Botsuana

Bandeira: Botsuana

Código Telefônico

+267

Capital

Gaborone

População

2,5 mi (2023)

Idiomas

inglês

Área

581.737 km²

Eletricidade

230 V

Tipos de tomada

AC power plugs and sockets: British and related types · BS 1363 · BS 546

Mão de direção

esquerda

Nome Nativo

Botswana

Região

África

África Austral

Fuso Horário

Horário da África Central

UTC+02:00

Botswana é um país sem litoral da África Austral, conhecido pelos safáris de classe mundial, pelo delta do Okavango (Patrimônio da UNESCO e maior delta interior do mundo), por uma democracia estável e pelo sucesso em conservação. O inglês é a língua oficial. Atraem o visitante os passeios de mokoro (canoa) pelo Okavango, as manadas de elefantes do Parque Nacional de Chobe, a Reserva de Moremi, o deserto do Kalahari, as salinas de Makgadikgadi e os lodges de safári de luxo. Botswana prioriza o turismo de baixo volume e alto valor, com natureza intacta e observação excepcional de fauna, incluindo os Big Five. Brasileiros e portugueses entram sem visto.

Regras de entrada e visto para Botswana

Brasileiros e portugueses entram sem visto em Botswana para turismo ou negócios por até 90 dias dentro de um período de 12 meses. É preciso passaporte válido por pelo menos seis meses, comprovação de passagem de volta ou de continuação e de recursos suficientes para a estadia. Quem chega de um país ou área de risco de febre amarela — caso de várias regiões do Brasil — deve levar o certificado internacional de vacinação. Botswana criou um visto eletrônico (e-visa) para as nacionalidades que ainda precisam de visto, mas brasileiros e portugueses não precisam dele. Os cidadãos dos países da SADC também entram sem visto por até 90 dias.

Tipos de visto comuns

Entrada sem visto

Até 90 dias em 12 meses; passaporte válido por seis meses; comprovação de saída e de recursos; sem taxa.

Para turismo ou negócios. Vale para brasileiros, portugueses e demais cidadãos da UE, além de norte-americanos, britânicos, canadenses, australianos e muitas nacionalidades africanas.

E-visa (nacionalidades não isentas)

Em geral 30 a 90 dias; exige passaporte válido, passagem de volta e comprovação de hospedagem.

Para nacionalidades que não estão na lista de isenção. O visto eletrônico é solicitado on-line no portal oficial antes da viagem, para turismo ou negócios.

Visto turístico (prévio)

Em geral 30 a 90 dias, conforme a categoria.

Para nacionalidades que precisam solicitar visto em uma embaixada ou alta comissão de Botswana antes de viajar, com formulário, fotos, itinerário e reservas de hospedagem.

Entrada regional (SADC)

Até 90 dias sem visto; basta passaporte válido ou documento de identidade nacional.

Para cidadãos dos Estados-membros da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), em viagens pela região.

Informações importantes para viajar a Botswana

•O passaporte deve ser válido...

O passaporte deve ser válido por pelo menos seis meses além da data de saída prevista, com ao menos duas páginas em branco para os carimbos.

•A imigração pode exigir passagem...

A imigração pode exigir passagem de volta ou de continuação confirmada e comprovação de recursos suficientes (dinheiro, cartões, extratos).

•Febre amarela: o certificado é...

Febre amarela: o certificado é exigido de quem chega de países ou áreas endêmicas, ou passa por elas — caso de várias regiões do Brasil. Verifique a lista atual antes de viajar.

•O inglês é a língua...

O inglês é a língua oficial, o que facilita a comunicação; o setswana é a língua nacional, muito falada.

•Moeda: pula (BWP), que significa...

Moeda: pula (BWP), que significa 'chuva' em setswana. Dólares americanos e randes sul-africanos são aceitos em estabelecimentos de turismo. Há caixas eletrônicos nas cidades.

•Custos de safári: Botswana foca...

Custos de safári: Botswana foca o turismo de baixo volume e alto valor, então lodges e taxas de parque são caros em comparação com os países vizinhos.

•Segurança na fauna: siga à...

Segurança na fauna: siga à risca as instruções dos guias. Os animais são selvagens e perigosos; permaneça nos veículos durante os game drives, salvo autorização expressa.

•Viagem regional: Botswana faz divisa...

Viagem regional: Botswana faz divisa com África do Sul, Namíbia, Zimbábue e Zâmbia, e é muito procurada para roteiros por vários países da África Austral.
Visão geral da viagem

Botswana é o destino supremo de fauna da África — um país que escolheu o turismo de baixo volume e alto valor em vez do mercado de massa, preservando parte da natureza mais intacta do continente. O delta do Okavango, o maior delta interior do mundo e Patrimônio da UNESCO, inunda todos os anos a partir das terras altas de Angola, criando um labirinto de canais, lagoas e ilhas que sustentam concentrações extraordinárias de elefantes, búfalos, leões, leopardos, mabecos e centenas de espécies de aves. Os passeios de mokoro (canoa escavada) pelas vias de água ladeadas de papiro estão entre as experiências de fauna mais íntimas da África. O Parque Nacional de Chobe, no norte, abriga uma das maiores populações de elefantes da Terra — cerca de 120 000 — e seus game drives à beira do rio ao pôr do sol são icônicos. A Reserva de Caça do Kalahari Central, uma das maiores áreas protegidas do mundo, oferece paisagens desérticas e o encontro com a cultura ancestral viva do povo San. As salinas de Makgadikgadi — vastas, planas e cintilantes — recebem uma das últimas grandes migrações de zebras da África. Botswana é caro para o padrão africano, mas o preço compra natureza genuína: número limitado de veículos, concessões exclusivas e alguns dos melhores guias de safári do mundo.

Descubra Botsuana

O Okavango: o rio que morre no deserto e por isso enche de vida

O Okavango é um dos poucos grandes rios do mundo que não chega ao mar. Nasce nas terras altas de Angola, corre para sudeste e se espalha num leque de canais, ilhas e lagoas dentro do Kalahari, onde evapora e se infiltra — e é justamente esse fim que cria o delta. A cheia é contraintuitiva e vale entender antes de reservar: a água que inunda o delta caiu em Angola meses antes, de modo que o pico da inundação ocorre entre junho e agosto, em plena estação seca local, quando a fauna já se concentrou à volta da água. Daí a combinação que faz a fama do lugar. O passeio clássico é o mokoro, canoa estreita conduzida com vara por um guia de pé na popa, ao nível da água, sem motor e em silêncio — a maneira mais próxima de ver o delta que existe.

Chobe: a maior concentração de elefantes do continente

O Parque Nacional de Chobe, no norte, abriga a maior população de elefantes da África, e no fim da estação seca a margem do rio Chobe recebe manadas que chegam a centenas de animais ao mesmo tempo. O safári aqui tem uma variante que não existe na maioria dos destinos: faz-se de barco, ao longo do rio, o que coloca o observador ao nível da água a poucos metros de elefantes que atravessam, hipopótamos e crocodilos, com a luz de fim de tarde vindo de frente — condições difíceis de igualar para fotografia. Chobe fica a pouco mais de uma hora das Cataratas Vitória, do lado zimbabuense ou zambiano, e a combinação dos dois é o roteiro mais feito da África Austral.

Kalahari: o deserto que não é de areia nua

O Kalahari cobre a maior parte do território de Botswana e desmente a imagem de deserto: é savana arbustiva sobre areia, com gramíneas, acácias e uma fauna adaptada à escassez — leões de juba escura, órix, suricatos, e a arara-do-cabo. A Reserva de Caça do Kalahari Central é uma das maiores áreas protegidas do planeta e das menos visitadas, com autossuficiência obrigatória: entra-se com combustível, água e mantimentos para todo o percurso. O Kgalagadi, na fronteira com a África do Sul, é mais acessível e famoso pelos felinos. Depois da chuva, entre dezembro e março, o deserto verdeja e as manadas se deslocam — a época pior para ver fauna concentrada e a melhor para ver paisagem viva.

Makgadikgadi: o fundo de um lago que secou

As salinas de Makgadikgadi são o leito de um lago interior que já foi maior que a Suíça e desapareceu há milênios, deixando uma crosta de sal branca que se estende até onde a vista alcança, sem vegetação, sem relevo e sem referência de escala. Na estação seca atravessa-se de quadriciclo e dorme-se sobre a crosta a céu aberto, num dos lugares com menos poluição luminosa do planeta. Depois da chuva o cenário se inverte por completo: as depressões enchem, chegam flamingos aos milhares e as zebras cumprem uma das maiores migrações da África Austral. Nas ilhas rochosas de Kubu, baobás antigos crescem sobre granito — a imagem mais improvável de Botswana.

Poucos visitantes, tarifa alta: a política que define a viagem

Botswana escolheu deliberadamente um modelo de turismo de baixo volume e valor alto, e essa decisão determina como a viagem se organiza. Em vez de muitos hotéis e entradas baratas, o país opera com um número limitado de concessões e acampamentos de pequena dimensão dentro das áreas de conservação, com preço elevado — o que mantém a densidade de visitantes baixa e a fauna pouco habituada a veículos. A consequência prática para quem planeja: reserve com muita antecedência, sobretudo para a estação seca; os deslocamentos internos entre campos costumam ser feitos em avioneta, com franquia de bagagem reduzida e mala mole obrigatória; e a autossuficiência é regra nos parques onde se entra por conta própria. É um destino que não se improvisa e que recompensa quem planeja.

Formas de explorar este destino

Delta do Okavango e safáris de água

O maior delta interior do mundo — passeios de mokoro pelos canais de papiro, travessias entre acampamentos de luxo nas ilhas, safáris a pé e observação de aves excepcional numa paisagem Patrimônio da UNESCO.

Chobe e os grandes animais

Uma das maiores concentrações de elefantes da África, além de leões, leopardos, búfalos e hipopótamos à beira do rio Chobe. Os safáris de barco ao pôr do sol são a experiência-assinatura.

Kalahari e fauna do deserto

As vastas planícies abertas da Reserva do Kalahari Central, com leões de juba negra, órix, suricatos e a cultura ancestral viva do povo San — austero, belo e sem multidões.

Salinas de Makgadikgadi

Imensas salinas cintilantes que recebem uma das últimas grandes migrações de zebras da África (de novembro a abril), além de lagoas cheias de flamingos e passeios de quadriciclo pelo leito seco do lago.

Lodges de safári de luxo

Botswana foi pioneira no modelo de safári exclusivo e de baixo impacto. Concessões privadas, acampamentos de tenda, camas sob as estrelas e alguns dos melhores guias de fauna do mundo — preço premium por natureza premium.

Dinheiro e moeda

Dinheiro e moeda
P

Pula (BWP)

Código da moeda: BWP

Dicas práticas sobre dinheiro

Moeda e câmbio

A moeda de Botswana é a pula (BWP), que significa 'chuva' em setswana — uma referência ao valor precioso da água neste país semiárido. Dólares americanos são muito aceitos em lodges de safári, hotéis e operadoras, e muitos preços são cotados em dólar. Randes sul-africanos (ZAR) são aceitos em cidades de fronteira e em algumas lojas. Troque dinheiro em bancos ou casas de câmbio em Gaborone, Maun ou Kasane. Os lodges costumam cuidar da conversão de moeda para os hóspedes. Evite trocar no aeroporto, onde as taxas são menos favoráveis.

Caixas eletrônicos e acesso a dinheiro

Há caixas eletrônicos em Gaborone, Francistown, Maun, Kasane e outras cidades, que entregam pula e em geral aceitam Visa e Mastercard. Nas áreas de safári e nos vilarejos remotos não existem caixas — saque o suficiente antes de seguir para o mato. Os lodges costumam ser all-inclusive (pagos com antecedência), então a necessidade de dinheiro no dia a dia do safári é pequena — sobretudo para gorjetas e pequenas compras.

Aceitação de cartão

Cartões de crédito e débito (Visa, Mastercard) são aceitos em hotéis, restaurantes e lojas das cidades e nos lodges de safári. Em cidades menores, feiras e postos de combustível, o dinheiro é essencial. As operadoras e os lodges costumam aceitar cartão nas reservas, mas podem cobrar uma taxa de processamento. O pagamento por aproximação começa a surgir em Gaborone, mas é incomum no resto do país. Para o viajante brasileiro, compras e saques internacionais com cartão emitido no Brasil têm IOF — confirme a alíquota com o seu banco.

A cultura da gorjeta no safári

A gorjeta é parte estruturada da cultura de safári de Botswana e não uma cortesia improvisada. A maioria dos lodges tem uma caixa de gorjetas na recepção, com uma quantia sugerida por hóspede e por dia para o guia e outra, menor, para a equipe do acampamento, reunidas e divididas entre todos ao fim da estadia — pergunte a referência na chegada, porque cada casa indica a sua. Guia privativo ou serviço excepcional justificam ficar acima da sugestão. Gorjetas em dólar ou em pula são aceitas; leve notas pequenas de dólar, muito mais úteis que as grandes no mato.

Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.

Perguntas frequentes sobre dinheiro

Qual é a moeda de Botswana?

A pula (BWP), dividida em 100 thebe. As moedas vêm em 5, 10, 25 e 50 thebe e em BWP 1, 2 e 5. As notas, em BWP 10, 20, 50, 100 e 200. A pula flutua livremente — confira a cotação atual antes de viajar.

Posso pagar em dólar ou em rande sul-africano?

Sim, amplamente. Os lodges de safári costumam cotar e aceitar dólar. O rande sul-africano é aceito em cidades de fronteira e em algumas lojas. Para o dia a dia nas cidades, você precisa de pula. Feiras e transporte local só aceitam pula.

Botswana é caro?

Botswana é um dos destinos de safári mais caros da África. As diárias dos lodges de luxo vão de US$ 500 a mais de US$ 2 000 por pessoa, com tudo incluído. Há opções econômicas — o autocamping nos parques nacionais custa uma fração disso —, mas o país foca deliberadamente o segmento alto para limitar o número de visitantes e o impacto ambiental.

Preciso de dinheiro vivo no safári?

Os lodges costumam ser pré-pagos e all-inclusive (refeições, bebidas, game drives), então a necessidade diária de dinheiro é pequena — sobretudo para gorjetas de guias e da equipe e pequenas compras de artesanato. Leve cerca de US$ 100 a 200 em notas pequenas para um safári de uma semana.

Há caixas eletrônicos em Maun ou Kasane?

Sim, tanto Maun quanto Kasane têm caixas (ABSA, First National Bank, Stanbic). Eles podem, porém, ficar sem dinheiro ou fora do ar, sobretudo perto de feriados. Saque o suficiente antes de seguir para as áreas de safári, onde não há caixas.

Quanto devo dar de gorjeta no safári?

Os lodges trabalham com uma quantia sugerida por hóspede e por dia, maior para o guia e menor para a equipe do acampamento, depositadas na caixa de gorjetas e divididas entre todos — pergunte a referência da casa na chegada, porque varia entre operadores e é sempre indicada sem constrangimento. Guia privativo ou serviço excepcional justificam ficar acima dela. Gorjetas em dólar ou em pula são aceitas; leve notas pequenas.
Perguntas frequentes

Preciso de visto para Botswana?

Não, e os dois passaportes da família entram nas mesmas condições: brasileiros e portugueses viajam sem visto para turismo ou negócios por até 90 dias. Atenção ao período de referência, que aqui é diferente do habitual — são 90 dias dentro de um período de 12 meses, e não os 90 em 180 a que o viajante se acostuma na Europa. É preciso passaporte válido por pelo menos seis meses, passagem de volta ou de continuação e comprovação de recursos.

Quem sai do Brasil precisa da vacina contra febre amarela?

Sim. Quem chega de país ou área de risco de febre amarela — o que inclui várias regiões do Brasil — deve apresentar o certificado internacional de vacinação. Este é um requisito que depende da sua ROTA e origem, não do seu passaporte: o mesmo viajante que parte de Lisboa e o que parte de São Paulo não estão na mesma situação. Tome a vacina com a antecedência exigida e leve o certificado internacional, não o comprovante comum.

Qual é a melhor época para safári?

De maio a outubro, a estação seca, e por uma razão mecânica: com pouca água disponível, os animais se concentram nos rios e poços permanentes, o que torna o avistamento muito mais previsível, e a vegetação rala melhora a visibilidade. O detalhe contraintuitivo do Okavango é que o pico da cheia do delta cai em junho, julho e agosto — a água vem de chuvas que caíram em Angola meses antes —, ou seja, a inundação coincide com a estação seca local. De dezembro a março chove, a paisagem verdeja, nascem os filhotes e chegam as aves migratórias, mas a fauna se dispersa e algumas estradas ficam intransitáveis.

O que é um passeio de mokoro?

É o passeio clássico do delta do Okavango: uma canoa estreita e rasa, tradicionalmente escavada em tronco e hoje quase sempre de fibra, conduzida por um guia de pé na popa com uma vara comprida, ao estilo de uma gôndola. Não há motor e não há ruído, e você viaja ao nível da água, passando entre papiros e nenúfares — é a forma mais silenciosa e mais próxima de observar o delta. Costuma ser combinado com caminhadas guiadas nas ilhas, onde se acompanha fauna a pé.

Por que Botswana é mais caro que outros destinos de safári?

Porque é uma escolha de política pública, não um acaso de mercado. O país adotou deliberadamente um modelo de baixo volume e alto valor: em vez de muitos hotéis e entradas baratas, opera um número limitado de concessões e acampamentos pequenos dentro das áreas de conservação, com tarifas altas. O resultado é o que o visitante vem buscar — poucos veículos por avistamento, fauna pouco habituada a gente e áreas enormes preservadas. Confirme os valores em vigor ao planejar e reserve com muita antecedência, sobretudo para a estação seca.

Como se circula entre os parques?

Entre acampamentos dentro das concessões, quase sempre de avioneta — as pistas de terra dentro das reservas são a norma, e é isso que torna viável cobrir distâncias enormes em pouco tempo. Duas consequências práticas que pegam gente desprevenida: a franquia de bagagem nesses voos é bem menor que a de um voo internacional, e costuma-se exigir mala mole, sem estrutura rígida, para caber no compartimento. Quem entra por conta própria nos parques do Kalahari precisa de 4x4 e de autossuficiência total em combustível, água e mantimentos.

Dá para combinar Botswana com as Cataratas Vitória?

Dá, e é o roteiro mais feito da África Austral. O Parque Nacional de Chobe, no norte, fica a pouco mais de uma hora por estrada das Cataratas Vitória, acessíveis pelo lado zimbabuense ou pelo zambiano, e muitos viajantes juntam os dois numa única viagem. Como envolve cruzar fronteira, confirme antes as exigências de entrada do país das cataratas para o seu passaporte, que são independentes das de Botswana.

Que idioma se fala em Botswana?

O inglês é a língua oficial e é usado na administração, no turismo e nos negócios, ao lado do setsuana, a língua nacional falada pela maioria da população no dia a dia. O português não ajuda. Para o viajante lusófono a boa notícia é que o setor de safári opera inteiramente em inglês, com guias muito bem formados — a formação de guias no país é reconhecida como das melhores do continente.

Botswana é seguro?

É um dos países mais estáveis e seguros da África, com instituições sólidas e criminalidade baixa contra visitantes. As precauções relevantes são de natureza selvagem e não urbana: respeite as instruções dos guias, não saia dos veículos onde não for permitido, tenha cuidado redobrado com hipopótamos e elefantes perto da água, e nunca ande a pé no escuro dentro de acampamentos não cercados — quase todos têm escolta noturna precisamente por isso.

Use esta página da Visaja como ponto de partida: verifique as regras em vigor diretamente na fonte oficial antes de fazer sua solicitação.