Bahamas

Bandeira: Bahamas

Código Telefônico

+1

Capital

Nassau

População

399.440 (2023)

Idiomas

inglês

Área

13.878 km²

Eletricidade

120 V

Tipos de tomada

NEMA 1-15 · NEMA 5-15

Mão de direção

esquerda

Nome Nativo

Bahamas

Região

Américas

Caribe

Fuso Horário

Horário do Leste

UTC-05:00

As Bahamas formam um arquipélago de mais de 700 ilhas e cays no Atlântico, um dos destinos mais procurados do Caribe. São conhecidas pela água turquesa transparente, pelas praias intactas, pelos recifes de coral vivos e por um ambiente anglófono, estável e sem imposto de renda pessoal. A pouco mais de 80 km da Flórida, o país combina a movimentada Nassau — com cruzeiros, o resort Atlantis em Paradise Island e a Bay Street colonial — com as Out Islands (ilhas Família), onde o ritmo desacelera e o Caribe dos cartões-postais realmente existe. Para o viajante, é tanto um paraíso de praia e mergulho quanto um centro financeiro internacional.

Requisitos de visto para as Bahamas

Brasileiros e portugueses entram sem visto nas Bahamas para turismo: a exigência de visto é dispensada por acordos específicos por país, para estadias de até 3 ou até 8 meses conforme o acordo da nacionalidade — e o período efetivamente concedido é o que o oficial de imigração carimba na fronteira, a seu critério. Exige-se passaporte válido por pelo menos 6 meses além da data de saída; na chegada, podem ser pedidos passagem de volta ou de continuação e comprovação de recursos para a estadia. As extensões de permanência são solicitadas presencialmente ao Departamento de Imigração antes de o período vigente expirar, e 8 meses é o máximo para visitantes que comprovem meios de subsistência. As nacionalidades que precisam de visto solicitam em embaixada ou consulado das Bahamas antes de viajar. A entrada sem visto não autoriza trabalho: emprego exige autorização patrocinada por empregador local, e residência ou investimento têm permissões próprias.

Tipos de visto comuns

Entrada de visitante (sem visto)

Dispensa de visto por até 3 ou até 8 meses conforme o acordo da nacionalidade; o período concedido é carimbado na entrada, a critério do oficial, com teto absoluto de 8 meses; trabalho não permitido.

Para turismo, negócios curtos, conferências e visita a família — sem emprego local. Brasileiros, portugueses e cidadãos dos EUA, do Canadá, do Reino Unido e da UE entram sem visto. Exige passaporte válido (mais de 6 meses), passagem de volta ou de continuação e recursos suficientes.

Visto de visitante

Variável; em geral de 30 a 90 dias por entrada.

Para nacionalidades que precisam de visto prévio. Pedido em embaixada ou consulado das Bahamas, com formulário, passaporte (6 meses), fotos, comprovante de hospedagem, passagem e extratos bancários.

Autorização de trabalho

Anual renovável, ou pela duração do projeto (1 a 90 dias).

Para emprego nas Bahamas, com patrocínio de empregador local. Há a anual (acima de 90 dias) e a de curta duração (1 a 90 dias, para projetos, instalações, consultoria, performances). Exige certificados médico e de antecedentes, contrato e documentos da empresa.

Autorização de residência (sem trabalho)

12 meses, renovável; após 20 anos contínuos pode dar acesso à residência permanente.

Residência sem trabalho local — aposentadoria, reagrupamento familiar (exceto cônjuge de bahamense) ou preferência pessoal. Há também a permissão específica para proprietários de imóvel (Homeowner). Exige comprovação de recursos, certificados médico e de antecedentes.

Residência permanente (incluindo econômica)

Vitalícia, salvo revogação; não confere cidadania nem direito de voto.

Para cônjuges de bahamenses (casados há mais de 5 anos), residentes de longa data e investidores. A via econômica acelera a residência mediante investimento mínimo (a partir de 1 milhão de dólares bahamenses em imóvel aprovado), com ou sem direito de trabalho conforme a taxa.

Informações práticas de viagem

•O passaporte deve ser válido...

O passaporte deve ser válido por pelo menos 6 meses além da data de saída. Passagem de volta ou de continuação e comprovação de recursos podem ser exigidas na entrada.

•Entrada sem visto para turismo...

Entrada sem visto para turismo de brasileiros, portugueses e muitas outras nacionalidades, por até 3 ou até 8 meses conforme o acordo do país; o período concedido é carimbado na fronteira, e as extensões são pedidas presencialmente antes do vencimento, com teto de 8 meses.

•A entrada de visitante não...

A entrada de visitante não autoriza trabalho: quem vai trabalhar precisa de autorização patrocinada pelo empregador. O programa de nômades digitais BEATS foi suspenso em 2022 e não está mais disponível.

•Moeda: dólar bahamense (BSD), atrelado...

Moeda: dólar bahamense (BSD), atrelado 1:1 ao dólar americano. As duas moedas circulam em paralelo em toda parte — quem leva dólares americanos não precisa trocar.

•Os caixas eletrônicos são abundantes...

Os caixas eletrônicos são abundantes em Nassau, mas muito limitados nas Out Islands. Leve dinheiro suficiente de Nassau antes de seguir para Exuma, Abaco, Eleuthera, Long Island ou outras ilhas Família.

•Cartões são aceitos nos hotéis...

Cartões são aceitos nos hotéis e resorts de Nassau. As barracas de fish fry (Arawak Cay, Potter's Cay), os pontos de salada de conch e as pousadas pequenas das Out Islands são só dinheiro.

•Temporada de furacões de junho...

Temporada de furacões de junho a novembro (auge de agosto a outubro). Seguro de viagem com cobertura de evacuação é recomendado; acompanhe as previsões nesse período.

•Gorjeta: muitas vezes uma taxa...

Gorjeta: muitas vezes uma taxa de serviço de 15% já vem somada à conta — confira. Quando não há, o padrão é de 15 a 20%; taxistas, de 10 a 15%. Leve notas pequenas.
Visão geral da viagem

As Bahamas são dois destinos num só. Há a Nassau que todos conhecem — navios de cruzeiro no Prince George Wharf, as torres cor-de-rosa do resort Atlantis em Paradise Island, o tom pastel colonial da Bay Street, o Straw Market, as multidões. E há as Out Islands, onde as multidões somem e o Caribe dos cartões-postais existe de verdade. Os Exuma Cays são o destaque: os porcos nadadores de Big Major Cay, os tubarões-lixa ao lado dos quais se pode entrar na água em Compass Cay, as iguanas tomando sol em Allen Cay e a Thunderball Grotto — uma caverna marinha iluminada por feixes de sol, famosa como locação de James Bond. Harbour Island, junto a Eleuthera, tem 5 km de praia de areia rosa (tingida por conchas de foraminíferos trituradas), sempre entre as mais bonitas do Atlântico. Andros, a maior e menos visitada ilha, fica atrás do terceiro maior recife de barreira do mundo e é cravejada de blue holes — cavernas submarinas verticais que descem centenas de metros no calcário. O Dean's Blue Hole, em Long Island, com 202 m, é o mais profundo buraco azul de água salgada conhecido e meca dos mergulhadores livres. Os Abacos são um paraíso de vela, de águas abrigadas e vilarejos de madeira da era dos Loyalists. E atravessando tudo há uma cultura construída sobre o Junkanoo — um carnaval de percussão e fantasias no Boxing Day e no Ano-Novo, que expressa a identidade afro-descendente das ilhas — e sobre o conch, o grande caramujo do mar que aparece em salada, bolinhos e frito em toda barraca de fish fry.

Descubra Bahamas

Chegar do Brasil e de Portugal: a escala decide a papelada

Não há voo direto do Brasil nem de Portugal para Nassau — todo itinerário passa por uma escala, e é a escala, não o preço, que define os documentos da viagem. A rota mais óbvia, Miami ou outro hub americano, esconde a armadilha que separa os dois lados da família: os Estados Unidos não têm trânsito estéril, de modo que até uma simples troca de avião vale como entrada formal no país — e aí o passaporte português, incluído no programa de isenção americano, resolve-se com a autorização eletrônica aprovada antes do embarque, enquanto o passaporte brasileiro, fora desse programa, precisa de visto americano pleno só para o trânsito. Quem parte do Brasil sem visto americano tem uma porta limpa: rotear pelo hub do Panamá, que liga a Nassau sem pisar em território dos Estados Unidos. Do lado europeu, a ligação direta a partir de Londres cumpre o mesmo papel — valendo as regras de trânsito britânicas, distintas das americanas e a verificar antes da reserva. A regra prática: primeiro escolha a escala segundo os seus documentos, depois compare preços.

Nassau ou as Out Islands: duas viagens com o mesmo passaporte

As Bahamas dividem-se em duas experiências que mal se tocam. Nassau com Paradise Island é a viagem de resort: grandes complexos, cassino, terminal de cruzeiros, infraestrutura completa e preços de destino consolidado. As Out Islands — oficialmente Family Islands — são o contrário exato: pousadas pequenas, ilhas de estrada única, praias sem uma segunda pegada. O erro recorrente é tentar «acrescentar» as Out Islands como passeio de um dia: salvo as lanchas rápidas para os cays de Exuma saindo de Nassau, as ilhas exteriores só fazem sentido a partir de várias noites. Quem quer as duas coisas planeja duas etapas, com Nassau de dobradiça; quem precisa escolher, decida com honestidade que viajante é — o complexo Atlantis e uma pousada de Long Island ficam no mesmo país, não no mesmo mundo.

Saltar entre ilhas: avião interno, balsa rápida e o barco do correio

Quase toda ligação entre grupos de ilhas passa por Nassau — os saltos laterais são exceção, e é nesse detalhe que naufragam os roteiros ambiciosos. Os pequenos aviões internos ligam Nassau às pistas de todo o arquipélago e são a única opção realista quando o tempo é curto; as balsas rápidas servem Harbour Island, Spanish Wells e parte das Exumas, mas não todos os dias nem para toda parte — o horário da balsa confere-se antes de reservar qualquer outra coisa. O terceiro nível é uma instituição local: os barcos do correio, cargueiros de trabalho que abastecem as Family Islands há gerações e levam passageiros por pouco dinheiro. Lentos, dependentes do tempo, inesquecíveis. A ordem certa do planejamento: primeiro as ilhas, depois a ligação confirmada, por último a hospedagem.

Debaixo d'água: outra liga para quem mergulha em português

Os dois públicos da família conhecem Atlânticos diferentes — o português, as águas de Açores e Madeira; o brasileiro, Noronha e Abrolhos — e as Bahamas jogam noutra categoria que qualquer um dos dois: água entre 24 e 29 graus o ano inteiro e visibilidade acima de 30 metros como regra, não como sorte. A gradação é o que organiza a experiência: tubarões-lixa em água pela cintura em Compass Cay para os prudentes, mergulhos de parede na barreira de Andros para os certificados, tubarões-tigre ao largo de Grand Bahama para os experientes — e, no topo, o Dean's Blue Hole de Long Island, santuário mundial do mergulho livre. A Thunderball Grotto, junto a Staniel Cay, explora-se de snorkel por uma entrada estreita na maré baixa — quem viu o filme de James Bond que lhe dá nome reconhece a luz.

Grand Bahama: a segunda ilha que os roteiros esquecem

Espremida entre a fama de Nassau e o charme das Exumas, Grand Bahama é a ilha que a maioria dos roteiros lusófonos nem cota — e é justamente onde o arquipélago fica mais acessível. Freeport, a segunda cidade do país, vive do porto e das lojas; o interesse real está fora dela: o Lucayan National Park guarda um dos sistemas de cavernas subaquáticas mais extensos da região, com passarelas que levam do mangue à praia de Gold Rock; a costa sul alinha quilômetros de areia sem resort à vista; e ao largo fica Tiger Beach, um dos pontos mais confiáveis do mundo para ver tubarões-tigre de perto — programa de mergulhador certificado, com operadores dedicados. Pela proximidade da Flórida, Grand Bahama funciona bem como primeira ou última etapa de um roteiro que combine os dois países.

Quando ir: a curva de preços, a água e o calendário de tempestades

A alta temporada segue o inverno norte-americano — do Natal à Páscoa, preços e ocupação batem no teto, e as mesmas frentes frias que refrescam a Flórida deixam o mar menos tropical do que promete o cartão-postal: um banho de janeiro pode surpreender. O fim da primavera boreal é a janela que mergulhadores e nadadores preferem: água quente, mar calmo e transparência máxima antes do calor do verão. De junho a novembro corre a temporada de furacões, com auge de agosto a outubro, e as Out Islands vivem-na de outro jeito que Nassau: uma tempestade que mal roça a capital pode fechar por dias a pista e os barcos de abastecimento de uma ilha exterior. Quem viaja longe do hub nesses meses reserva com flexibilidade, leva seguro com cobertura meteorológica e deixa folga no regresso. O Junkanoo pertence ao calendário de inverno: 26 de dezembro e Ano-Novo em Nassau.

Formas de explorar este destino

Exuma Cays: porcos nadadores, tubarões-lixa e areia intacta

Os Exuma Cays são a razão pela qual a maioria dos viajantes vai além de Nassau. A colônia de porcos nadadores de Big Major Cay nada até os barcos que se aproximam; Compass Cay tem tubarões-lixa em água rasa, ao lado dos quais se pode ficar; Allen Cay abriga as iguanas-das-rochas ameaçadas. A Thunderball Grotto — caverna submarina iluminada pelo sol — explora-se mergulhando por uma entrada estreita na maré baixa. O Exuma Cays Land and Sea Park protege 456 km² de ecossistema marinho. Há bate-voltas de Nassau ou George Town, e charters de vários dias com base em Staniel Cay.

Areia rosa, blue holes e mergulho de classe mundial

A Pink Sands Beach de Harbour Island estende 5 km no lado atlântico — a cor vem de conchas microscópicas de foraminíferos e fica mais viva depois da chuva ou no sol baixo. O Dean's Blue Hole, em Long Island, despenca 202 m no calcário e é peregrinação dos mergulhadores livres. O Recife de Barreira de Andros, o terceiro maior do mundo, oferece mergulhos de parede, e os blue holes do interior de Andros são portais de água doce a sistemas de cavernas submersas. Tiger Beach, em Grand Bahama, é um dos lugares mais confiáveis do mundo para encontros de perto com tubarões-tigre. Água de 24 a 29 °C e visibilidade que passa dos 30 m.

Junkanoo, conch e cultura bahamense

O Junkanoo é a alma cultural das Bahamas — um desfile de rua de tambores de pele de cabra, cowbells, metais e fantasias elaboradas de papel crepom, realizado no Boxing Day (26 de dezembro) e no Ano-Novo, ao longo da Bay Street, em Nassau, expressando a identidade afro-descendente das ilhas. A cozinha gira em torno do conch: a salada de conch (cru, picado com limão, cebola e pimenta, preparada na hora à beira do cais), o conch frito empanado e os bolinhos de conch. O fish fry de Arawak Cay, em Nassau — uma fileira de barracas coloridas servindo pargo frito, arroz com ervilha e cerveja Kalik —, é a experiência local indispensável.

Vela, pesca de bonefish e os Abacos

Os Abacos têm algumas das melhores águas de navegação do Atlântico ocidental — mar abrigado entre uma cadeia de cays, com marinas, vilarejos de madeira da era dos Loyalists (Hope Town, Green Turtle Cay, Man-O-War Cay) e regatas anuais. Bimini, a apenas 80 km de Miami, se apresenta como a Capital Mundial da Pesca Esportiva — marlim-azul, marlim-branco, wahoo e dourado. Andros é a meca mundial da pesca de bonefish em seus vastos baixios, com guias conduzindo barcos sobre água tão clara que se vê o peixe de longe.

Nassau, Atlantis e Paradise Island

Nassau segue como porta de entrada e coração comercial. O resort Atlantis, em Paradise Island, é um destino em si, com aquário de habitat marinho, parque aquático e cassino. O bairro colonial de Nassau, ao longo da Bay Street, tem os prédios do Parlamento, a Escadaria da Rainha, o Forte Fincastle e o Straw Market. A faixa de Cable Beach, a oeste, foi redesenvolvida com o megaresort Baha Mar. Mesmo um desvio de meio dia até o Arawak Cay para um fish fry revela uma cidade com mais caráter do que o folheto de resort sugere.

Dinheiro e moeda

Dinheiro e moeda
B$

Dólar das Bahamas (BSD)

Código da moeda: BSD

Dicas práticas sobre dinheiro

Dólar bahamense atrelado 1:1 ao dólar americano — as duas moedas valem igual

O dólar bahamense (BSD, B$) é atrelado exatamente 1:1 ao dólar americano. As duas moedas circulam livremente e são intercambiáveis — preços, caixas eletrônicos e troco podem vir em BSD ou em USD, e não há taxa de câmbio com que se preocupar. Quem vem do Brasil leva dólares americanos (convertendo o real antes). Euros, dólares canadenses e libras às vezes são aceitos nos grandes resorts de Nassau, mas sempre a taxas ruins.

Caixas eletrônicos em Nassau — muito limitados nas Out Islands

Nassau (New Providence) e Paradise Island têm muitos caixas eletrônicos (Commonwealth Bank, RBC Royal Bank, Scotiabank), além dos caixas dos grandes resorts. Nas Out Islands — Exuma, Abaco, Eleuthera, Long Island, Crooked Island — eles são raros ou inexistentes. Para roteiros de ilha em ilha ou cays remotos, leve de Nassau todo o dinheiro de que vai precisar.

Cartão em Nassau e resorts — dinheiro nas ilhas remotas

Visa, Mastercard e Amex são amplamente aceitos em hotéis, restaurantes, lojas e serviços turísticos de Nassau. O pagamento por aproximação e Apple Pay / Google Pay funcionam nos terminais modernos. Nas ilhas menores e nas barracas de fish fry, nos pontos de salada de conch e nas pousadas pequenas, em geral exige-se dinheiro. Cartões brasileiros sofrem o IOF sobre gastos no exterior.

Orce uma experiência caribenha premium

As Bahamas são um destino de preço alto, perto dos EUA. Os hotéis de Nassau ficam de 150 a mais de 500 dólares a diária; o Atlantis, de 300 a mais de 800. Refeições em restaurantes turísticos: de 30 a 70 dólares por pessoa. As Out Islands rendem melhor custo em pousadas pequenas. Leve dólares (USD ou BSD) em espécie para os fish fry locais, gorjetas, operadores de esportes náuticos e balsas entre ilhas.

Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.

Perguntas frequentes sobre dinheiro

Qual é a moeda usada nas Bahamas?

O dólar bahamense (BSD, B$) é a moeda oficial, atrelado exatamente 1:1 ao dólar americano. BSD e USD circulam de forma intercambiável em todo o arquipélago. Quem tem dólares americanos não precisa trocar — eles são aceitos em toda parte. O troco pode vir em notas e moedas de BSD, de valor equivalente.

Posso pagar com Apple Pay, Google Pay ou por aproximação nas Bahamas?

O pagamento por aproximação é comum em Nassau, Paradise Island e nos grandes resorts, e Apple Pay e Google Pay funcionam nos terminais com NFC. Nas Out Islands (Exuma, Abaco, Eleuthera etc.) e nos negócios locais menores, o dinheiro costuma ser a única opção. Leve sempre dinheiro ao viajar para além de Nassau e do polo de resorts.

Preciso trocar dinheiro antes de visitar as Bahamas?

Não, se você tem dólares americanos — eles são intercambiáveis com o dólar bahamense a 1:1. Euros, dólares canadenses e libras às vezes são aceitos nos grandes resorts de Nassau, mas sempre em desvantagem. Troque outras moedas no Commonwealth Bank ou no RBC, em Nassau, para as melhores taxas.

Quão caras são as Bahamas?

As Bahamas são um dos destinos mais caros do Caribe, em boa parte porque importam quase tudo. Os hotéis de Nassau vão de 150 a mais de 500 dólares a diária, e os resorts de alto padrão custam bem mais. Opções locais, como o fish fry de Arawak Cay ou de Potter's Cay, servem ótima comida bahamense por 10 a 20 dólares. As bebidas são caras — conte com 8 a 15 dólares por coquetel nos resorts.

Há caixas eletrônicos nas Out Islands (Exuma, Abaco, Eleuthera)?

Os caixas das Out Islands são muito limitados: Exuma tem um ou dois em George Town; Abaco, em Marsh Harbour; Eleuthera, em Governor's Harbour. Mas muitos povoados menores, cays e resorts de ilha privada não têm nenhum. Leve dinheiro suficiente de Nassau para qualquer viagem de vários dias pelas Out Islands.

A gorjeta é esperada nas Bahamas?

A gorjeta é padrão. Uma taxa de serviço de 15% costuma ser somada à conta dos restaurantes — confira. Quando não há, deixe de 15 a 20%. Dê 1 a 2 dólares por drink ao bartender, 10 a 15% ao taxista, 2 a 3 dólares por noite à camareira e 5 a 10 dólares por pessoa nos passeios de barco ou snorkel. Leve notas pequenas em USD ou BSD.

Posso usar cartão nos fish fry e restaurantes locais?

Os famosos fish fry de Arawak Cay e Potter's Cay (Nassau) funcionam sobretudo com dinheiro. A maioria das barracas e dos restaurantes locais pequenos, em New Providence e nas Out Islands, é só dinheiro. Leve notas pequenas variadas para as experiências gastronômicas locais mais autênticas.

Há taxa de embarque nas Bahamas?

A taxa de embarque das Bahamas costuma já estar inclusa na maioria das passagens aéreas de reservas internacionais normais. Passageiros de cruzeiro pagam uma taxa administrada pela companhia. Em voos privados ou charters menores, confirme se a taxa está inclusa. As hospedagens incluem um imposto governamental de acomodação (varia conforme a categoria).
Perguntas frequentes

Preciso de visto para as Bahamas?

Brasileiros e portugueses não: as duas nacionalidades estão entre as dispensadas por acordos específicos por país, com estadias de até 3 ou até 8 meses conforme o acordo — o período concreto é o que o oficial de imigração carimba na chegada, a seu critério. Ficam de pé os requisitos de entrada: passaporte válido por pelo menos 6 meses além da saída, passagem de volta ou de continuação e comprovação de recursos, se pedida.

Que documentos preciso para a ESCALA — a pergunta que decide a viagem?

Se a rota passa pelos Estados Unidos, mesmo só para trocar de avião, você entra formalmente em território americano — e aí a família se divide: o passaporte português, dentro do programa de isenção, precisa da autorização eletrônica americana aprovada ANTES do embarque; o passaporte brasileiro, fora do programa, precisa de visto americano pleno só para o trânsito. Sem visto americano, a porta limpa a partir do Brasil é rotear pelo hub do Panamá, que chega a Nassau sem tocar os Estados Unidos; do lado europeu, a ligação direta desde Londres cumpre o mesmo papel, valendo as regras de trânsito britânicas. Escolha a escala pelos documentos antes de olhar preços.

Quanto tempo posso ficar e como se estende a permanência?

Vale o que diz o carimbo de entrada, não o máximo teórico: o oficial fixa o período a seu critério dentro da moldura de 3 ou 8 meses da sua nacionalidade. As extensões pedem-se presencialmente ao Departamento de Imigração em Nassau antes de o período vigente vencer, e 8 meses é o teto absoluto para visitantes. Ficar além do prazo acarreta multas e possíveis vetos de entrada futuros.

Posso trabalhar remoto das Bahamas?

Formalmente não: a entrada sem visto não autoriza atividade remunerada, e o programa BEATS para nômades digitais foi suspenso no início de 2022 e não voltou. Trabalhar remoto para um empregador de fora move-se, sem programa próprio, dentro do estatuto de turista; emprego local exige autorização de trabalho patrocinada pelo empregador bahamense.

Que ilhas escolho segundo o meu tipo de viagem?

Nassau e Paradise Island para a viagem de resort com tudo à mão; os cays de Exuma para a água absurda de clara, os porcos nadadores e o parque marinho protegido; Harbour Island para a praia rosa e os hotéis pequenos de charme; os Abacos para velejar entre vilarejos de herança loyalist; Andros para mergulhar na terceira barreira do mundo e pescar bonefish nos baixios; Grand Bahama para cavernas, praias vazias e a proximidade da Flórida; Long Island para a solidão e o blue hole mais fundo do planeta. Resort e Out Islands são duas viagens distintas: quem quer as duas planeja duas etapas com Nassau no meio.

Como me desloco entre as ilhas?

Quase sempre via Nassau: aviões internos para as pistas das Out Islands (a única opção realista com pouco tempo), balsas rápidas para Harbour Island, Spanish Wells e parte das Exumas — que não saem todos os dias, então o horário confere-se antes de reservar hospedagem — e, para quem tem mais tempo que pressa, os barcos do correio que abastecem as ilhas e levam passageiros. As ligações diretas entre grupos de ilhas são a exceção.

Que moeda levo — servem dólares americanos?

Sim, e sem trocar nada: o dólar bahamense está atrelado 1:1 ao americano e as duas moedas circulam indistintamente. Os cartões funcionam nos hotéis e restaurantes de Nassau; as barracas de fish fry, os pontos de salada de conch e muitas pousadas das ilhas exteriores vivem de dinheiro. Os caixas abundam em Nassau e escasseiam nas Out Islands: saque antes de a balsa partir.

Qual é a melhor época e como lido com a temporada de furacões?

Do Natal à Páscoa manda a alta temporada: o melhor clima em terra, os preços mais altos e a água mais fresca do que o cartão-postal sugere. O fim da primavera boreal junta mar quente e calmo com menos gente — a janela favorita de quem mergulha. De junho a novembro corre a temporada de furacões, com auge de agosto a outubro: não é motivo para desistir da viagem, mas para reservar com flexibilidade, contratar seguro com cobertura meteorológica e deixar folga no regresso se você dorme longe de Nassau.

A Visaja mantém em revisão contínua os contatos e as informações de visto desta página; ainda assim, as exigências mudam sem aviso — confirme o essencial com a missão ou o portal oficial antes de viajar.