Coreia do Sul

Bandeira: Coreia do Sul

Código Telefônico

+82

Capital

Seul

População

52 milhões

Nome Nativo

대한민국

Região

Ásia

Ásia Oriental

Fuso Horário

Korea Standard Time

UTC+09:00

A Coreia do Sul é um país do leste asiático com cerca de 52 milhões de habitantes, cuja capital, Seul, concentra boa parte da vida econômica e cultural nacional. Brasileiros e portugueses entram sem visto para estadias turísticas de até 90 dias, mas precisam solicitar previamente o K-ETA (autorização eletrônica de viagem) — a isenção temporária que dispensa alguns passaportes ocidentais não inclui o Brasil nem Portugal — além de preencher o cartão e-Arrival on-line até três dias antes da viagem.

Coreia do Sul: sistema de visto e entrada

A Coreia do Sul oferece entrada sem visto para a maioria das nacionalidades ocidentais, incluindo Brasil e Portugal, para estadias de até 90 dias com fins turísticos ou de negócios. Não é preciso solicitar visto com antecedência, mas o K-ETA (Korean Electronic Travel Authorization) é obrigatório para brasileiros e portugueses antes do embarque — a isenção temporária que a Coreia concede a alguns passaportes ocidentais não inclui o Brasil nem Portugal. A solicitação deve ser feita exclusivamente pelo portal oficial do governo coreano, já que outros sites que oferecem o serviço costumam ser golpes. O processamento leva até 72 horas. Desde fevereiro de 2025, também é obrigatório preencher o cartão e-Arrival on-line, com até três dias de antecedência da viagem. O passaporte deve estar válido no momento da entrada para estadias curtas (não há prazo mínimo de validade exigido nesse caso); quem solicita visto de longa duração precisa de seis meses de validade. Um bilhete de ida e volta ou de continuação de viagem pode ser solicitado na chegada. O trabalho é estritamente proibido durante estadias sem visto — qualquer atividade remunerada exige visto específico, obtido antecipadamente numa missão diplomática coreana.

Tipos de visto comuns

Entrada sem visto (até 90 dias)

Até 90 dias; passaporte deve estar válido no momento da entrada

Para turismo, visitas culturais, reuniões de negócios, conferências e visitas a familiares. Disponível para brasileiros, portugueses e a maioria das nacionalidades ocidentais. Exige K-ETA aprovado antes do embarque e o cartão e-Arrival preenchido on-line com até três dias de antecedência. Trabalho remunerado proibido nessa modalidade.

K-ETA (autorização eletrônica de viagem)

Múltiplas entradas durante a validade; até 90 dias por visita

Obrigatório para brasileiros, portugueses e demais viajantes isentos de visto não abrangidos pela isenção temporária coreana. Solicitação exclusivamente pelo portal oficial do governo coreano — outros sites que oferecem o serviço são golpes. Processamento de até 72 horas; permite múltiplas entradas durante o período de validade, e um K-ETA aprovado dispensa também o cartão e-Arrival.

Visto de trabalho ou ensino (série E)

Normalmente 1 ano, renovável

Para atividade remunerada na Coreia do Sul. O visto de professor E-2, por exemplo, exige diploma universitário de graduação (curso de TEFL isolado não é suficiente), antecedentes criminais limpos e exame médico. Deve ser obtido numa embaixada coreana antes do embarque — o status de visto não pode ser alterado dentro do país.

Visto de estudante (D-2)

Duração do programa, renovável

Para estudos de tempo integral em universidades coreanas. Exige carta de aceite de instituição credenciada. Solicitado por meio de missões diplomáticas coreanas, com passaporte válido por pelo menos seis meses.

Informações essenciais para viajar à Coreia do Sul

Entrada sem visto por até 90 dias para brasileiros, portugueses e a maioria das nacionalidades ocidentais, sem solicitação prévia de visto — mas com K-ETA obrigatório.

K-ETA: obrigatório para brasileiros e portugueses (a isenção temporária coreana não os inclui). Solicite SOMENTE pelo portal oficial do governo coreano — outros sites que oferecem o serviço são golpes. Processamento de até 72 horas.

Cartão e-Arrival: obrigatório desde fevereiro de 2025. Preencha on-line com até três dias de antecedência da viagem.

Visão geral da viagem

A Coreia do Sul entrega uma densidade de experiências que rivaliza com o Japão por uma fração do custo. Seul mistura palácios centenários com bairros futuristas, a Zona Desmilitarizada (DMZ) oferece um mergulho surreal na Guerra Fria ainda ativa, e a Ilha de Jeju atrai com paisagens vulcânicas e mulheres mergulhadoras haenyeo. A gastronomia — churrasco coreano grelhado à mesa, bibimbap, tteokbokki e mercados de rua que não fecham — já justifica sozinha a viagem.

Descubra Coreia do Sul

Seul abriga cinco palácios reais da dinastia Joseon, e o Gyeongbokgung é o maior e mais fotografado: reconstruído após a demolição promovida durante a ocupação colonial japonesa, seu salão do trono Geunjeongjeon e o Museu Folclórico Nacional no mesmo terreno preenchem uma manhã inteira, com a cerimônia de troca da guarda (10h e 14h, gratuita) encenada com trajes militares Joseon completos. Alugar um hanbok em uma das dezenas de lojas nas ruas de acesso ao palácio isenta totalmente a entrada — um dos raros casos em que a fantasia turística também é o desconto. O Changdeokgung, Patrimônio Mundial da UNESCO, é a escolha de quem busca algo mais raro: seu Jardim Secreto (Huwon) exige ingresso separado, com horário marcado e visita guiada obrigatória, recompensando com um refúgio real ajardinado de lagoas, pavilhões e árvores de trezentos anos que a geometria mais formal do Gyeongbokgung não tenta reproduzir.

Formas de explorar este destino

Seul e cultura urbana

Palácio Gyeongbokgung (1395, troca da guarda em trajes Joseon), Jardim Secreto do Changdeokgung (UNESCO), Vila Hanok de Bukchon, compras em Myeongdong, cafés de design em Gangnam, cena musical independente de Hongdae e o Mercado de Peixes de Noryangjin — Seul é uma cidade que nunca para.

DMZ e história recente

A fronteira mais fortemente militarizada do planeta, dividindo as duas Coreias desde 1953. Passeios com reserva antecipada visitam a Área de Segurança Conjunta em Panmunjom, túneis de infiltração norte-coreanos, o Observatório de Dora e a Estação de Dorasan — uma experiência única, disponível em nenhum outro lugar do mundo.

Ilha de Jeju

Ilha vulcânica subtropical (Reserva da Biosfera da UNESCO). Hallasan (1.950 m, pico mais alto), Tubo de Lava Manjanggul (UNESCO), mergulhadoras haenyeo (Patrimônio Imaterial da UNESCO), pomares de tangerina, praias de areia negra e a Trilha Olle, com 425 km de caminhos costeiros divididos em 21 trechos.

Gastronomia coreana

Churrasco coreano grelhado à mesa, bibimbap (Jeonju é o berço do prato), tteokbokki, kimchi jjigae, japchae e a extraordinária variedade de banchan. Pojangmacha (bares de tenda de rua) para soju e petiscos. Mercado Gwangjang em Seul para bindaetteok e mayak gimbap.

Estadias em templos budistas

Pernoites em mosteiros budistas de montanha: dormir em pisos aquecidos ondol, comer comida vegetariana servida em silêncio, participar de cânticos antes do amanhecer e caminhar por trilhas de montanha. Haeinsa (Tripitaka Koreana, 80 mil blocos de xilogravura, UNESCO) e Bulguksa com a Gruta de Seokguram (Gyeongju, UNESCO) são os mais conhecidos.

Hallyu: k-pop e k-drama

HYBE Insight em Yongsan (agência do BTS), centros de experiência da SM Town e da JYP, locações de filmagem de k-dramas recorrentes na Torre Namsan e na Vila Mural de Ihwa, e noraebang (salas privadas de karaokê) espalhadas por praticamente toda rua comercial, abertas até tarde da noite.

Dinheiro e moeda

Dinheiro e moeda

Won sul-coreano (KRW)

Código da moeda: KRW

Dicas práticas sobre dinheiro

Cartões e pagamento por aproximação funcionam quase em toda parte

A Coreia do Sul é um dos países mais amigáveis a cartões do mundo. Visa e Mastercard são aceitos em praticamente qualquer loja, restaurante, loja de conveniência, hotel e táxi em Seul, Busan e outras cidades. Pagamentos por aproximação (Apple Pay, Samsung Pay, Google Pay) funcionam na maioria dos terminais NFC. KakaoPay e Naver Pay dominam entre usuários locais, mas exigem conta bancária coreana. Para brasileiros e portugueses, o Apple Pay ou o Samsung Pay vinculados a um cartão internacional Visa/Mastercard costumam ser as opções mais práticas. Dinheiro em espécie ainda é necessário em mercados tradicionais, pequenos restaurantes locais e áreas rurais.

Procure caixas marcados «Global ATM» ou «Foreign Cards»

Nem todo caixa eletrônico coreano aceita cartões internacionais. Procure especificamente os marcados «Global ATM» ou «Foreign Cards» — encontrados em lojas de conveniência (CU, GS25, 7-Eleven), grandes bancos (Shinhan, KEB Hana, KB Kookmin) e aeroportos. Caixas eletrônicos comuns só funcionam com cartões domésticos. Sempre recuse a conversão automática de moeda no próprio caixa e saque diretamente em won. Cartões emitidos no Brasil têm incidência de IOF sobre saques e compras internacionais — confirme a alíquota vigente com o seu banco antes de viajar.

Tire um cartão T-money para o transporte — é essencial

O cartão T-money é o cartão de transporte integrado da Coreia do Sul: metrô, ônibus, táxi, lojas de conveniência e algumas máquinas de venda automática. Compre em qualquer loja de conveniência ou estação de metrô e depois recarregue com crédito. É só encostar para entrar no metrô ou pagar o ônibus, e ainda funciona em alguns táxis. Também dá desconto em relação à compra de passagens avulsas e funciona nos trens de alta velocidade KTX. Recarregável em lojas de conveniência e estações de metrô — a compra mais prática que você vai fazer na Coreia.

Gorjeta não faz parte da cultura coreana

A Coreia do Sul não tem cultura de gorjeta. Não deixe gorjeta em restaurantes, cafés, táxis ou hotéis — pode até causar confusão ou constrangimento. A taxa de serviço já vem incluída no preço, quando aplicável. Não é falsa modéstia, é norma cultural mesmo. As únicas exceções: alguns hotéis internacionais de luxo podem seguir o costume ocidental, e guias de passeios privados às vezes recebem uma gratificação pequena de bom grado. Fora isso, basta pagar a conta e seguir em frente.

Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.

Perguntas frequentes sobre dinheiro

Perguntas frequentes

Não, para estadias turísticas de até 90 dias — mas brasileiros e portugueses precisam solicitar o K-ETA (autorização eletrônica de viagem) antes do embarque, exclusivamente pelo portal oficial do governo coreano; a isenção temporária que dispensa alguns passaportes ocidentais não inclui o Brasil nem Portugal.

É a autorização eletrônica de viagem exigida dos viajantes isentos de visto — obrigatória para brasileiros e portugueses, que não estão na lista da isenção temporária coreana. Solicite apenas pelo portal oficial do governo coreano — sites de terceiros que oferecem o serviço costumam ser golpes. O processamento leva até 72 horas.

Sim — o cartão e-Arrival, obrigatório desde fevereiro de 2025, deve ser preenchido on-line com até três dias de antecedência da viagem.

Próximo destino: Coreia do Sul? Veja as opções de entrada e solicite on-line.

Garanta sua autorização de viagem

A Visaja mantém em revisão contínua os contatos e as informações de visto desta página; ainda assim, as exigências mudam sem aviso — confirme o essencial com a missão ou o portal oficial antes de viajar.