Malta
Código Telefônico
+356
Capital
Valeta
População
553.214 (2023)
Idiomas
Maltês · inglês
Área
316 km²
Eletricidade
230 V
Tipos de tomada
BS 1363
Mão de direção
esquerda
Nome Nativo
Malta
Região
Europa
Europa Meridional
Fuso Horário
Horário da Europa Central
UTC+01:00
Nesta página
Malta é um arquipélago no meio do Mediterrâneo, a sul da Sicília, formado por três ilhas habitadas — Malta, Gozo e a pequena Comino — e é um dos países mais pequenos do mundo. A escala engana: em poucos quilómetros cabem cidades muradas construídas por ordens militares religiosas, templos megalíticos mais antigos do que as pirâmides, falésias sobre um mar transparente e uma das melhores zonas de mergulho da Europa. Para o viajante lusófono há duas vantagens práticas raras de encontrar juntas: o inglês é língua oficial, o que elimina qualquer barreira de comunicação, e o país usa o euro e faz parte do espaço Schengen e da União Europeia — as três coisas ao mesmo tempo, o que não é comum. Some-se um clima ameno quase o ano inteiro e percebe-se por que Malta funciona tanto como destino de férias como de cursos de língua e de estadias longas de inverno.
Vistos e regras de entrada em Malta
Malta é membro da União Europeia, do espaço Schengen e da zona euro. Cidadãos portugueses e dos restantes Estados da União, do EEE e da Suíça entram com bilhete de identidade ou passaporte válido, ao abrigo da livre circulação, e podem residir, trabalhar e estudar sem visto nem autorização adicional. Cidadãos brasileiros entram sem visto, a turismo ou negócios, por até 90 dias dentro de qualquer período de 180, contados em todo o espaço Schengen e não apenas em Malta; a entrada de turista não permite exercer atividade laboral, o que é uma distinção relevante neste destino, onde muitos chegam para cursos de inglês e pretendem trabalhar em part-time. O passaporte deve ser válido por pelo menos três meses para além da data prevista de saída do espaço Schengen. O registo automatizado de entradas e saídas funciona nas fronteiras externas, com recolha de dados biométricos na primeira passagem, e está prevista uma autorização prévia em linha para as nacionalidades isentas de visto — confirme no portal oficial europeu se já lhe é exigida à data em que viaja. As nacionalidades sujeitas a visto pedem um visto Schengen de curta duração na representação maltesa competente, ou noutra missão Schengen que represente Malta. Para estadias superiores a 90 dias — estudo prolongado, trabalho ou residência — aplica-se o regime nacional, pedido antes da partida.
Tipos de visto comuns
Livre circulação (UE, EEE e Suíça)
Para portugueses e restantes cidadãos da União Europeia, do EEE e da Suíça — turismo, trabalho, estudo ou residência, sem visto e sem autorização de trabalho, com bilhete de identidade ou passaporte válido.
Entrada sem visto (Schengen, 90/180)
Para cidadãos brasileiros e das restantes nacionalidades isentas, em turismo, negócios ou cursos de curta duração. Sem pedido prévio, com o limite contado em todo o espaço Schengen e sem direito a trabalhar.
Visto Schengen de curta duração
Para as nacionalidades sujeitas a visto, entre elas vários passaportes africanos de língua portuguesa. Pede-se na representação maltesa competente ou noutra missão Schengen que represente Malta, com seguro de viagem, alojamento, meios e viagem de regresso.
Estudo prolongado e residência
Para cursos de língua ou programas académicos acima de 90 dias, trabalho com empregador maltês, reunião familiar ou residência. Malta é um destino consolidado de escolas de inglês, e os programas longos exigem autorização nacional pedida antes da partida.
Informações importantes para viajar a Malta
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•Brasileiros entram sem visto por...
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•O registo automatizado de entradas...
•Inglês é língua oficial ao...
•Conduz-se pela ESQUERDA. As estradas...
•O complexo megalítico subterrâneo tem...
•Vento: quando sopra do norte,...
•Melhor época: abril a junho...
•Cartões são aceites em toda...
Malta cabe num roteiro de uma semana e ainda assim obriga a escolher. Valeta, a capital, é uma cidade murada construída de raiz sobre uma península entre dois portos naturais, classificada pela UNESCO, e percorre-se inteira a pé em ruas em grelha que sobem e descem com vistas de água ao fundo de quase todas elas — a concatedral, com o seu interior barroco e uma pintura de Caravaggio, é a visita central. Do outro lado do porto ficam as Três Cidades, mais antigas do que a capital e muito menos concorridas, alcançáveis por um barco tradicional de travessia curta. No interior, Mdina é a antiga capital fortificada, silenciosa e habitada por poucas famílias, com muralhas de onde se vê metade do país. A ilha de Gozo, a norte, é mais rural e mais lenta, com a sua própria cidadela, salinas escavadas na rocha e falésias sobre o mar; entre as duas, a minúscula Comino guarda a lagoa de água turquesa que enche as fotografias e, em agosto, também os barcos. Some-se os templos megalíticos espalhados pelo arquipélago — dos mais antigos monumentos em pedra do mundo — e a razão pela qual Malta funciona para um leitor lusófono torna-se evidente: densidade histórica, mar quente e nenhuma barreira de língua.
Descubra Malta
Valeta e as Três Cidades
Valeta é uma cidade planeada, construída de raiz sobre uma península estreita entre dois portos naturais, e essa origem explica a grelha regular de ruas que sobem e descem com vistas de mar ao fundo. É pequena — atravessa-se a pé em vinte minutos — e concentra a concatedral, com um interior barroco em contraste absoluto com a fachada sóbria e uma pintura de Caravaggio na sua capela, os jardins de onde se vê o porto inteiro, e a arquitectura contemporânea da entrada da cidade, que dividiu opiniões e vale ver. Do lado oposto do porto ficam as Três Cidades, anteriores à capital e bem mais tranquilas: alcançam-se numa travessia curta em barco tradicional de madeira, e é ali que se percebe a escala das fortificações sem a multidão da margem principal.
Mdina, o interior e os templos megalíticos
A antiga capital, no alto do interior da ilha, é uma cidade fortificada onde vivem poucas famílias e onde os carros são praticamente proibidos — o que lhe dá um silêncio invulgar, sobretudo ao início da manhã e depois do jantar, quando os visitantes do dia partiram. Das muralhas vê-se boa parte do país de uma só vez. Nos arredores, o interior de Malta guarda o que é o verdadeiro trunfo histórico do arquipélago: templos megalíticos construídos em pedra há milhares de anos, entre os monumentos mais antigos do mundo e vários classificados pela UNESCO, alguns protegidos por coberturas que permitem a visita com tempo limitado. Um deles, subterrâneo, exige reserva com bastante antecedência e limita rigorosamente o número diário de visitantes por razões de conservação.
Gozo e Comino
Gozo é a segunda ilha e funciona como um contrapeso deliberado: mais rural, mais lenta, com aldeias em torno de igrejas desproporcionadamente grandes, uma cidadela fortificada no centro que se vê de quase toda a ilha, salinas escavadas na rocha ao longo da costa norte e mergulhos entre os melhores do Mediterrâneo. Vale dormir lá pelo menos uma noite em vez de a fazer em bate-volta, que é o erro comum. A travessia faz-se em ferry frequente, com carro ou a pé. Entre as duas ilhas está Comino, praticamente desabitada, com a lagoa de água turquesa que aparece em todas as fotografias do país — e que em pleno verão recebe uma quantidade de barcos que anula o encanto. Vá em maio, junho ou setembro, e cedo.
Mergulho e mar
Malta é um dos destinos de mergulho mais consolidados da Europa, e por razões concretas: água transparente com visibilidade elevada durante grande parte do ano, temperatura amena até bem dentro do outono, grutas e arcos naturais, paredes e uma quantidade invulgar de navios afundados propositadamente como recifes artificiais, a profundidades pensadas para diferentes níveis de certificação. Há centros de mergulho em toda a costa e em Gozo, com cursos completos a preços bastante abaixo dos praticados no Atlântico. Para quem não mergulha, o snorkel a partir das enseadas rochosas dá quase tudo o que interessa, e há praias de areia — poucas, concentradas a norte — que enchem no verão. Cuidado com o vento: quando sopra do norte, várias enseadas ficam impraticáveis e os barcos para Comino são suspensos.
Circular sem carro, e quando alugar um
Malta tem uma rede de autocarros que cobre praticamente todo o arquipélago a partir de um terminal central junto a Valeta, com bilhetes diários e semanais que compensam quase sempre — para uma primeira viagem centrada em Valeta, Mdina e nas praias do norte, chega perfeitamente. O carro só faz sentido para quem quer o interior, as enseadas menos servidas e a liberdade de horário em Gozo, e vem com duas advertências: conduz-se pela esquerda, herança institucional que surpreende quem chega do continente, e as estradas são estreitas com estacionamento difícil nas localidades históricas. Os táxis e as aplicações funcionam bem e são a solução sensata à noite, quando os autocarros rareiam.
Quando ir e o calor de agosto
A estação alta maltesa é o verão, e é também a pior altura para conhecer o país com conforto: julho e agosto são muito quentes e secos, a lagoa de Comino fica intransitável de barcos e os preços de alojamento sobem para máximos. As melhores janelas são a primavera e o início do outono — abril a junho e setembro a outubro — com mar ainda quente em setembro, temperaturas confortáveis para caminhar entre pedras sem sombra e muito menos gente nos sítios classificados. O inverno maltês é ameno e chuvoso a espaços, e é a razão pela qual muita gente do norte da Europa passa cá meses: o mar já não convida, mas o património, as caminhadas costeiras e as escolas de língua funcionam em pleno, a preços baixos.
Formas de explorar este destino
A capital murada classificada pela UNESCO, com a concatedral barroca e os jardins sobre o porto, as Três Cidades do outro lado da água e a antiga capital fortificada de Mdina no interior.
Monumentos em pedra entre os mais antigos do mundo, vários classificados pela UNESCO e espalhados pelas duas ilhas maiores, incluindo um complexo subterrâneo com número de visitantes rigorosamente limitado e reserva antecipada obrigatória.
Água transparente, grutas e arcos naturais, paredes e navios afundados como recifes artificiais a várias profundidades — um dos destinos de mergulho mais consolidados da Europa, com cursos a preços acessíveis.
A segunda ilha, rural e mais lenta, com cidadela, salinas escavadas na rocha e aldeias de igrejas monumentais, e a minúscula Comino com a sua lagoa de água turquesa, melhor visitada fora do pico do verão.
Malta é um destino consolidado de escolas de língua, com o inglês como idioma oficial, clima ameno no inverno e uma comunidade internacional que sustenta estadias de vários meses fora da época balnear.
Cozinha de influência siciliana e norte-africana, peixe fresco nas aldeias piscatórias, o coelho como prato nacional, pastéis salgados vendidos ao balcão e vinho local produzido em quantidades pequenas.
Dinheiro e moeda
Euro (EUR)
Código da moeda: EUR
Dicas práticas sobre dinheiro
Euro, e nada a tratar para quem vem de Portugal
Malta faz parte da zona euro, o que torna esta uma das viagens mais simples possíveis para quem parte de Portugal ou de qualquer país da moeda única: não há câmbio, não há comissões de conversão e os preços são diretamente comparáveis com os de casa. Para quem chega do Brasil, a conversão faz-se uma só vez, de real para euro, e vale trocar antes de partir ou pagar com cartão, deixando a conversão ao emissor — os balcões de câmbio do aeroporto são, como em toda a parte, a pior opção. Não é preciso levar grandes quantias em espécie: o país funciona bem a cartão.
Cartão em toda a parte, algum dinheiro para a aldeia
Cartões e pagamento por aproximação funcionam em praticamente todo o comércio maltês, incluindo restaurantes, lojas, centros de mergulho, museus e bilheteiras. O dinheiro vivo continua útil em três situações concretas: autocarros e transporte local em aldeias, mercados e bancas, e pequenos estabelecimentos familiares fora dos centros turísticos, sobretudo em Gozo. Uma quantia modesta em notas pequenas cobre isso confortavelmente. Se o seu cartão for emitido fora da zona euro, recuse a conversão para a sua moeda quando o terminal a propuser e escolha pagar em euros, que é sempre mais barato do que a taxa do terminal.
Caixas automáticos e transporte
Há caixas automáticos em abundância nas zonas urbanas e turísticas das duas ilhas maiores, e prefira os de agências bancárias aos terminais independentes instalados em zonas de passagem, que somam comissão própria. Um detalhe prático que poupa dinheiro e tempo: a rede de autocarros cobre praticamente todo o arquipélago e tem bilhetes de dia e de vários dias que compensam quase sempre em relação ao pagamento avulso, comprados ao motorista ou em pontos de venda — para uma estadia de uma semana centrada em Valeta, Mdina e no norte, é a decisão de transporte mais rentável do país e dispensa completamente o aluguer de carro.
Gorjeta, época alta e devolução de imposto
A gorjeta em Malta é modesta e opcional: arredondar a conta ou deixar cerca de dez por cento num restaurante de serviço à mesa quando o atendimento agrada, e nada em cafés e balcões. Verifique a conta antes de somar, porque alguns estabelecimentos turísticos já incluem taxa de serviço. Quanto ao orçamento, o que realmente pesa não é o dia a dia — é o alojamento em julho e agosto, quando os preços atingem máximos, e as atividades de mar, entre barcos e mergulho. Para visitantes residentes fora da União Europeia existe devolução de imposto sobre compras acima de um mínimo em lojas aderentes, com o documento pedido na loja e apresentado à saída da União.
Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.
Que moeda se usa em Malta?
Preciso de dinheiro vivo?
Compensa comprar passe de autocarro?
Devo dar gorjeta?
Posso recuperar o imposto das compras?
Quanto se gasta por dia em Malta?
Missões acreditadas para Malta
Preciso de visto para Malta?
Com passaporte ou bilhete de identidade português, não há qualquer formalidade: Malta é membro da União Europeia e a livre circulação permite entrar, ficar, trabalhar e estudar sem visto e sem autorização. Com passaporte brasileiro entra-se sem visto por até 90 dias dentro de qualquer período de 180, contados em todo o espaço Schengen e não apenas em Malta. Atenção a uma distinção que aqui importa mais do que noutros destinos: a entrada de turista não dá direito a trabalhar, e Malta recebe muitos estudantes de inglês que contam poder financiar a estadia com trabalho em part-time — isso exige o regime nacional, pedido antes da partida.
Malta usa euro?
Usa, e é dos poucos destinos desta região onde as três coisas coincidem: União Europeia, espaço Schengen e zona euro. Para o leitor português significa a viagem mais simples possível — não há moeda a trocar, nem formalidade de entrada, nem sequer roaming a preocupar dentro da União. Para o leitor brasileiro, significa que a conversão é feita uma só vez, em euros, e que os preços são diretamente comparáveis com os de Portugal ou de Espanha. Cartões e pagamento por aproximação funcionam em toda a parte, com algum dinheiro útil apenas para autocarros de aldeia, mercados e estabelecimentos pequenos.
Quantos dias são precisos?
Cinco a sete dias cobrem o arquipélago com calma, e é essa a duração que a maioria dos visitantes acaba por achar certa. Dois dias para Valeta e as Três Cidades, um para Mdina e o interior com os templos megalíticos, dois para Gozo — dormindo lá, e não em bate-volta, que é o erro comum — e um para mar, entre Comino e as enseadas do norte. Com apenas três dias, fique por Valeta, Mdina e uma saída de barco. Com duas semanas, Malta funciona bem como base de inverno ou para um curso de língua, que é aliás uma das razões pelas quais tanta gente cá volta fora da época balnear.
Preciso de alugar carro?
Não para uma primeira viagem. A rede de autocarros parte de um terminal central junto a Valeta e cobre praticamente todo o arquipélago, com bilhetes diários e semanais que compensam quase sempre, e as distâncias são curtas. O carro compensa para o interior, para as enseadas menos servidas e para ter liberdade de horários em Gozo — mas venha avisado de duas coisas: conduz-se pela esquerda, e as estradas são estreitas com estacionamento difícil nas localidades históricas. Para a noite, quando os autocarros rareiam, os táxis e as aplicações resolvem bem e a preços razoáveis para as distâncias envolvidas.
Qual é a melhor altura para ir?
Abril a junho e setembro a outubro. São as janelas com mar quente, temperaturas suportáveis para andar entre pedra sem sombra — que é o que Malta exige — e muito menos gente nos sítios classificados. Julho e agosto são a estação alta e a pior combinação possível: calor forte, preços no máximo e a lagoa de Comino coberta de barcos. O inverno é ameno e chuvoso a espaços, com o mar já fora de questão, mas é excelente para património, caminhadas costeiras e para as estadias longas e cursos de língua que sustentam boa parte da economia turística fora do verão.
Vale a pena dormir em Gozo?
Vale, e é a recomendação que mais muda a experiência de Malta. Gozo é deliberadamente diferente: rural, mais lenta, com aldeias organizadas à volta de igrejas monumentais, uma cidadela que se vê de quase toda a ilha e uma costa de salinas escavadas na rocha. Feita em bate-volta, reduz-se a uma corrida entre paragens de autocarro; com uma ou duas noites, ganha-se o fim da tarde e a manhã cedo, que é quando a ilha é ela própria. O ferry é frequente e curto, com ou sem carro. É também a melhor base para mergulho, com centros espalhados pela costa e alguns dos pontos mais conhecidos do país.
Como visito os templos megalíticos?
Com reserva antecipada para o que é subterrâneo, e com tempo para o resto. Os complexos ao ar livre visitam-se com bilhete normal, alguns sob coberturas de proteção que limitam a duração da visita. O complexo subterrâneo é o caso especial: admite um número diário rigorosamente limitado de visitantes por razões de conservação do ambiente interior, e as vagas esgotam com bastante antecedência — não é uma visita que se resolva à chegada ao país, e quem a quiser deve tratá-la antes de fechar as restantes reservas. Vale a pena: são monumentos em pedra entre os mais antigos do mundo, anteriores às pirâmides.
Preciso de falar maltês ou inglês?
Inglês, e é língua oficial do país ao lado do maltês — não é uma segunda língua bem falada, é oficial, usada na administração, na sinalética, na escola e nos tribunais. Para o viajante lusófono isso torna Malta um dos destinos mediterrânicos mais simples de percorrer: qualquer informação, horário, bilheteira ou serviço público funciona em inglês, sem intermediários. É precisamente essa característica que sustenta a indústria de escolas de língua do país, que recebe estudantes de toda a Europa e da América Latina. O maltês, língua semítica com escrita latina, ouve-se em todo o lado, mas ninguém espera que um visitante o fale.
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