Sri Lanka
Código Telefônico
+94
Capital
Sri Jayawardenepura Kotte (administrativa), Colombo (comercial)
População
21,4 mi (2017)
Idiomas
cingalês · Língua tâmil
Área
65.610 km²
Eletricidade
230 V
Tipos de tomada
AC power plugs and sockets: British and related types · BS 546 · BS 1363
Mão de direção
esquerda
Nome Nativo
śrī laṃkāva
Região
Ásia
Ásia Meridional
Fuso Horário
Horário Padrão da Índia
UTC+05:30
Nesta página
O Sri Lanka é uma ilha em forma de gota ao largo da costa sudeste da Índia, com cerca de 22 milhões de habitantes e uma densidade extraordinária de patrimônio histórico, natureza e culinária para seu tamanho — menor do que a Escócia. A entrada é simples: toda nacionalidade, incluindo Portugal e o Brasil, precisa da Autorização Eletrônica de Viagem (ETA), obrigatória e solicitada on-line em portal oficial de ETA do Sri Lanka antes da viagem — o visto na chegada foi descontinuado. A isenção da taxa da ETA se aplica a uma lista de nacionalidades que muda periodicamente; confirme se Portugal e o Brasil estão incluídos no portal oficial.
Sri Lanka: sistema de visto e ETA
O Sri Lanka usa um sistema de Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) para visitantes de curta duração — não há mais visto na chegada, e toda nacionalidade, incluindo Portugal e o Brasil, precisa solicitar a ETA on-line antes de viajar. A ETA é processada em poucos dias em portal oficial de ETA e concede 30 dias com duas entradas ou 180 dias com uma entrada; a isenção da taxa se aplica a uma lista de nacionalidades que muda periodicamente (última revisão em 25 de maio de 2026) — confirme se Portugal e o Brasil estão incluídos, e o valor vigente caso não estejam, no portal oficial antes de viajar. Use apenas o site oficial do governo para evitar taxas cobradas por intermediários, e confira todos os dados, incluindo o número do passaporte, com atenção — qualquer erro exige uma nova solicitação. Prorrogações para estadias além de 30 dias são feitas on-line pelo portal de imigração, embora o processo seja demorado. Vistos de negócios são exigidos para reuniões, conferências e atividades comerciais, e devem ser obtidos numa embaixada do Sri Lanka antes da viagem — não estão disponíveis pelo sistema de ETA. Vistos de trabalho e voluntariado também precisam ser providenciados antecipadamente por via diplomática. O passaporte deve ter validade mínima de seis meses com uma página em branco, e é exigida passagem de continuação ou volta, além de comprovação de fundos. Certificado de febre amarela é obrigatório para quem chega de país endêmico.
Tipos de visto comuns
Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) - Turismo
Para turismo, férias na praia, visitas culturais, safáris e visitas familiares de curta duração. Solicitada on-line em portal oficial de ETA — obrigatória para toda nacionalidade; a isenção de taxa aplica-se a uma lista de países que muda periodicamente, confirme a taxa vigente para a sua nacionalidade no portal oficial. Processada em poucos dias, válida em todos os pontos de entrada. Exige passaporte com seis meses de validade, passagem de continuação e comprovação de fundos.
Visto de negócios
Para reuniões de negócios, conferências, negociações e atividades comerciais. Deve ser obtido numa embaixada ou consulado do Sri Lanka antes da viagem — não disponível pelo sistema de ETA on-line nem no aeroporto.
Visto de trabalho e voluntariado
Para emprego, trabalho voluntário, posições em ONGs, ensino e trabalho religioso. Deve ser providenciado numa embaixada do Sri Lanka com antecedência — não disponível na chegada nem on-line.
Trânsito (menos de 24 horas)
Passageiros em trânsito aéreo com conexões dentro de 24 horas que permanecem na área de trânsito internacional não precisam de ETA. Quem sair da imigração ou ficar mais tempo precisa solicitá-la.
Informações essenciais para viajar ao Sri Lanka
•A ETA é obrigatória antes...
•Passaporte com validade mínima de...
•Ultrapassar o prazo da ETA...
•Duas monções opostas: a monção...
•Moeda: rupia do Sri Lanka...
•Tuk-tuks são o transporte principal...
•Vestimenta em locais religiosos: tire...
•Itens proibidos: cigarros eletrônicos, dispositivos...
•Reservas de safári em Yala...
•Golpes com pedras preciosas são...
O Sri Lanka concentra uma densidade extraordinária de experiências para seu tamanho — templos antigos e Patrimônios da UNESCO no Triângulo Cultural, praias em duas costas distintas, vida selvagem de padrão mundial e plantações de chá nas terras altas, conectadas por uma das viagens de trem mais bonitas do mundo.
Descubra Sri Lanka
O Triângulo Cultural e Sigiriya
Sigiriya se ergue 200 metros direto da selva ao redor — uma fortaleza rochosa cujas ruínas no topo, afrescos na rocha e portal em forma de pata de leão a tornaram o sítio mais fotografado do Sri Lanka; a subida é íngreme mas viável, e chegar no horário de abertura evita tanto o calor quanto as multidões. Anuradhapura, a primeira grande capital da ilha, espalha suas stupas budistas de dois mil anos por uma área tão extensa que é melhor explorada de bicicleta ou tuk-tuk do que a pé. Polonnaruwa, a capital medieval que a sucedeu, concentra suas ruínas — incluindo os quatro Budas esculpidos em rocha do Gal Vihara — num núcleo muito mais compacto e caminhável. Kandy, a última das capitais reais da ilha, abriga o Templo do Dente, centro espiritual do budismo cingalês e palco da procissão anual de Esala Perahera.
O trem de Kandy a Ella e as terras altas do chá
O trem de Kandy a Ella sobe por horas entre plantações de chá, florestas de eucalipto e túneis de montanha, cruzando o viaduto de nove arcos de Demodara no caminho — uma viagem lenta e sem pressa que costuma figurar entre as mais bonitas do mundo, e os assentos reservados do vagão-mirante esgotam com bastante antecedência na alta temporada. Ella cresceu de vilarejo do chá para centro de trilhas: o Little Adam's Peak oferece uma caminhada fácil ao nascer do sol, enquanto o Ella Rock é mais longo e íngreme, ambos recompensados por vistas sobre os vales em terraço abaixo. Nuwara Eliya, mais alta e mais fria, preserva arquitetura suficiente da era colonial para ter ganhado o apelido de «Pequena Inglaterra», e fábricas de chá em funcionamento por toda a região oferecem visitas que acompanham a folha desde o arbusto até a xícara.
Duas costas, duas temporadas de praia
As costas sul e oeste do Sri Lanka têm sua temporada de novembro a abril, quando a baía protegida de Unawatuna é ideal para nadar e Mirissa se torna um dos lugares mais confiáveis do mundo para avistar baleias-azuis mar afora. Tangalle, mais adiante na costa sul, troca a vida noturna por trechos de areia tranquilos, enquanto as ondas suaves e constantes de Weligama a tornaram a principal cidade de surfe iniciante da ilha. A costa leste segue o calendário oposto, de maio a outubro: Arugam Bay é regularmente classificada entre as melhores ondas da Ásia para surfistas mais experientes, e Trincomalee, mais ao norte, combina baías calmas e cristalinas com sua própria temporada de observação de baleias. Entre as duas costas, alguma forma de clima de praia está disponível na ilha durante quase o ano inteiro.
Yala, Udawalawe e a vida selvagem do Sri Lanka
O Parque Nacional de Yala tem a maior densidade de leopardos já registrada em qualquer lugar do planeta, embora os avistamentos ainda dependam de sorte e de um bom guia — os safáris de jipe saem ao amanhecer e ao entardecer, quando os felinos estão mais ativos. Udawalawe, construído em torno de um reservatório, é o parque mais confiável para elefantes, com manadas residentes visíveis na maioria das visitas, independentemente da época. Minneriya recebe «o Encontro» entre agosto e outubro, quando várias centenas de elefantes se reúnem na margem do reservatório em recuo, numa das maiores congregações de elefantes da Ásia. Sinharaja, floresta tropical reconhecida pela UNESCO no sudoeste da ilha, protege um dos últimos trechos significativos de mata baixa do Sri Lanka e recompensa os visitantes com aves que não existem em nenhuma outra parte da ilha.
Chá, especiarias e a mesa cingalesa
O chá do Sri Lanka, cultivado nas terras altas centrais desde o final do século XIX, depois que uma praga forçou a substituição das plantações de café, continua sendo um dos mais reconhecidos do mundo — as propriedades de altitude do chá Ceylon em torno de Nuwara Eliya e Ella produzem alguns de seus grãos mais valorizados, e as visitas às fábricas terminam, previsivelmente, com uma xícara fresca. No prato, arroz com curry é a base da maioria das refeições, servido com dez ou mais sambols e acompanhamentos em vez de um único prato principal; hoppers (panquecas de arroz fermentado em formato de tigela, muitas vezes com um ovo quebrado no centro) e kottu roti (pão achatado picado e refogado com legumes, ovo e carne ou frutos do mar) são as comidas de rua que definem a ilha. Muito antes de ser o Ceilão, a ilha era a Ilha das Especiarias — canela, cardamomo e cravo ainda crescem pela zona úmida, e o caranguejo cingalês, preparado num molho intenso de pimenta e especiarias, tornou-se um prato que vale planejar uma refeição em torno dele.
O Forte de Galle e quatro séculos de camadas coloniais
As muralhas do Forte de Galle, construídas pelos portugueses e ampliadas pelos holandeses no século XVII, envolvem uma cidade antiga percorrível a pé que se tornou o bairro colonial mais bem preservado da ilha — ruas de paralelepípedos, igrejas reformadas holandesas e antigas casas de comerciantes hoje abrigam hotéis boutique, galerias e cafés em vez dos escritórios comerciais que originalmente ocuparam. Colombo carrega suas próprias camadas coloniais de forma mais irregular, com prédios da era holandesa, torres de relógio britânicas e o Antigo Parlamento convivendo com um horizonte que se moderniza rapidamente. A arquitetura de estação de montanha de Nuwara Eliya e os bangalôs de plantação espalhados pelas terras do chá completam o quadro — quatro séculos de presença portuguesa, holandesa e britânica que moldaram a arquitetura, a culinária e os nomes de lugares da ilha muito além do que ainda está de pé hoje.
Formas de explorar este destino
A fortaleza rochosa de Sigiriya, as stupas budistas de Anuradhapura, as ruínas medievais de Polonnaruwa, o Templo do Dente em Kandy, os templos-caverna de Dambulla e as muralhas coloniais do Forte de Galle — oito Patrimônios da UNESCO numa ilha do tamanho da Escócia.
Unawatuna e Mirissa na costa sul, Tangalle para sossego, Weligama para surfe iniciante, Arugam Bay na costa leste — uma das melhores ondas da Ásia — e as baías intocadas de Trincomalee, com as duas monções garantindo praia boa o ano todo.
Yala com a maior densidade de leopardos do mundo, Udawalawe com avistamentos garantidos de elefantes, Minneriya com centenas de elefantes reunidos entre agosto e outubro, a floresta de Sinharaja e a observação de baleias-azuis ao largo de Mirissa entre dezembro e abril.
O trem entre Kandy e Ella atravessa plantações de chá, túneis e a Ponte dos Nove Arcos numa das rotas ferroviárias mais bonitas do mundo; Nuwara Eliya preserva arquitetura de herança britânica, e visitas a fábricas de chá mostram o processo da folha à xícara.
Arroz com curry acompanhado por dezenas de sambols, hoppers (panquecas em formato de tigela com ovo), kottu roti e frutos do mar frescos — o Sri Lanka foi a Ilha das Especiarias muito antes de ser o Ceilão, com canela, cardamomo e cravo ainda centrais à culinária.
O Forte de Galle, cidade murada holandesa e portuguesa hoje transformada em distrito de hotéis boutique e galerias, os prédios coloniais de Colombo e a arquitetura de estação de montanha britânica de Nuwara Eliya guardam quatro séculos de influência portuguesa, holandesa e britânica.
Dinheiro e moeda
Rupia do Sri Lanka (LKR)
Código da moeda: LKR
Dicas práticas sobre dinheiro
A rupia do Sri Lanka oscila — confira a cotação antes de viajar
A rupia do Sri Lanka (LKR) passou por oscilações significativas nos últimos anos, e a cotação pode mudar de forma relevante entre a reserva e a chegada — confira a taxa atual pouco antes de viajar. Câmbio disponível em bancos oficiais e casas de câmbio licenciadas em Colombo, Kandy e Galle; as taxas no Aeroporto de Bandaranaike são razoáveis, mas o centro das cidades costuma oferecer taxas um pouco melhores. Evite trocadores de rua não licenciados.
Cartão funciona em áreas turísticas — dinheiro é necessário no resto
Visa e Mastercard são aceitos em hotéis, restaurantes mais sofisticados, grandes lojas e supermercados em Colombo, Kandy, Galle e zonas turísticas. Pagamento por aproximação funciona em terminais modernos nos shoppings de Colombo e redes hoteleiras internacionais. Fora das áreas turísticas — tuk-tuks, restaurantes locais, mercados, pousadas rurais, entrada de templos e pequenos comércios — dinheiro é a única opção. Carregue sempre rupias suficientes para o dia.
Caixas eletrônicos são amplamente disponíveis — atenção às tarifas
Caixas eletrônicos dos principais bancos do país estão presentes em cidades, vilarejos e áreas turísticas, a maioria aceitando Visa e Mastercard. Os limites de saque variam por banco. As tarifas locais costumam ser modestas, mas seu banco de origem pode cobrar uma porcentagem adicional por transação — sempre recuse a conversão automática de moeda e saque em rupias para obter a taxa do seu próprio banco. Avise seu banco antes da viagem para evitar bloqueios por suspeita de fraude.
Gorjeta é bem-vinda, mas não obrigatória
A gorjeta não é uma tradição forte no Sri Lanka, mas é cada vez mais esperada de visitantes estrangeiros em áreas turísticas. Hotéis costumam incluir taxa de serviço na conta; em restaurantes sem essa taxa, arredondar ou deixar uma pequena porcentagem é apropriado. Motoristas de tuk-tuk não esperam gorjeta, mas apreciam em trajetos mais longos, assim como guias de safári. Uma pequena doação é costumeira ao visitar templos. Gorjetas em dinheiro e em rupias.
Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.
Qual é a moeda do Sri Lanka?
Quanto custa viajar pelo Sri Lanka?
Posso usar Apple Pay, Google Pay ou aproximação no Sri Lanka?
Devo levar dólares ou euros para o Sri Lanka?
Existem limites de moeda ao entrar ou sair do Sri Lanka?
Como pago tuk-tuks e transporte?
O Sri Lanka é uma sociedade de dinheiro ou cartão?
Missões acreditadas para Sri Lanka
Portugueses precisam de visto para o Sri Lanka?
Não é exatamente um visto — mas toda nacionalidade, incluindo Portugal, precisa solicitar a Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) on-line em portal oficial de ETA antes de viajar. A isenção da taxa da ETA aplica-se a uma lista de nacionalidades que muda periodicamente — confirme se Portugal está incluída, e o valor a pagar caso não esteja, no portal oficial.
Brasileiros precisam de visto para o Sri Lanka?
O mesmo se aplica: brasileiros precisam da ETA, solicitada on-line antes da viagem, já que o visto na chegada foi descontinuado para todas as nacionalidades — confirme se o Brasil está na lista de isenção de taxa vigente, e o valor a pagar caso não esteja, no portal oficial.
O que é a ETA e como funciona?
É uma Autorização Eletrônica de Viagem, não um visto tradicional — solicitada exclusivamente em portal oficial de ETA do Sri Lanka, processada em poucos dias, e válida por 30 dias com duas entradas ou 180 dias com uma entrada.
Quantos dias preciso para o Triângulo Cultural e a costa?
Uma semana cobre o essencial de Sigiriya, Kandy e Ella. Duas semanas permitem incluir a costa sul ou leste e um safári em Yala ou Udawalawe sem pressa.
Qual costa devo escolher, sul ou leste?
Depende da época: a costa sul é melhor de novembro a abril, enquanto a costa leste, incluindo Arugam Bay e Trincomalee, é melhor de maio a outubro — as duas monções opostas do país raramente coincidem.
O trem de Kandy a Ella vale a fama?
Sim — a viagem de sete horas por plantações de chá, túneis de montanha e a Ponte dos Nove Arcos está consistentemente entre as rotas ferroviárias mais bonitas do mundo, mas reserve os assentos com antecedência na alta temporada.
Próximo destino: Sri Lanka? Veja as opções de entrada e solicite on-line.
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