europeu, a ligação direta a partir de Londres cumpre o mesmo papel — valendo as regras de trânsito britânicas, distintas das americanas e a verificar antes da reserva. A regra prática: primeiro escolha a escala segundo os seus documentos, depois compare preços.
Nassau ou as Out Islands: duas viagens com o mesmo passaporte
As Bahamas dividem-se em duas experiências que mal se tocam. Nassau com Paradise Island é a viagem de resort: grandes complexos, cassino, terminal de cruzeiros, infraestrutura completa e preços de destino consolidado. As Out Islands — oficialmente Family Islands — são o contrário exato: pousadas pequenas, ilhas de estrada única, praias sem uma segunda pegada. O erro recorrente é tentar «acrescentar» as Out Islands como passeio de um dia: salvo as lanchas rápidas para os cays de Exuma saindo de Nassau, as ilhas exteriores só fazem sentido a partir de várias noites. Quem quer as duas coisas planeja duas etapas, com Nassau de dobradiça; quem precisa escolher, decida com honestidade que viajante é — o complexo Atlantis e uma pousada de Long Island ficam no mesmo país, não no mesmo mundo.
Saltar entre ilhas: avião interno, balsa rápida e o barco do correio
Quase toda ligação entre grupos de ilhas passa por Nassau — os saltos laterais são exceção, e é nesse detalhe que naufragam os roteiros ambiciosos. Os pequenos aviões internos ligam Nassau às pistas de todo o arquipélago e são a única opção realista quando o tempo é curto; as balsas rápidas servem Harbour Island, Spanish Wells e parte das Exumas, mas não todos os dias nem para toda parte — o horário da balsa confere-se antes de reservar qualquer outra coisa. O terceiro nível é uma instituição local: os barcos do correio, cargueiros de trabalho que abastecem as Family Islands há gerações e levam passageiros por pouco dinheiro. Lentos, dependentes do tempo, inesquecíveis. A ordem certa do planejamento: primeiro as ilhas, depois a ligação confirmada, por último a hospedagem.
Debaixo d'água: outra liga para quem mergulha em português
Os dois públicos da família conhecem Atlânticos diferentes — o português, as águas de Açores e Madeira; o brasileiro, Noronha e Abrolhos — e as Bahamas jogam noutra categoria que qualquer um dos dois: água entre 24 e 29 graus o ano inteiro e visibilidade acima de 30 metros como regra, não como sorte. A gradação é o que organiza a experiência: tubarões-lixa em água pela cintura em Compass Cay para os prudentes, mergulhos de parede na barreira de Andros para os certificados, tubarões-tigre ao largo de Grand Bahama para os experientes — e, no topo, o Dean's Blue Hole de Long Island, santuário mundial do mergulho livre. A Thunderball Grotto, junto a Staniel Cay, explora-se de snorkel por uma entrada estreita na maré baixa — quem viu o filme de James Bond que lhe dá nome reconhece a luz.
Grand Bahama: a segunda ilha que os roteiros esquecem
Espremida entre a fama de Nassau e o charme das Exumas, Grand Bahama é a ilha que a maioria dos roteiros lusófonos nem cota — e é justamente onde o arquipélago fica mais acessível. Freeport, a segunda cidade do país, vive do porto e das lojas; o interesse real está fora dela: o Lucayan National Park guarda um dos sistemas de cavernas subaquáticas mais extensos da região, com passarelas que levam do mangue à praia de Gold Rock; a costa sul alinha quilômetros de areia sem resort à vista; e ao largo fica Tiger Beach, um dos pontos mais confiáveis do mundo para ver tubarões-tigre de perto — programa de mergulhador certificado, com operadores dedicados. Pela proximidade da Flórida, Grand Bahama funciona bem como primeira ou última etapa de um roteiro que combine os dois países.
Quando ir: a curva de preços, a água e o calendário de tempestades
A alta temporada segue o inverno norte-americano — do Natal à Páscoa, preços e ocupação batem no teto, e as mesmas frentes frias que refrescam a Flórida deixam o mar menos tropical do que promete o cartão-postal: um banho de janeiro pode surpreender. O fim da primavera boreal é a janela que mergulhadores e nadadores preferem: água quente, mar calmo e transparência máxima antes do calor do verão. De junho a novembro corre a temporada de furacões, com auge de agosto a outubro, e as Out Islands vivem-na de outro jeito que Nassau: uma tempestade que mal roça a capital pode fechar por dias a pista e os barcos de abastecimento de uma ilha exterior. Quem viaja longe do hub nesses meses reserva com flexibilidade, leva seguro com cobertura meteorológica e deixa folga no regresso. O Junkanoo pertence ao calendário de inverno: 26 de dezembro e Ano-Novo em Nassau.
Formas de explorar este destino
Os Exuma Cays são a razão pela qual a maioria dos viajantes vai além de Nassau. A colônia de porcos nadadores de Big Major Cay nada até os barcos que se aproximam; Compass Cay tem tubarões-lixa em água rasa, ao lado dos quais se pode ficar; Allen Cay abriga as iguanas-das-rochas ameaçadas. A Thunderball Grotto — caverna submarina iluminada pelo sol — explora-se mergulhando por uma entrada estreita na maré baixa. O Exuma Cays Land and Sea Park protege 456 km² de ecossistema marinho. Há bate-voltas de Nassau ou George Town, e charters de vários dias com base em Staniel Cay.
A Pink Sands Beach de Harbour Island estende 5 km no lado atlântico — a cor vem de conchas microscópicas de foraminíferos e fica mais viva depois da chuva ou no sol baixo. O Dean's Blue Hole, em Long Island, despenca 202 m no calcário e é peregrinação dos mergulhadores livres. O Recife de Barreira de Andros, o terceiro maior do mundo, oferece mergulhos de parede, e os blue holes do interior de Andros são portais de água doce a sistemas de cavernas submersas. Tiger Beach, em Grand Bahama, é um dos lugares mais confiáveis do mundo para encontros de perto com tubarões-tigre. Água de 24 a 29 °C e visibilidade que passa dos 30 m.
O Junkanoo é a alma cultural das Bahamas — um desfile de rua de tambores de pele de cabra, cowbells, metais e fantasias elaboradas de papel crepom, realizado no Boxing Day (26 de dezembro) e no Ano-Novo, ao longo da Bay Street, em Nassau, expressando a identidade afro-descendente das ilhas. A cozinha gira em torno do conch: a salada de conch (cru, picado com limão, cebola e pimenta, preparada na hora à beira do cais), o conch frito empanado e os bolinhos de conch. O fish fry de Arawak Cay, em Nassau — uma fileira de barracas coloridas servindo pargo frito, arroz com ervilha e cerveja Kalik —, é a experiência local indispensável.
Os Abacos têm algumas das melhores águas de navegação do Atlântico ocidental — mar abrigado entre uma cadeia de cays, com marinas, vilarejos de madeira da era dos Loyalists (Hope Town, Green Turtle Cay, Man-O-War Cay) e regatas anuais. Bimini, a apenas 80 km de Miami, se apresenta como a Capital Mundial da Pesca Esportiva — marlim-azul, marlim-branco, wahoo e dourado. Andros é a meca mundial da pesca de bonefish em seus vastos baixios, com guias conduzindo barcos sobre água tão clara que se vê o peixe de longe.
Nassau segue como porta de entrada e coração comercial. O resort Atlantis, em Paradise Island, é um destino em si, com aquário de habitat marinho, parque aquático e cassino. O bairro colonial de Nassau, ao longo da Bay Street, tem os prédios do Parlamento, a Escadaria da Rainha, o Forte Fincastle e o Straw Market. A faixa de Cable Beach, a oeste, foi redesenvolvida com o megaresort Baha Mar. Mesmo um desvio de meio dia até o Arawak Cay para um fish fry revela uma cidade com mais caráter do que o folheto de resort sugere.
Dinheiro e moeda
Dólar das Bahamas (BSD)
Código da moeda: BSD
Dicas práticas sobre dinheiro
Dólar bahamense atrelado 1:1 ao dólar americano — as duas moedas valem igual
O dólar bahamense (BSD, B$) é atrelado exatamente 1:1 ao dólar americano. As duas moedas circulam livremente e são intercambiáveis — preços, caixas eletrônicos e troco podem vir em BSD ou em USD, e não há taxa de câmbio com que se preocupar. Quem vem do Brasil leva dólares americanos (convertendo o real antes). Euros, dólares canadenses e libras às vezes são aceitos nos grandes resorts de Nassau, mas sempre a taxas ruins.
Caixas eletrônicos em Nassau — muito limitados nas Out Islands
Nassau (New Providence) e Paradise Island têm muitos caixas eletrônicos (Commonwealth Bank, RBC Royal Bank, Scotiabank), além dos caixas dos grandes resorts. Nas Out Islands — Exuma, Abaco, Eleuthera, Long Island, Crooked Island — eles são raros ou inexistentes. Para roteiros de ilha em ilha ou cays remotos, leve de Nassau todo o dinheiro de que vai precisar.
Cartão em Nassau e resorts — dinheiro nas ilhas remotas
Visa, Mastercard e Amex são amplamente aceitos em hotéis, restaurantes, lojas e serviços turísticos de Nassau. O pagamento por aproximação e Apple Pay / Google Pay funcionam nos terminais modernos. Nas ilhas menores e nas barracas de fish fry, nos pontos de salada de conch e nas pousadas pequenas, em geral exige-se dinheiro. Cartões brasileiros sofrem o IOF sobre gastos no exterior.
Orce uma experiência caribenha premium
As Bahamas são um destino de preço alto, perto dos EUA. Os hotéis de Nassau ficam de 150 a mais de 500 dólares a diária; o Atlantis, de 300 a mais de 800. Refeições em restaurantes turísticos: de 30 a 70 dólares por pessoa. As Out Islands rendem melhor custo em pousadas pequenas. Leve dólares (USD ou BSD) em espécie para os fish fry locais, gorjetas, operadores de esportes náuticos e balsas entre ilhas.
Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.
Qual é a moeda usada nas Bahamas?
Posso pagar com Apple Pay, Google Pay ou por aproximação nas Bahamas?
Preciso trocar dinheiro antes de visitar as Bahamas?
Quão caras são as Bahamas?
Há caixas eletrônicos nas Out Islands (Exuma, Abaco, Eleuthera)?
A gorjeta é esperada nas Bahamas?
Posso usar cartão nos fish fry e restaurantes locais?
Há taxa de embarque nas Bahamas?
Missões acreditadas para Bahamas
Preciso de visto para as Bahamas?
Brasileiros e portugueses não: as duas nacionalidades estão entre as dispensadas por acordos específicos por país, com estadias de até 3 ou até 8 meses conforme o acordo — o período concreto é o que o oficial de imigração carimba na chegada, a seu critério. Ficam de pé os requisitos de entrada: passaporte válido por pelo menos 6 meses além da saída, passagem de volta ou de continuação e comprovação de recursos, se pedida.
Que documentos preciso para a ESCALA — a pergunta que decide a viagem?
Se a rota passa pelos Estados Unidos, mesmo só para trocar de avião, você entra formalmente em território americano — e aí a família se divide: o passaporte português, dentro do programa de isenção, precisa da autorização eletrônica americana aprovada ANTES do embarque; o passaporte brasileiro, fora do programa, precisa de visto americano pleno só para o trânsito. Sem visto americano, a porta limpa a partir do Brasil é rotear pelo hub do Panamá, que chega a Nassau sem tocar os Estados Unidos; do lado europeu, a ligação direta desde Londres cumpre o mesmo papel, valendo as regras de trânsito britânicas. Escolha a escala pelos documentos antes de olhar preços.
Quanto tempo posso ficar e como se estende a permanência?
Vale o que diz o carimbo de entrada, não o máximo teórico: o oficial fixa o período a seu critério dentro da moldura de 3 ou 8 meses da sua nacionalidade. As extensões pedem-se presencialmente ao Departamento de Imigração em Nassau antes de o período vigente vencer, e 8 meses é o teto absoluto para visitantes. Ficar além do prazo acarreta multas e possíveis vetos de entrada futuros.
Posso trabalhar remoto das Bahamas?
Formalmente não: a entrada sem visto não autoriza atividade remunerada, e o programa BEATS para nômades digitais foi suspenso no início de 2022 e não voltou. Trabalhar remoto para um empregador de fora move-se, sem programa próprio, dentro do estatuto de turista; emprego local exige autorização de trabalho patrocinada pelo empregador bahamense.
Que ilhas escolho segundo o meu tipo de viagem?
Nassau e Paradise Island para a viagem de resort com tudo à mão; os cays de Exuma para a água absurda de clara, os porcos nadadores e o parque marinho protegido; Harbour Island para a praia rosa e os hotéis pequenos de charme; os Abacos para velejar entre vilarejos de herança loyalist; Andros para mergulhar na terceira barreira do mundo e pescar bonefish nos baixios; Grand Bahama para cavernas, praias vazias e a proximidade da Flórida; Long Island para a solidão e o blue hole mais fundo do planeta. Resort e Out Islands são duas viagens distintas: quem quer as duas planeja duas etapas com Nassau no meio.
Como me desloco entre as ilhas?
Quase sempre via Nassau: aviões internos para as pistas das Out Islands (a única opção realista com pouco tempo), balsas rápidas para Harbour Island, Spanish Wells e parte das Exumas — que não saem todos os dias, então o horário confere-se antes de reservar hospedagem — e, para quem tem mais tempo que pressa, os barcos do correio que abastecem as ilhas e levam passageiros. As ligações diretas entre grupos de ilhas são a exceção.
Que moeda levo — servem dólares americanos?
Sim, e sem trocar nada: o dólar bahamense está atrelado 1:1 ao americano e as duas moedas circulam indistintamente. Os cartões funcionam nos hotéis e restaurantes de Nassau; as barracas de fish fry, os pontos de salada de conch e muitas pousadas das ilhas exteriores vivem de dinheiro. Os caixas abundam em Nassau e escasseiam nas Out Islands: saque antes de a balsa partir.
Qual é a melhor época e como lido com a temporada de furacões?
Do Natal à Páscoa manda a alta temporada: o melhor clima em terra, os preços mais altos e a água mais fresca do que o cartão-postal sugere. O fim da primavera boreal junta mar quente e calmo com menos gente — a janela favorita de quem mergulha. De junho a novembro corre a temporada de furacões, com auge de agosto a outubro: não é motivo para desistir da viagem, mas para reservar com flexibilidade, contratar seguro com cobertura meteorológica e deixar folga no regresso se você dorme longe de Nassau.
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