Maldivas

Bandeira: Maldivas

Código Telefônico

+960

Capital

Malé

População

436.330 (2017)

Idiomas

Língua divehi

Área

298 km²

Eletricidade

230 V

Tipos de tomada

NEMA 1-15 · Europlug · AC power plugs and sockets: British and related types · BS 1363 · SN 441011 · Type K · Type L

Mão de direção

esquerda

Nome Nativo

Maldives

Região

Ásia

Ásia Meridional

Fuso Horário

Horário das Ilhas Maldivas

UTC+05:00

As Maldivas são uma nação arquipélago no Oceano Índico formada por quase 1.200 ilhas de coral agrupadas em atóis, com cerca de 540 mil habitantes e Malé, a capital, entre as cidades mais densamente povoadas do planeta. É o país mais baixo do mundo em elevação, o que torna a resiliência climática um tema central na vida nacional. A política de visto é uma das mais abertas do mundo: cidadãos de qualquer nacionalidade, incluindo Portugal e o Brasil, recebem visto de turista gratuito de 30 dias na chegada, sem solicitação prévia.

Maldivas: sistema de visto e entrada

As Maldivas operam uma das políticas de visto mais abertas do mundo: um visto de turista gratuito de 30 dias é concedido a cidadãos de qualquer país na chegada ao Aeroporto Internacional Velana (MLE), sem solicitação prévia e sem taxa — portugueses e brasileiros recebem exatamente o mesmo tratamento universal, sem distinção de nacionalidade. O carimbo é emitido diretamente na imigração, e os requisitos são simples: passaporte válido (a maioria dos resorts e companhias aéreas recomenda pelo menos seis meses de validade por precaução), reserva confirmada em um resort, hotel ou pousada registrado para toda a duração da estadia, comprovação de fundos suficientes e passagem de volta ou de continuação. A declaração de viajante on-line IMUGA é obrigatória e deve ser preenchida até 96 horas antes da chegada em imuga.immigration.gov.mv — substituiu o antigo cartão de chegada em papel. Prorrogações de até 90 dias no total podem ser solicitadas no Departamento de Imigração em Malé antes do vencimento do visto inicial, mediante taxa adicional. Uma Taxa Verde (Green Tax) é cobrada por noite de hospedagem em resorts, hotéis e pousadas maiores, com valor reduzido em pousadas menores nas ilhas habitadas — confirme o valor vigente com sua acomodação, já que a taxa é revisada periodicamente. Não existe visto emitido antecipadamente no exterior — todo visitante entra pelo visto na chegada, independentemente da nacionalidade.

Tipos de visto comuns

Visto na Chegada (30 dias, gratuito e universal)

30 dias, gratuito, carimbado no Aeroporto Internacional Velana (MLE) na chegada

Turismo para cidadãos de qualquer país — a política mais aberta do setor, sem exceção de nacionalidade. Portugueses e brasileiros recebem o mesmo tratamento. Exige reserva confirmada em acomodação registrada, passagem de volta e a declaração IMUGA preenchida on-line até 96 horas antes da chegada.

Prorrogação de visto (até 90 dias no total)

Solicitada no Departamento de Imigração em Malé antes do vencimento do visto inicial; taxa adicional aplicável; processamento de 1 a 3 dias úteis

Para turistas que desejam permanecer além dos 30 dias iniciais.

Permissão de trabalho em turismo e mergulho

Vinculada a um empregador, renovável anualmente, mediante atestado médico e antecedentes criminais do país de origem

Para trabalho de longo prazo em resorts, centros de mergulho, acampamentos de surfe e liveaboards — patrocinado pelo empregador.

Visto de negócios e propósito especial

Definida por solicitação, até 90 dias, prorrogável no país

Para visitas de negócios curtas, tarefas técnicas, conferências e outros propósitos não turísticos, mediante patrocinador nas Maldivas.

Informações essenciais para viajar às Maldivas

•Portugal e Brasil recebem exatamente...

Portugal e Brasil recebem exatamente o mesmo tratamento: visto de turista gratuito de 30 dias na chegada, sem solicitação prévia — a política mais aberta do turismo mundial, aplicada a qualquer nacionalidade.

•A declaração de viajante on-line...

A declaração de viajante on-line IMUGA é obrigatória e deve ser preenchida até 96 horas antes da chegada, substituindo o antigo cartão de chegada em papel.

•O Aeroporto Internacional Velana (MLE),...

O Aeroporto Internacional Velana (MLE), na ilha de Hulhulé em frente a Malé, é o principal ponto de entrada; o Aeroporto Internacional de Gan, no Atol de Addu, atende um volume menor de tráfego regional.

•As Maldivas operam um sistema...

As Maldivas operam um sistema de duas camadas: ilhas-resort (álcool servido, roupas de banho livres) e ilhas habitadas «locais» (comunidades muçulmanas, vestimenta modesta exigida, sem álcool, biquínis apenas em praias designadas para turistas) — respeite as regras do lado em que estiver hospedado.

•O álcool é vendido apenas...

O álcool é vendido apenas em resorts licenciados, cruzeiros liveaboard e no hotel do aeroporto; a importação de álcool é proibida, e qualquer álcool na bagagem é confiscado na alfândega e retido até a partida.

•As Maldivas são um país...

As Maldivas são um país sunita, com o islamismo como religião de Estado; a sexta-feira é o dia de oração coletiva, e o Ramadã afeta horários e a vida nas ilhas habitadas, embora os resorts funcionem normalmente para os hóspedes.

•Moeda: rupia maldiva (MVR), mas...

Moeda: rupia maldiva (MVR), mas transações turísticas costumam ser cotadas e aceitas em dólares americanos; os principais cartões são amplamente aceitos em resorts, pousadas, centros de mergulho e no aeroporto.

•Uma Taxa Verde (Green Tax)...

Uma Taxa Verde (Green Tax) e um imposto sobre bens e serviços turísticos (TGST) se somam à diária de hospedagem — confirme os valores vigentes com sua acomodação, já que ambos são revisados periodicamente.

•Clima consistentemente quente o ano...

Clima consistentemente quente o ano todo; a estação seca (monção Iruvai) vai de dezembro a abril, com a melhor visibilidade de mergulho, e a estação chuvosa (monção Hulhangu) vai de maio a novembro, com a temporada de mantas e tubarões-baleia.

•Câmaras de descompressão existem em...

Câmaras de descompressão existem em algumas ilhas-resort; a prática padrão é um intervalo mínimo de 24 horas em superfície antes de voar após mergulhar.

•As Maldivas estão entre os...

As Maldivas estão entre os destinos mais seguros do sul da Ásia — os principais riscos são exposição solar, correntes marítimas e encontros com vida marinha, o que torna um seguro de viagem com cobertura de mergulho essencial.
Visão geral da viagem

As Maldivas giram em torno de alguns formatos claros de viagem — a semana de resort numa ilha só sua, a pousada local mais econômica, o cruzeiro liveaboard de mergulho pelos atóis centrais ou uma viagem de surfe — cada um com um perfil de custo e experiência bem diferente. A modalidade clássica é o resort de ilha privativa, com bangalôs sobre a água e pacotes tudo incluído; desde 2009, pousadas nas ilhas habitadas abriram um lado bem mais acessível do país.

Descubra Maldivas

O modelo «uma ilha, um resort»

Cada resort maldivo ocupa sua própria ilha desabitada, o que dá a cada propriedade um isolamento raro no turismo mundial — sem outros hóspedes além dos do próprio resort, sem tráfego, sem vizinhos. O acesso se dá por lancha rápida (15 a 60 minutos) ou hidroavião (30 a 50 minutos) a partir do Aeroporto Internacional Velana, dependendo da distância do atol. As áreas de resort mais estabelecidas ficam nos Atóis de Malé Norte e Sul, mais próximos do aeroporto, além dos Atóis de Baa (reserva da biosfera da UNESCO), Ari, Lhaviyani e Raa, e do extremo sul perto do aeroporto de Addu.

Mergulho: arraias-manta, tubarões-baleia e canais de atol

O mergulho é a assinatura do país — arraias-manta se alimentam em cardumes na Baía de Hanifaru durante boa parte do ano, tubarões-baleia aparecem durante todo o ano no sul do Atol de Ari, e os canais e recifes de Malé Norte e do Atol de Vaavu concentram uma densidade de vida marinha rara. A maioria dos resorts opera seu próprio centro de mergulho com saídas diárias, e cruzeiros liveaboard de vários dias alcançam os atóis mais remotos numa única viagem, incluindo o extremo sul, conhecido por tubarões-tigre e raposa.

Pousadas locais: a Maldivas mais acessível

Desde a legalização em 2009, pousadas administradas por moradores nas ilhas habitadas abriram um lado bem mais econômico do país — Maafushi é a mais conhecida e próxima de Malé, com uma cena de pousadas consolidada, mas Dhigurah, Fulidhoo, Thoddoo e outras oferecem o mesmo acesso a passeios de snorkel, bancos de areia e mergulho por uma fração do custo de resort. A convivência exige um ajuste cultural: biquínis são restritos a praias designadas para turistas, e não há venda de álcool nas ilhas habitadas.

Surfe e cruzeiros liveaboard

A temporada de surfe vai de abril a outubro, com as ondas concentradas nos atóis centrais em torno de Malé — ondas de recife consistentes, água morna e uma fração da lotação de destinos como Bali. Os cruzeiros liveaboard, de três a dez dias, funcionam como a forma mais eficiente de encadear vários atóis numa mesma viagem, combinando mergulho, snorkel e paradas em ilhas habitadas ao longo do percurso.

Formas de explorar este destino

Resorts de ilha privativa e vilas sobre a água

O formato clássico maldivo: um resort inteiro numa única ilha desabitada, vilas sobre a água com acesso direto à lagoa, centro de mergulho próprio e restaurantes internos — de propriedades cinco estrelas voltadas à família a refúgios de luxo inteiramente compostos por vilas.

Mergulho e vida marinha

Arraias-manta na Baía de Hanifaru, tubarões-baleia no sul do Atol de Ari durante todo o ano, canais e recifes em Malé Norte e Vaavu, e tubarões-tigre e raposa no extremo sul — entre os melhores mergulhos de atol do mundo.

Pousadas em ilhas habitadas

Maafushi, Dhigurah, Fulidhoo e Thoddoo oferecem passeios de snorkel, bancos de areia e mergulho por preços bem mais acessíveis do que os resorts — com biquínis restritos a praias designadas e ausência de álcool nas ilhas.

Surfe nos atóis centrais

Ondas de recife consistentes de abril a outubro nos atóis em torno de Malé, com pacotes de surfe em resort, viagens organizadas a partir de pousadas locais e barcos-charter dedicados à temporada.

Cruzeiros liveaboard

Embarcações de mergulho e snorkel de três a dez noites conectam múltiplos atóis numa única viagem — dos circuitos centrais de mantas e tubarões-baleia aos circuitos remotos do extremo norte e sul.

Malé e a culinária maldivia

A Mesquita de Sexta-Feira esculpida em pedra de coral, o Museu Nacional e o mercado local justificam uma parada de meio dia; a culinária local — atum, coco e curry com influência do Sri Lanka — é uma descoberta mais tranquila ao lado dos menus internacionais dos resorts.

Dinheiro e moeda

Dinheiro e moeda
Rf

Rufiyaa maldiva (MVR), dólar dos EUA (USD)

Código da moeda: MVR

Dicas práticas sobre dinheiro

O dólar americano domina o turismo — a rupia maldiva (MVR) é a moeda oficial

As Maldivas operam um sistema de moeda em duas camadas para turistas. A rupia maldiva (MVR) é a moeda oficial, atrelada ao dólar americano a uma taxa historicamente estável, mas o dólar é a moeda de facto para quase todo gasto turístico — hospedagem em resort, mergulho, passeios e transferências entre ilhas costumam ser cotados e cobrados em dólares. O euro é aceito na maioria dos resorts, geralmente a uma taxa menos vantajosa que o dólar. A rupia é essencial para a vida nas ilhas locais — mercados de Malé, pousadas mais econômicas e o serviço de balsa entre ilhas. Câmbio disponível no Bank of Maldives e em bancos internacionais em Malé, além das recepções de resort, geralmente a taxas menos favoráveis.

Caixas eletrônicos concentram-se em Malé e nos resorts maiores

O Bank of Maldives opera a rede de caixas eletrônicos mais ampla do país, presente em Malé e na maioria das ilhas-resort maiores, dispensando tanto dólares quanto rupias. Bancos internacionais têm presença limitada, concentrada em Malé. O terminal de balsas de Malé e o Aeroporto Internacional Velana também têm caixas eletrônicos. Ilhas locais mais econômicas costumam ter apenas um caixa eletrônico, que pode ficar sem numerário, e atóis mais remotos têm infraestrutura bancária praticamente inexistente. Vale sacar dólares suficientes em Malé ou no resort antes de se deslocar para áreas remotas ou encadear várias ilhas locais.

Cartões são aceitos em todos os resorts — dinheiro é necessário nas ilhas locais

Visa e Mastercard são aceitos em todos os resorts, centros de mergulho e spas; American Express tem boa aceitação nos resorts cinco estrelas. Pagamento por aproximação funciona nos terminais NFC dos resorts de padrão mais alto. Pousadas e comércios nas ilhas locais aceitam cartão de forma menos consistente — leve dinheiro em espécie para o check-out de pousadas, refeições locais e passagens de barco entre ilhas.

Sem álcool nas ilhas locais — e resorts operam noutro patamar de preço

O álcool é vendido exclusivamente em resorts, cruzeiros liveaboard e no hotel do aeroporto, já que as Maldivas são um país islâmico — não há venda em ilhas habitadas, e os preços de bar em resort costumam ser bem mais altos do que em restaurantes continentais. As Maldivas têm uma das amplitudes de preço mais extremas do turismo mundial: a hospedagem em resort está entre as mais caras do planeta, enquanto pousadas em ilhas habitadas oferecem acesso a boa parte do mesmo mergulho e snorkel por uma fração do custo. Gorjetas não são obrigatórias, mas são bem-vindas para a equipe de limpeza e, principalmente, para instrutores de mergulho.

Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.

Perguntas frequentes sobre dinheiro

Preciso de rupias maldivas (MVR) ou de dólares?

Depende do estilo de viagem. Hospedado num resort, o dólar cobre quase tudo — resorts faturam principalmente em dólares. Viajando entre pousadas nas ilhas locais, é necessário ter rupias para refeições, passagens de balsa e pequenos comércios; o dólar também é amplamente aceito nas ilhas locais, mas nem sempre à taxa oficial.

Apple Pay ou Google Pay funcionam nas Maldivas?

Sim, em terminais NFC de resorts de padrão mais alto — a maioria das lojas, restaurantes e centros de mergulho de resorts cinco estrelas aceita pagamento por aproximação. Nas ilhas locais, a infraestrutura de cartão é mais limitada, e vale levar dinheiro físico.

Posso trocar euros nas Maldivas?

Sim, em agências do Bank of Maldives em Malé e nas recepções de resort, mas a taxas menos vantajosas do que para o dólar. Para melhor aproveitamento, vale trocar euros por dólares antes de viajar, já que o dólar é a moeda estrangeira dominante nas Maldivas.

O álcool está disponível e como devo orçar para isso?

É estritamente proibido em todas as ilhas locais habitadas, por lei islâmica. Está disponível apenas em ilhas-resort e cruzeiros liveaboard, a preços elevados — vale orçar essa categoria separadamente do gasto nas ilhas locais.

Como pago as balsas entre ilhas?

O serviço público de balsas entre ilhas habitadas aceita rupias em dinheiro, com tarifas bem baixas. Transferências privadas de lancha entre ilhas costumam ser cobradas em dólares ou por cartão. Transferências de hidroavião para resorts mais remotos são faturadas em dólares diretamente pelo resort.

Devo dar gorjeta à equipe do resort?

Não é obrigatório, mas é genuinamente apreciado. A maioria dos resorts já inclui taxa de serviço e impostos governamentais na conta. Gorjetas comuns incluem a equipe de limpeza e, sobretudo, instrutores de mergulho — sempre em dólares, que são universalmente bem-vindos.

O que é a Taxa Verde (Green Tax) cobrada nos resorts?

As Maldivas somam duas cobranças governamentais à diária de hospedagem: a Taxa Verde, por noite, em resorts, hotéis, embarcações turísticas e pousadas maiores, com valor reduzido em pousadas menores nas ilhas habitadas, e um imposto sobre bens e serviços turísticos. Confirme os valores vigentes com sua acomodação no momento da reserva, já que ambos são revisados periodicamente.
Perguntas frequentes

Portugueses precisam de visto para as Maldivas?

Não — portugueses recebem visto de turista gratuito de 30 dias na chegada, parte da política universal aplicada a qualquer nacionalidade.

Brasileiros precisam de visto para as Maldivas?

Não — brasileiros recebem exatamente o mesmo visto de turista gratuito de 30 dias na chegada, sem distinção em relação a nenhuma outra nacionalidade.

Qual a diferença entre ficar num resort e numa pousada local?

Resorts ocupam ilhas inteiras só para os hóspedes, com álcool disponível e vilas sobre a água, a preços elevados. Pousadas ficam em ilhas habitadas por moradores locais, custam bem menos, mas seguem regras culturais mais rígidas — sem álcool e com biquínis restritos a praias designadas.

Qual é a melhor época para mergulhar nas Maldivas?

A estação seca, de dezembro a abril, tem a melhor visibilidade; a estação chuvosa, de maio a novembro, traz a temporada de arraias-manta e tubarões-baleia, apesar de chuvas tropicais mais frequentes.

Preciso reservar hospedagem antes de solicitar o visto?

Sim — o visto na chegada exige reserva confirmada num resort, hotel ou pousada registrado para toda a duração da estadia, além de passagem de volta ou de continuação de viagem.

As Maldivas são um destino só para lua de mel e viajantes de luxo?

Não necessariamente — desde 2009, pousadas em ilhas habitadas como Maafushi oferecem uma versão bem mais acessível do país, com acesso a boa parte do mesmo mergulho e snorkel por uma fração do custo de resort.

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