Romênia
Código Telefônico
+40
Capital
Bucareste
População
19,1 mi (2022)
Idiomas
língua romena
Área
238.397 km²
Eletricidade
230 V
Tipos de tomada
Europlug · Schuko
Mão de direção
direita
Nome Nativo
România
Região
Europa
Europa Oriental
Fuso Horário
Horário da Europa Oriental
UTC+02:00
Nesta página
A Roménia é dos países europeus que mais recompensa quem chega sem ideias feitas. Tem os Cárpatos a atravessá-la ao meio, com estradas de montanha entre as mais espetaculares do continente e uma das maiores populações de urso-pardo da Europa; tem a Transilvânia, com cidades saxãs muradas, igrejas fortificadas e castelos que a ficção tornou famosos; tem os mosteiros pintados da Bucovina, com afrescos exteriores classificados pela UNESCO; e tem, na foz do Danúbio, um delta que é uma das maiores zonas húmidas da Europa e um santuário de aves. Bucareste, a capital, mistura bulevares de traço francês com uma cena gastronómica e noturna em franca ascensão. Duas notas de preparação: a Roménia faz parte do espaço Schengen e da União Europeia, mas usa o leu e não o euro, e o país é grande — as distâncias entre regiões pedem mais tempo do que o mapa sugere.
Vistos e regras de entrada na Roménia
A Roménia é membro da União Europeia e completou a adesão ao espaço Schengen, primeiro nas fronteiras aéreas e marítimas e depois nas terrestres, pelo que aplica agora o quadro comum de curta duração. Cidadãos portugueses e dos restantes Estados da União, do EEE e da Suíça entram com bilhete de identidade ou passaporte válido, ao abrigo da livre circulação, e podem residir, trabalhar e estudar sem visto nem autorização. Cidadãos brasileiros entram sem visto, a turismo ou negócios, por até 90 dias dentro de qualquer período de 180, contados em todo o espaço Schengen e não apenas na Roménia; a entrada de turista não permite exercer atividade laboral. O passaporte deve ser válido por pelo menos três meses para além da data prevista de saída do espaço Schengen. O registo automatizado de entradas e saídas funciona nas fronteiras externas, com recolha de dados biométricos na primeira passagem, e está prevista uma autorização prévia em linha para as nacionalidades isentas de visto — confirme no portal oficial europeu se já lhe é exigida à data em que viaja. Quem precisa de visto Schengen pode pedi-lo numa representação romena ou usar um visto emitido por qualquer outro Estado-membro. Para estadias superiores a 90 dias aplica-se o regime de autorização de residência, pedido antes da partida.
Tipos de visto comuns
Livre circulação (UE, EEE e Suíça)
Para portugueses e restantes cidadãos da União Europeia, do EEE e da Suíça — turismo, trabalho, estudo ou residência, sem visto e sem autorização de trabalho, com bilhete de identidade ou passaporte válido.
Entrada sem visto (Schengen, 90/180)
Para cidadãos brasileiros e das restantes nacionalidades isentas, em turismo, negócios, conferências e visita a familiares. Sem pedido prévio, com o limite contado em todo o espaço Schengen e sem direito a trabalhar.
Visto Schengen de curta duração
Para as nacionalidades sujeitas a visto, entre elas vários passaportes africanos de língua portuguesa. Pede-se numa representação romena ou usa-se um visto Schengen emitido por outro Estado-membro, com seguro, alojamento, meios e viagem de regresso.
Autorização de residência
Para estadias superiores a 90 dias: trabalho com empregador romeno, estudo em instituição romena, investigação ou reunião familiar. A Roménia tornou-se um destino relevante para trabalho remoto e para o setor tecnológico, com regimes próprios por categoria.
Informações importantes para viajar à Roménia
•A Roménia é membro da...
•Moeda: o leu romeno, NÃO...
•Portugueses entram com bilhete de...
•Brasileiros entram sem visto por...
•O registo automatizado de entradas...
•Estradas de montanha: as duas...
•Ursos: a observação faz-se exclusivamente...
•Distâncias: o país é grande...
•Mosteiros e igrejas ativas pedem...
•Cartões são amplamente aceites nas...
A Roménia organiza-se para o visitante em quatro blocos, e escolher dois é o caminho sensato para uma primeira viagem. A Transilvânia é o mais procurado: Brasov, Sibiu e Sighisoara formam um triângulo de cidades saxãs de praça central, casas de fachada colorida e muralhas, com as igrejas fortificadas das aldeias em volta classificadas pela UNESCO e os castelos da região a poucos quilómetros — incluindo o que a ficção transformou em morada de vampiro e que, na realidade, é uma fortaleza de encosta com uma história bem mais interessante do que a lenda. A norte, na Bucovina, ficam os mosteiros pintados, com afrescos aplicados pelo lado de fora das igrejas e conservados há séculos, também classificados. Ao centro, os Cárpatos oferecem estradas de montanha que se contam entre as mais espetaculares da Europa, abertas apenas no verão, trilhos com abrigos e uma das maiores populações de urso-pardo do continente. A leste, o delta do Danúbio é uma imensidão de canais, lagos e caniçais onde se circula de barco e se observam aves em quantidade rara. Bucareste, a capital, serve de porta de entrada e merece dois dias por si só, entre bulevares de traço francês, museus e uma noite animada.
Descubra Romênia
Transilvânia: o triângulo saxão
A Transilvânia é onde a maioria das viagens começa, e concentra-se num triângulo fácil de percorrer. Brasov tem uma praça central rodeada de fachadas coloridas, uma igreja gótica enorme de pedra escurecida e um teleférico que sobe ao monte para a vista de conjunto. Sighisoara, mais a norte, é uma cidadela medieval habitada, classificada pela UNESCO, com torres de ofícios ao longo da muralha e ruas de pedra que se percorrem numa manhã. Sibiu completa o conjunto com duas praças ligadas e as famosas mansardas ovais que dão às casas o ar de estarem a olhar para quem passa. À volta destas cidades estão as aldeias saxãs com igrejas fortificadas, também classificadas — igrejas rodeadas de muralhas e torres, onde a comunidade se abrigava, e que hoje se visitam com a chave pedida à pessoa que a guarda na aldeia.
Os castelos e o que realmente são
A Roménia tem dois castelos que dominam qualquer roteiro, e vale saber o que se vai ver antes de escolher. O primeiro, na estrada entre Brasov e Bucareste, é a fortaleza de encosta que a literatura associou ao mito do vampiro — a ligação é sobretudo comercial, e o edifício vale por si: uma construção defensiva compacta, de escadas estreitas e pátios interiores, com uma exposição sobre a sua história real e uma multidão considerável em época alta, pelo que convém chegar à abertura. O segundo, perto de Sinaia, é um palácio real do século XIX de interiores em madeira trabalhada, vitrais e salas temáticas, e é, para muitos visitantes, a visita mais bonita do país. Ficam a menos de uma hora um do outro, o que permite juntá-los no mesmo dia se se começar cedo.
Cárpatos: estradas de montanha, trilhos e ursos
A espinha montanhosa do país oferece duas das estradas mais fotografadas da Europa, ambas de curvas fechadas por desfiladeiros e barragens de altitude — e ambas abertas apenas no verão, tipicamente do início do verão ao início do outono, com datas que variam conforme a neve e que devem ser confirmadas antes de partir, porque conduzir até lá e encontrar a barreira fechada é uma frustração comum. Fora do asfalto, os Cárpatos têm trilhos assinalados, abrigos de montanha e uma das maiores populações de urso-pardo da Europa. É precisamente por isso que a observação se faz sempre com guias locais, a partir de esconderijos preparados, e nunca por iniciativa própria: aproximar-se de ursos, ou pior, alimentá-los, é perigoso para o visitante e fatal para o animal, que passa a ser considerado problemático.
Bucovina e os mosteiros pintados
No norte do país, na região da Bucovina, está um conjunto que não tem paralelo noutro lugar: mosteiros cujas igrejas foram pintadas com afrescos pelo lado de FORA, cobrindo as paredes exteriores inteiras com cenas bíblicas em azuis, verdes e vermelhos que sobreviveram a séculos de intempérie. Vários estão classificados pela UNESCO e continuam a ser comunidades religiosas ativas, o que significa horários próprios, vestuário discreto pedido à entrada e recolhimento durante os ofícios. Visitam-se em circuito, três ou quatro num dia longo, de carro ou com excursão organizada a partir de Suceava, e ficam longe do triângulo da Transilvânia — juntar as duas regiões na mesma viagem exige aceitar um dia inteiro de deslocação entre elas.
O delta do Danúbio
Onde o Danúbio encontra o mar Negro, o rio abre-se num labirinto de canais, lagos e caniçais que forma uma das maiores zonas húmidas da Europa e uma reserva da biosfera. Circula-se de barco, e só de barco: a partir de Tulcea, as embarcações levam a povoações que não têm estrada, onde se dorme em pensões simples e se come peixe de água doce cozinhado como em nenhum outro sítio do país. É um dos melhores destinos europeus de observação de aves, com pelicanos como imagem de marca e centenas de espécies em passagem conforme a estação. A primavera e o início do verão são a janela para a nidificação; o verão traz mosquitos em quantidade que exige repelente a sério. Reserve o barco e a dormida com antecedência: a capacidade de alojamento é pequena.
Bucareste, distâncias e o leu
Bucareste merece mais do que a noite entre voos que muitos lhe dão. Os bulevares de traço francês, os museus, o centro velho de terraços e a enorme sede parlamentar — visitável mediante marcação e apresentação de documento, num circuito guiado — enchem dois dias sem esforço, e a cena gastronómica da cidade mudou por completo na última década. A partir dali, conte com as distâncias reais do país: a Transilvânia fica a algumas horas por estrada ou comboio, a Bucovina consideravelmente mais longe, e o delta noutro eixo por completo. O comboio é barato e panorâmico mas lento; o carro dá liberdade nas montanhas e é a única forma prática de percorrer as aldeias com igrejas fortificadas. E lembre-se de que a moeda é o leu: apesar da União Europeia, o euro não se usa no comércio.
Formas de explorar este destino
Brasov, Sibiu e a cidadela medieval habitada de Sighisoara, classificada pela UNESCO, com as aldeias de igrejas fortificadas em redor — o circuito mais procurado do país e o mais fácil de percorrer.
A fortaleza de encosta associada ao mito do vampiro e o palácio real do século XIX perto de Sinaia, a menos de uma hora um do outro, mais as cidadelas e fortificações espalhadas pela Transilvânia.
Estradas de montanha abertas só no verão, trilhos com abrigos, estâncias de neve no inverno e uma das maiores populações de urso-pardo da Europa, observada apenas com guias locais e de esconderijos preparados.
Igrejas com afrescos aplicados nas paredes exteriores, várias classificadas pela UNESCO e ainda comunidades religiosas ativas, visitadas em circuito de um dia longo a partir de Suceava.
Canais, lagos e caniçais percorridos de barco, povoações sem acesso por estrada, peixe de água doce e uma das melhores observações de aves da Europa, com os pelicanos como imagem de marca.
Bulevares de traço francês, museus, o centro velho de terraços, a sede parlamentar visitável com marcação e uma cena gastronómica e noturna que mudou completamente na última década.
Dinheiro e moeda
Leu romeno (RON)
Código da moeda: RON
Dicas práticas sobre dinheiro
Leu romeno — a União Europeia não trouxe o euro
A Roménia é membro da União Europeia e já integra o espaço Schengen, mas mantém moeda própria: o leu. O euro não é aceite no comércio corrente, e a oferta ocasional de o receber em zonas muito turísticas vem sempre com uma taxa desfavorável. Não vale a pena trocar antes de partir. As casas de câmbio das cidades, com as taxas afixadas à porta e sem comissão, são competitivas, mas verifique sempre o valor final antes de entregar o dinheiro e prefira estabelecimentos com montra de rua a balcões escondidos em galerias. Levantar leus num caixa de agência bancária à chegada é a opção mais simples e previsível.
Cartão nas cidades, sem hesitação
Nas cidades romenas o pagamento por cartão e por aproximação é a norma, incluindo em transportes, supermercados, restaurantes e comércio pequeno — o país modernizou os pagamentos muito depressa e, nesse aspeto, está à frente de vários vizinhos ocidentais. Avise o seu banco da viagem se o cartão for de fora da Europa e leve um segundo guardado à parte. A regra que poupa dinheiro é sempre a mesma: quando o terminal perguntar se quer pagar na sua moeda em vez de leus, recuse — a conversão dinâmica aplica uma taxa pior do que a do seu emissor. Escolha leus e deixe a conversão ao banco.
Dinheiro vivo é para o país fora das cidades
Assim que se sai dos centros urbanos, a Roménia volta a funcionar a dinheiro, e é precisamente aí que está boa parte do que se veio ver. Aldeias com igrejas fortificadas onde a chave é guardada por um habitante, mosteiros que aceitam donativo, mercados de produtores, pensões familiares, guias de montanha e transporte local trabalham em espécie. Leve notas pequenas: nas aldeias, o troco para uma nota grande é um problema real. Uma reserva moderada, reposta na cidade antes de partir para o interior, resolve vários dias sem obrigar a procurar caixas em localidades que podem não ter nenhum.
Caixas, gorjeta e devolução de imposto
Os caixas automáticos são abundantes nas cidades e escasseiam nas aldeias e nas zonas de montanha, por isso levante antes de sair do asfalto principal. Prefira caixas de agências bancárias aos terminais independentes de zonas turísticas, que somam comissão própria, e recuse sempre a conversão proposta no ecrã. A gorjeta é modesta e bem recebida: cerca de dez por cento em restaurantes de serviço à mesa, arredondamento em táxis, nada em balcões. Guias de montanha e motoristas de excursão gratificam-se em dinheiro. Por fim, visitantes residentes fora da União Europeia podem ter direito a devolução do imposto sobre compras acima de um mínimo, com o documento pedido na loja e apresentado à saída da União.
Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.
Que moeda se usa na Roménia?
Posso usar só cartão?
Onde troco dinheiro com melhor taxa?
Quanto se dá de gorjeta?
Posso recuperar o imposto das compras?
Quanto devo contar gastar por dia?
Missões acreditadas para Romênia
Preciso de visto para a Roménia?
Com passaporte ou bilhete de identidade português, não há formalidade: a livre circulação na União Europeia permite entrar, ficar, trabalhar e estudar sem visto. Com passaporte brasileiro entra-se sem visto por até 90 dias dentro de qualquer período de 180 — e como a Roménia completou a adesão ao espaço Schengen, esse limite conta agora somado a todos os outros Estados Schengen, e não isoladamente como acontecia antes. É uma mudança prática relevante para quem combina a Roménia com uma viagem europeia mais longa: os dias passados em Espanha, Itália ou Alemanha descontam do mesmo saldo. As nacionalidades sujeitas a visto pedem um Schengen de curta duração antes de partir.
A Roménia usa euro?
Não. É membro da União Europeia e já faz parte do espaço Schengen, mas mantém a sua moeda, o leu, e o euro não é aceite no comércio corrente — é uma das confusões mais frequentes, e a mesma que existe na Polónia, na Suécia ou na Hungria. Trocar antecipadamente não vale a pena: pague com cartão, que é aceite em toda a parte nas cidades, e levante leus num caixa de agência bancária para o que precisar em espécie. Recuse a conversão para a sua moeda proposta pelos terminais e escolha pagar em leus, que é sempre mais barato.
Vale a pena visitar o castelo associado ao mito do vampiro?
Vale, desde que se vá com a expectativa certa. A ligação entre o edifício e a personagem literária é sobretudo comercial, construída muito depois do romance, e quem espera encontrar cenografia gótica sai desiludido. O que se encontra é uma fortaleza de encosta compacta e genuinamente interessante, de escadas estreitas, pátios interiores e uma exposição sobre a sua história real — e uma multidão considerável em época alta, o que torna a chegada à hora de abertura a diferença entre uma boa visita e uma fila. Junte-o ao palácio real do século XIX que fica a menos de uma hora dali, e que muitos visitantes acabam por considerar a visita mais bonita do país.
Quando abrem as estradas de montanha dos Cárpatos?
Apenas no verão, tipicamente do início do verão ao início do outono, e com datas que mudam de ano para ano em função da neve acumulada — não há calendário fixo, e a barreira permanece fechada até as autoridades a abrirem. É por isso que a verificação prévia é obrigatória e não um conselho: conduzir várias horas até ao início de uma dessas rotas e encontrá-la encerrada é um dos contratempos mais comuns em roteiros romenos. Fora dessa janela, as mesmas montanhas continuam acessíveis por outras estradas e por comboio, e o inverno traz as estâncias de neve, que funcionam bem e a preços muito abaixo dos alpinos.
Consigo ver ursos na Roménia?
Consegue, e o país tem uma das maiores populações de urso-pardo da Europa — mas exclusivamente através de operadores e guias locais, a partir de esconderijos preparados para observação, e nunca por iniciativa própria. Isto não é uma formalidade turística: procurar ursos sozinho é perigoso, e alimentá-los, incluindo atirar comida da janela do carro à beira da estrada, condena o animal, que passa a associar pessoas a alimento e acaba abatido por ser considerado problemático. As saídas organizadas fazem-se ao fim da tarde, com espera em silêncio, e não garantem avistamento. Escolha operadores que trabalhem com os serviços florestais e que não pratiquem alimentação artificial.
Quantos dias e que regiões?
Uma semana chega para uma região com a capital; duas permitem duas regiões sem correrias. A combinação mais fácil para uma primeira viagem é Bucareste com a Transilvânia, que se liga por estrada ou comboio em poucas horas e concentra as cidades saxãs, os castelos e o acesso aos Cárpatos. A Bucovina dos mosteiros pintados fica consideravelmente mais a norte e implica um dia inteiro de deslocação. O delta do Danúbio está noutro eixo, a leste, e pede três dias próprios para valer a pena. Tentar as três regiões numa semana significa passar metade dela em estrada — escolha e aprofunde.
Como se circula pelo país?
De carro, se quiser as aldeias, as igrejas fortificadas e as estradas de montanha, que é onde está boa parte do encanto do país e onde o transporte público não chega com utilidade. De comboio, se ficar pelas cidades: a rede é extensa e barata, com percursos panorâmicos bonitos, mas lenta — os tempos de viagem são bastante superiores ao que a distância sugere. Os autocarros e as carrinhas de linha cobrem o resto e são a forma como a maioria das pessoas se desloca. Se alugar carro, conte com estradas nacionais de qualidade desigual, trânsito lento atrás de veículos agrícolas e a recomendação clara de não conduzir de noite em zonas rurais.
Qual é a melhor altura para ir?
De maio a setembro, com uma nuance por região. O verão é a única janela para as estradas de altitude dos Cárpatos e a melhor para caminhadas, com julho e agosto a serem também os meses mais quentes em Bucareste, que fica abafada. A primavera e o início do verão são o momento do delta do Danúbio, com nidificação e menos mosquitos do que em pleno agosto. O outono dá cor às montanhas e é excelente para a Transilvânia. O inverno é frio e com neve, fecha as estradas altas mas abre as estâncias e enche as cidades saxãs de mercados de Natal, com preços muito abaixo dos equivalentes na Europa ocidental.
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