Filipinas
Código Telefônico
+63
Capital
Manila
População
112,7 mi (2024)
Idiomas
filipino · inglês · Taglish
Área
343.448 km²
Eletricidade
220 V
Tipos de tomada
NEMA 1-15 · NEMA 5-15 · Europlug
Mão de direção
direita
Nome Nativo
Pilipinas
Região
Ásia
Sudeste Asiático
Fuso Horário
Horário Padrão das Filipinas
UTC+08:00
Nesta página
As Filipinas são um arquipélago de mais de sete mil ilhas no sudeste asiático, e é essa dispersão que define tudo na viagem: praias de areia branca e água transparente, mergulho entre os melhores do mundo, formações calcárias a sair do mar em Palawan, terraços de arroz esculpidos na montanha a norte e uma cultura que junta heranças malaia, espanhola e norte-americana como nenhum outro país da região. Para o viajante lusófono há uma vantagem prática enorme: o inglês é língua oficial e de uso corrente, o que torna as Filipinas um dos destinos asiáticos mais fáceis de percorrer sem intermediários. Em contrapartida, a geografia cobra o seu preço — mudar de ilha exige voos, barcos e paciência —, e há dois trâmites simples de resolver antes de embarcar que ninguém deve deixar para o aeroporto.
Vistos e regras de entrada nas Filipinas
As Filipinas concedem entrada sem visto a nacionais de cerca de 157 países para estadias de até 30 dias, incluindo os cidadãos dos Estados da União Europeia — mas os prazos NÃO são iguais para todos os passaportes, e vários mercados vizinhos estão em escalões mais curtos, pelo que a regra correta é confirmar a alínea aplicável ao seu documento em vez de assumir os 30 dias. Se viaja com passaporte brasileiro, verifique igualmente a condição em vigor para a sua nacionalidade antes de comprar bilhete. A estadia inicial pode ser prorrogada dentro do país, junto do serviço de imigração, mediante pedido e pagamento das taxas aplicáveis. Há dois requisitos que valem tanto quanto o visto e que são a causa mais frequente de problemas: o registo eletrónico de viagem tem de ser preenchido em linha antes da chegada, e o bilhete de saída ou de continuação é exigido com rigor no momento do embarque — companhias aéreas recusam passageiros que não o apresentem, mesmo quando a imigração filipina o dispensaria. O passaporte deve ter validade de pelo menos seis meses para além da data prevista de saída. As nacionalidades fora da lista de isenção, entre elas vários passaportes africanos de língua portuguesa, pedem visto numa representação filipina antes da partida. Confirme sempre as condições atuais para o seu documento.
Tipos de visto comuns
Entrada sem visto (turismo)
Para nacionais dos países abrangidos pela isenção, incluindo os Estados da União Europeia, em turismo, visita a familiares ou negócios de curta duração. Sem pedido prévio, mas com registo eletrónico de viagem obrigatório e bilhete de saída exigido no embarque.
Prorrogação de permanência
Para quem quer ficar além do prazo concedido à chegada — muito comum entre quem faz mergulho ou percorre várias ilhas. Pede-se dentro do país, num posto do serviço de imigração, antes de a permanência expirar.
Visto de turismo consular
Para as nacionalidades não abrangidas pela isenção, entre elas vários países africanos de língua portuguesa. Solicita-se numa representação filipina antes da partida, com documentação de suporte da viagem, alojamento e meios.
Trabalho, estudo e permanência longa
Para emprego com entidade filipina, estudo, investigação, voluntariado de longa duração ou reforma no país, que tem um regime específico para reformados estrangeiros. Exige pedido próprio e não é coberto pela entrada de turista.
Informações importantes para viajar às Filipinas
•Isenção de visto: cerca de...
•Registo eletrónico de viagem obrigatório...
•Bilhete de saída ou de...
•Passaporte válido por pelo menos...
•Prorrogação: a estadia inicial pode...
•Logística: quase todas as mudanças...
•Estações: a janela seca é...
•Segurança: consulte os avisos oficiais...
•Dinheiro: a moeda é o...
•Idioma: o filipino e o...
As Filipinas organizam-se por ilhas, e o roteiro nasce da escolha de duas ou três — nunca de todas. Manila é a porta de entrada e o centro das ligações internas, com a cidade murada de Intramuros a guardar a herança espanhola do país; muitos viajantes usam-na apenas como escala, mas vale um dia. Palawan é a ilha que domina as fotografias: El Nido e Coron alinham lagunas de água esmeralda entre paredes de calcário, com passeios de barco entre ilhotas e mergulho em destroços de guerra afundados no porto de Coron, hoje recifes artificiais. Cebu e Bohol formam o par mais fácil de combinar, com cascatas, as colinas arredondadas do interior de Bohol e um dos primatas mais pequenos do mundo em santuários de conservação. Siargao é a ilha do surfe e de um ritmo mais lento; Boracay continua a ser a praia mais famosa do país, depois de um encerramento de meses para requalificação ambiental. A norte, na ilha principal de Luzon, os terraços de arroz esculpidos na montanha em Banaue e Batad são classificados pela UNESCO e mostram umas Filipinas que quase ninguém associa ao país. A ligação entre tudo isto faz-se sobretudo por voos internos e por ferry, e é o que consome mais tempo e mais orçamento.
Descubra Filipinas
Antes de embarcar: os dois trâmites que travam viagens
Há duas coisas que se resolvem em minutos e que, esquecidas, custam a viagem inteira. A primeira é o registo eletrónico de viagem, obrigatório para todos os passageiros e preenchido em linha antes da chegada, gerando um código que é pedido no embarque e à entrada — é gratuito e rápido, e não substitui visto nem isenção, é um trâmite à parte. A segunda é o bilhete de saída: as Filipinas exigem prova de viagem de saída ou de continuação, e a fiscalização acontece sobretudo no balcão da companhia aérea, no aeroporto de partida, que recusa embarque sem essa prova por ser responsabilizada pelo repatriamento. Quem viaja sem data de regresso fechada precisa de resolver isto antes de chegar ao aeroporto, e não a discutir com o funcionário do balcão.
Palawan: El Nido, Coron e as lagunas
Palawan é o destino que leva a maioria dos visitantes ao país e divide-se, na prática, em dois centros com personalidades distintas. El Nido, a norte, é a base dos passeios de barco pelo arquipélago de Bacuit, com lagunas fechadas por paredes de calcário a que se acede por aberturas estreitas, praias que só existem na maré certa e paragens de snorkel — os circuitos estão organizados em percursos padronizados, e escolher o menos concorrido do dia costuma valer mais do que escolher o mais famoso. Coron, mais a norte ainda, junta lagos de água doce entre falésias e o mergulho em navios afundados durante a Segunda Guerra, hoje recifes cobertos de coral e uma das razões pelas quais mergulhadores atravessam o mundo até aqui. Ligam-se entre si por ferry ou por voo curto, e ambos exigem reserva antecipada na época seca.
Cebu, Bohol e o centro do arquipélago
A região central é a mais fácil de combinar numa primeira viagem, porque as ligações são curtas e frequentes. Cebu tem aeroporto internacional, cascatas de água turquesa no interior sul da ilha e acesso a alguns dos melhores pontos de mergulho do país; é também de onde partem as travessias rápidas para Bohol. Bohol acrescenta as suas colinas arredondadas, que na estação seca ganham o tom acastanhado que lhes deu nome, os santuários onde vive um dos primatas mais pequenos do mundo — visitados em silêncio e sem flash, por serem animais noturnos e sensíveis ao stress — e as praias de Panglao. Muitos visitantes acrescentam ainda a nado com os tubarões-baleia, que continua a ser matéria de debate entre operadores por causa da alimentação artificial dos animais; se optar por isso, escolha um operador que siga protocolos de não-alimentação.
Norte de Luzon: os terraços de arroz
As Filipinas que quase ninguém associa às Filipinas ficam no norte da ilha principal, a várias horas de estrada de montanha desde Manila. Os terraços de arroz da cordilheira, esculpidos nas encostas e mantidos há gerações por sistemas de irrigação tradicionais, estão classificados pela UNESCO e vêem-se sobretudo em torno de Banaue e da aldeia de Batad, esta alcançável apenas a pé no troço final. O clima é fresco, há caminhadas de várias horas entre aldeias e a paisagem muda por completo conforme a fase do ciclo do arroz: a fase em que os terraços estão espelhados de água e a fase verde são visualmente muito diferentes. É uma extensão que pede pelo menos três dias e alguma tolerância a estradas sinuosas, e recompensa quem quer uma viagem que não seja só praia.
Como se muda de ilha
A logística é o verdadeiro desafio do país, e subestimá-la é o erro clássico de quem monta o roteiro pelo mapa. Com mais de sete mil ilhas, quase todas as mudanças significativas de destino passam por Manila ou por Cebu, o que significa voos internos frequentes mas também atrasos frequentes, sobretudo na época de chuvas. As regras que salvam roteiros: nunca marcar um voo interno para o mesmo dia do voo internacional de regresso, reservar os trajetos populares com antecedência na época seca, e contar com o tempo real de porta a porta, que inclui transferes de barco e estradas lentas. Os ferries ligam ilhas vizinhas e são baratos, mas ficam sujeitos ao estado do mar e podem ser suspensos com aviso curto durante a época de tempestades.
Estações, tufões e o que isso decide
O calendário filipino organiza-se entre a estação seca e a estação das chuvas, e a diferença é grande o suficiente para determinar o destino dentro do país. A janela seca, grosso modo entre o final do outono e a primavera, é a época estável para Palawan, para o centro do arquipélago e para as travessias de barco — e é também quando os preços e a procura sobem. A estação húmida traz chuva forte e a possibilidade de tufões, que atingem sobretudo o leste e o norte do país entre o verão e o outono e podem cancelar voos e ferries com pouca antecedência. Isso não impede viajar, mas obriga a folga no itinerário e a seguir os avisos oficiais. Um seguro de viagem que cubra cancelamentos por meteorologia deixa de ser luxo neste destino.
Formas de explorar este destino
El Nido e o arquipélago de Bacuit com as suas lagunas entre paredes de calcário, Coron com lagos de água doce e mergulho em navios afundados — o conjunto que leva a maioria dos visitantes ao país.
Recifes de coral, paredes e destroços entre os melhores do mundo, com centros de mergulho por todo o arquipélago e certificações a preços muito abaixo dos europeus — de iniciados a mergulho técnico.
Siargao como capital do surfe filipino, com ondas de recife, lagunas e um ritmo de ilha propositadamente lento, mais as ilhas menores onde o dia se organiza em torno da maré e não do relógio.
A cordilheira do norte de Luzon, com os terraços classificados pela UNESCO em torno de Banaue e Batad, caminhadas entre aldeias, clima fresco e uma paisagem agrícola mantida há gerações.
Intramuros, a cidade murada de Manila, as igrejas barrocas classificadas pela UNESCO espalhadas pelo arquipélago e as cidades históricas onde a herança espanhola se cruza com a influência norte-americana.
Cozinha de influências malaia, chinesa, espanhola e norte-americana, com o adobo e o leitão assado como pratos-bandeira, mercados de peixe onde se escolhe e se manda grelhar, e fruta tropical em abundância.
Dinheiro e moeda
Peso filipino (PHP)
Código da moeda: PHP
Dicas práticas sobre dinheiro
Peso filipino, e só ele
A moeda é o peso filipino, e nem o euro nem o real circulam no país. Troque uma quantia inicial à chegada e o resto conforme precisar: as casas de câmbio das cidades e dos centros turísticos costumam dar taxas melhores do que os balcões de aeroporto, que servem apenas para o mínimo indispensável do primeiro dia. Notas de dólar americano em bom estado são úteis como reserva de emergência e trocam-se em qualquer lado, mas pagar diretamente em dólares no comércio sai quase sempre pior. Evite trocar com particulares e confirme sempre a contagem no balcão antes de sair, um hábito local normal e que ninguém interpreta como desconfiança.
Dinheiro vivo é o meio, não a alternativa
Fora das cidades e dos resorts, as Filipinas funcionam a dinheiro. Barqueiros, transporte local, pequenas pousadas, mercados, restaurantes de praia, guias e as taxas cobradas à entrada de áreas protegidas são pagos em espécie, e muitas ilhas pequenas não têm um único terminal de pagamento. A regra que evita o problema mais comum da viagem é simples: levante o que vai precisar na cidade grande ANTES de embarcar para a ilha, e leve notas pequenas, porque troco para notas grandes é difícil em bancas e barcos. Divida o dinheiro por dois sítios diferentes na bagagem e nunca conte com o próximo caixa automático como plano.
Caixas automáticos: comissão e limite por operação
Os caixas automáticos existem em abundância nas cidades e nas localidades turísticas maiores, e escasseiam depressa fora delas. Duas particularidades locais pesam no bolso: a maioria cobra uma comissão fixa por levantamento, somada à do seu próprio banco, e os limites por operação são baixos para os padrões europeus, o que obriga a repetir a operação e a pagar a comissão outra vez. A estratégia que poupa é levantar o máximo permitido de cada vez, em vez de várias quantias pequenas. Prefira caixas de agências bancárias, recuse a conversão para a sua moeda quando a máquina a propuser e conte com terminais sem notas ao fim de semana e em época alta.
Cartão, gorjeta e taxas locais
Nas cidades, nos resorts, nas companhias aéreas internas e nas lojas maiores o cartão funciona bem, e é o meio sensato para as despesas grandes da viagem. Para o resto, conte com espécie. Quanto à gorjeta, o costume é cerca de dez por cento em restaurantes de serviço à mesa quando não vem já uma taxa de serviço na conta — confira antes de somar — e uma gratificação em dinheiro para guias, barqueiros e pessoal de mergulho, que a esperam e para quem ela é parte relevante do rendimento. Reserve ainda notas para as taxas ambientais e de terminal cobradas à entrada de várias ilhas e áreas protegidas: são pagamentos oficiais feitos no local, sempre em dinheiro, e apanham desprevenido quem chegou sem trocado.
Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.
Que moeda se usa nas Filipinas?
Posso viajar só com cartão?
Os caixas automáticos cobram muito?
Que taxas locais devo esperar pagar em dinheiro?
Devo dar gorjeta?
Quanto se gasta por dia nas Filipinas?
Missões acreditadas para Filipinas
Preciso de visto para as Filipinas?
Para turismo, provavelmente não, mas a resposta tem de ser confirmada para o seu passaporte concreto e não presumida. As Filipinas isentam de visto cerca de 157 nacionalidades, incluindo as dos Estados da União Europeia, para estadias tipicamente de até 30 dias — só que os prazos variam por passaporte e há mercados próximos em escalões bastante mais curtos, o que torna perigoso assumir o número de trinta como universal. Se viaja com passaporte português, confirme o prazo aplicável; se viaja com passaporte brasileiro, confirme a condição em vigor para a sua nacionalidade antes de comprar bilhete. As nacionalidades fora da lista pedem visto numa representação filipina antes de partir.
O que é o registo eletrónico de viagem e quando o faço?
É um formulário obrigatório em linha, exigido a todos os passageiros que chegam ao país, que se preenche antes da viagem e gera um código apresentado no embarque e à chegada. É gratuito, demora poucos minutos e não substitui nem o visto nem a isenção — é um trâmite paralelo, e essa é precisamente a razão pela qual tanta gente o esquece. Faça-o dentro da janela indicada pelo próprio sistema, guarde o código no telemóvel e impresso, e trate cada passageiro individualmente, incluindo crianças. Sem ele, o problema aparece no balcão da companhia aérea e não na imigração filipina.
Preciso mesmo de bilhete de saída?
Precisa, e este é o requisito que mais viagens estraga, porque a verificação acontece antes de sair de casa. As Filipinas exigem prova de viagem de saída ou de continuação, e as companhias aéreas aplicam a regra com rigor no balcão do aeroporto de partida, uma vez que são elas a suportar o custo de um repatriamento — não vale argumentar que a imigração filipina seria mais flexível, porque o embarque nem chega a acontecer. Quem viaja sem data de regresso definida deve resolver isto antes de chegar ao aeroporto, com um bilhete real para fora do país, e não contar com a boa vontade do funcionário de serviço.
Quantas ilhas dá para conhecer?
Duas, com calma, numa viagem de duas semanas — três se aceitar passar bastante tempo em trânsito. É a lição mais importante sobre o país: são mais de sete mil ilhas, quase todas as mudanças passam por Manila ou por Cebu, e cada troca de destino custa meio dia entre voo, espera e transferes de barco. Uma combinação clássica e que funciona bem é Palawan com o centro do arquipélago, ou Palawan com Siargao para quem quer surfe. Quem tiver apenas uma semana deve escolher uma única região e aprofundá-la, e é quase sempre Palawan. Reserve os voos internos ao mesmo tempo que o internacional, sobretudo na época seca.
Qual é a melhor altura para viajar?
A estação seca, grosso modo entre o final do outono e a primavera, quando o mar está calmo, os passeios de barco funcionam com regularidade e a probabilidade de cancelamentos é menor — é também quando os preços sobem e os destinos mais procurados enchem. A estação húmida traz chuva forte e a possibilidade de tufões, que atingem sobretudo o leste e o norte do arquipélago entre o verão e o outono e podem suspender voos e ferries com pouca antecedência. Viajar nessa altura não é impossível e sai bastante mais barato, mas exige folga no itinerário, flexibilidade e um seguro que cubra cancelamentos por razões meteorológicas.
Preciso de falar inglês ou alguma língua local?
O inglês resolve praticamente tudo, e essa é a maior facilidade prática do destino. É língua oficial ao lado do filipino, usada na escola, na administração, na sinalética e no comércio, e falada com naturalidade em todo o arquipélago, incluindo em ilhas pequenas e por operadores de barco. Para o viajante lusófono que não domina línguas asiáticas, isto faz das Filipinas um dos países mais simples de percorrer de forma independente em toda a região. Aprender um cumprimento em filipino é bem recebido, mas nunca necessário. A informação turística, os horários de ferry e os sistemas oficiais funcionam todos em inglês.
Levo dinheiro vivo ou cartão?
Os dois, com mais dinheiro vivo do que a maioria dos destinos europeus exige. Nas cidades, nos resorts e nas lojas maiores o cartão funciona sem dificuldade, mas assim que se sai desse circuito — ilhas pequenas, transporte local, mercados, barqueiros, pequenas pousadas — o pagamento é em espécie e não há alternativa. Os caixas automáticos existem nas cidades e nas localidades turísticas maiores, mas são poucos nas ilhas, cobram comissão própria e ficam sem notas em época alta e a fins de semana. A regra prática: levante na cidade antes de seguir para a ilha, leve notas pequenas e nunca conte com o próximo caixa.
As Filipinas são um destino seguro?
Os circuitos turísticos habituais — Palawan, o centro do arquipélago, as ilhas de surfe e o norte de Luzon — recebem visitantes com normalidade, e as precauções são as de qualquer destino tropical movimentado: atenção a pertences em transportes e zonas concorridas, transporte contratado à noite, cuidado com o mar e com as correntes, e respeito pelos avisos locais em época de tempestade. Há, porém, zonas do sul do arquipélago sobre as quais várias chancelarias mantêm orientações específicas, e essa informação deve entrar no planeamento pela via oficial: consulte os avisos de viagem do seu governo ao montar o roteiro e confirme-os perto da data.
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Garanta seu cartão digital de chegadaUse esta página da Visaja como ponto de partida: verifique as regras em vigor diretamente na fonte oficial antes de fazer sua solicitação.