Bandeira: Tailândia

Tailândia

A Tailândia — país dos templos dourados de Banguecoque, do coração cultural de Chiang Mai, das praias de Phuket, das ruínas de Ayutthaya e das ilhas tropicais — recebe a maioria dos visitantes ocidentais sem visto, e os lusófonos com uma particularidade que vale conhecer: o passaporte brasileiro comum entra sem visto por até 90 dias, fruto de acordo bilateral, enquanto o passaporte português segue a isenção padrão de 60 dias, prorrogável por mais 30 já no país. O passaporte deve valer pelo menos seis meses a partir da chegada e ter ao menos uma página livre. Todo viajante estrangeiro preenche antes do embarque o cartão digital de chegada (Thailand Digital Arrival Card, TDAC) online — o registo é possível nos três dias anteriores à chegada. A imigração pode pedir bilhete de regresso ou de continuação e prova de meios suficientes. As multas por exceder a estadia são pesadas: 500 bahts por dia (máximo de 20 000 bahts), com risco de detenção, deportação por conta própria e proibição de entrada por até dez anos.

  • Vistocartão digital de chegada
  • CapitalBanguecoque
  • MoedaTHB ฿
  • Fuso horárioICT (UTC+7)
  • População71 milhões
  • RegiãoÁsia · Sudeste Asiático
  • DDI+66
  • Nome localประเทศไทย

Regras de entrada e vistos para a Tailândia

O sistema tailandês combina entrada sem visto para muitas nacionalidades com um procedimento de chegada totalmente digital. O passaporte brasileiro comum entra sem visto por até 90 dias, ao abrigo de acordo bilateral — o triplo da isenção padrão; o passaporte português recebe os 60 dias padrão, prorrogáveis por no máximo 30 dias no país. Cartão digital de chegada: todo viajante estrangeiro preenche o Thailand Digital Arrival Card (TDAC) online antes da chegada — registo possível nos três dias anteriores, e apenas no site oficial da imigração (atenção aos sites fraudulentos que cobram taxas). Passaporte: válido por pelo menos seis meses a partir da data de chegada, com uma página livre; com passaporte inválido ou dado como perdido ou roubado a entrada é recusada. A imigração pode exigir prova de que sairá da Tailândia ou de que tem meios para a estadia (bilhete de regresso/continuação ou comprovativo financeiro). Trabalho e estudos exigem o visto adequado tratado antes da viagem — os pedidos são feitos exclusivamente online no portal oficial e-Visa do governo tailandês; não é permitido trabalhar nem estudar na entrada sem visto. Certificado de febre amarela é exigido a quem chega de país de risco.

Tipos de visto

90 dias sem visto (passaporte brasileiro, acordo bilateral) ou 60 dias (passaporte português), prorrogáveis por 30 dias no país

Turismo — o Grande Palácio e o Wat Pho em Banguecoque, Chiang Mai e o norte, as praias de Phuket e das ilhas do sul — além de negócios e trabalho pontual urgente. Exige passaporte válido por seis meses com página livre, cartão digital de chegada (TDAC) preenchido, bilhete de regresso ou continuação ou prova de meios, e certificado de febre amarela se vier de país de risco.

Informações de viagem importantes sobre a Tailândia

  • Isenção de visto com nuance lusófona: o passaporte brasileiro comum entra sem visto por até 90 dias (acordo bilateral); o passaporte português recebe os 60 dias padrão, prorrogáveis por 30 na imigração tailandesa.
  • Cartão digital de chegada (TDAC) obrigatório: todo viajante estrangeiro preenche o Thailand Digital Arrival Card online antes da chegada — possível nos três dias anteriores e apenas no site oficial (cuidado com sites fraudulentos que cobram taxas).
  • Passaporte válido no mínimo 6 meses: a partir da data de chegada, com pelo menos uma página livre.
  • Bilhete de regresso/continuação: a imigração pode exigir prova de que sairá da Tailândia ou de que tem meios para a estadia.
  • Multas pesadas por exceder a estadia: 500 bahts por dia (máximo 20 000), com risco de detenção, deportação por conta própria e proibição de entrada por até dez anos.
  • Trabalho e estudos exigem visto: não é permitido trabalhar nem estudar na entrada sem visto; o visto adequado trata-se antecipadamente online no portal oficial e-Visa.
  • Dinheiro: baht tailandês (THB). Reais e euros trocam-se melhor nas casas licenciadas do centro de Banguecoque (SuperRich) do que no aeroporto. Cada levantamento em multibanco custa 220 THB fixos.
  • O dinheiro vivo continua indispensável: comida de rua, mercados, tuk-tuks, templos e ferries funcionam quase só a dinheiro. O Pix brasileiro e o MB Way português não funcionam na Tailândia, nem o PromptPay tailandês para visitantes.
  • Traje nos templos: o Grande Palácio e o Wat Pho exigem ombros e joelhos cobertos. Tiram-se os sapatos antes de entrar num edifício de templo.
  • Seguro de viagem recomendado: uma apólice completa para saúde, repatriamento e atividades de aventura é fortemente aconselhada. A medicina em Banguecoque é excelente; em zonas remotas, limitada.

Visão geral da viagem

A Tailândia é o destino mais completo do Sudeste Asiático — um país onde torres de templos antigos se erguem sobre cidades de néon, falésias de calcário mergulham em mar turquesa e um prato de pad thai de banca de rua, por trocos, disputa com qualquer coisa servida sobre toalha branca. Banguecoque, sozinha, justifica a viagem: o Grande Palácio e o Wat Phra Kaew reluzem em ouro e mosaico, o Wat Pho abriga um Buda reclinado de 46 metros, o rio Chao Phraya enfia numa só linha templos centenários e arranha-céus, e a rua Yaowarat, na Chinatown, transforma-se cada noite num dos grandes mercados de comida ao ar livre do mundo. No norte, Chiang Mai é o coração cultural tailandês — mais de 300 templos, mercados noturnos, caminhadas por aldeias das tribos das montanhas, santuários éticos de elefantes e uma cena de escolas de culinária que fez da cidade destino de peregrinação gastronómica. Mais a norte ainda, o Templo Branco de Chiang Rai e o Triângulo Dourado dão o sabor de fronteira onde se tocam Tailândia, Laos e Mianmar. A costa sul divide-se em dois mares de possibilidades: o lado de Andamão traz as praias e a vida noturna de Phuket, as falésias dramáticas de Krabi, a escalada de Railay e as baías icónicas das ilhas Phi Phi; o lado do Golfo oferece as praias de palmeiras de Koh Samui, a lendária Full Moon Party de Koh Phangan e os certificados de mergulho baratos de Koh Tao. Entre os dois, o parque nacional de Khao Sok guarda algumas das florestas tropicais mais antigas do planeta, com bungalows flutuantes no lago Cheow Lan. A profundidade histórica está à altura da natureza: as ruínas de Ayutthaya, património UNESCO (a 90 minutos de Banguecoque), e os elegantes budas de Sukhothai. A massagem tailandesa — património UNESCO — continua acessível ao ponto de caber no orçamento diário, não só no capítulo dos mimos. A infraestrutura é excelente para a região (BTS Skytrain em Banguecoque, voos domésticos baratos, comboios-cama e uma densa rede de autocarros), o que faz da Tailândia um dos países mais fáceis da Ásia para explorar por conta própria.

Descubra Tailândia

O Grande Palácio e o Wat Phra Kaew comprimem séculos de história real e religiosa tailandesa num único complexo murado, com ouro e mosaicos de vidro colorido cobrindo quase todas as superfícies, enquanto o Buda reclinado de 46 metros do Wat Pho — berço da massagem tradicional tailandesa, que ainda se aprende e se recebe ali — fica a poucos minutos a pé. O rio Chao Phraya continua a ser a melhor avenida da cidade: os barcos expresso funcionam como transporte público de verdade e custam uma fração dos passeios turísticos, ligando o núcleo histórico de Rattanakosin aos mercados e templos da margem oposta. A Bangkok moderna empilha-se por cima disso tudo — rooftops, centros comerciais gigantes e o BTS Skytrain — e é exatamente esse contraste, mais do que qualquer atração isolada, que faz a cidade render dias inteiros: de manhã um templo do século XVIII, à noite um bar no 60.º andar.

Formas de explorar este destino

Praias e ilhas

Dos resorts de luxo de Koh Samui aos recifes remotos de Koh Lipe, as ilhas tailandesas servem todos os estilos de viagem. Phuket dá vida noturna e resorts de família, Koh Tao é um dos lugares mais baratos do mundo para tirar certificado de mergulho, as ilhas Phi Phi deslumbram com paisagens de calcário, e Koh Lanta e Koh Chang oferecem fuga mais calma para quem quer areia sem multidão.

Templos e cultura

O Grande Palácio e o Wat Pho em Banguecoque, o Templo Branco (Wat Rong Khun) em Chiang Rai, mais de 300 templos só em Chiang Mai e as ruínas UNESCO de Ayutthaya e Sukhothai — a Tailândia tem mais de 40 000 templos budistas, cada um com história, arquitetura e prática espiritual vivas.

Cozinha tailandesa

A capital mundial da comida de rua: pad thai salteado em 90 segundos, tom yam kung à beira do passeio, salada de papaia verde pilada ao seu nível de picante, banca de rua com estrela Michelin (a omelete de caranguejo de Jay Fai tem duas horas de fila), refeições de mercado noturno por menos de 3 euros ou 15 reais e escolas de culinária em Chiang Mai e Banguecoque.

Mergulho e desportos aquáticos

Koh Tao oferece o certificado PADI Open Water desde cerca de 230 euros — dos mais baratos do mundo. As ilhas Similan e o Richelieu Rock trazem jamantas e tubarões-baleia. Snorkel nas Phi Phi, caiaque de mar pelas grutas de calcário da baía de Phang Nga, kitesurf em Hua Hin e surf na costa oeste de Phuket completam o quadro.

Bem-estar e spa

A massagem tailandesa é património UNESCO — disponível em praticamente cada rua por uns 5–7 euros ou 30–40 reais a hora. Koh Phangan e Koh Samui têm retiros de ioga e detox de classe mundial, os mosteiros do norte oferecem cursos de meditação (alguns por donativo), e os spas de luxo de Banguecoque combinam técnicas tradicionais com instalações modernas por fração dos preços ocidentais.

Aventura e natureza

Trekking pela selva do parque Khao Sok (uma das florestas tropicais mais antigas do planeta), encontros éticos com elefantes perto de Chiang Mai, tirolesa pelas copas, escalada nas paredes de calcário de Railay, caiaque pelos mangais e grutas de Kanchanaburi — o interior tailandês prende tanto quanto a costa.

Dinheiro e moeda

Dinheiro e moeda
฿

Baht tailandês (THB)

Código da moeda: THB

Dicas práticas sobre dinheiro

As casas de câmbio da cidade batem a cotação do aeroporto

A Tailândia tem um dos mercados de câmbio mais competitivos do Sudeste Asiático. As casas licenciadas do centro de Banguecoque (SuperRich Thailand, VFX, balcões do banco Kasikorn) pagam consistentemente 5 a 10 por cento mais do que os quiosques do aeroporto ou as receções de hotel. Leve apenas o suficiente em euros ou reais para as primeiras horas e troque o grosso na cidade. O baht não é moeda do dia a dia lusófono — confira a cotação do dia; a concorrência entre as casas é feroz.

Os multibancos tailandeses cobram taxa fixa a cartões estrangeiros

Cada caixa automático de banco tailandês (Kasikorn, Bangkok Bank, SCB, Krungthai) cobra 220 THB fixos por levantamento com cartão estrangeiro — além do que o seu próprio banco cobrar. Reduza o custo levantando montantes maiores (3 000–5 000 THB) menos vezes. Se a máquina oferecer conversão para euros ou reais (conversão dinâmica de moeda), recuse sempre — debite em baht, a cotação da conversão é claramente pior.

Fora das grandes cadeias, o dinheiro vivo é insubstituível

Nos hotéis internacionais de Banguecoque, nos centros comerciais (CentralWorld, EmQuartier) e nas cadeias de restaurantes, Visa e Mastercard funcionam sem falhas. Em todo o resto — bancas de rua, mercados locais, tuk-tuks, guesthouses, entradas de templos, ferries e a maioria dos negócios do interior — manda o dinheiro. O PromptPay QR tailandês é para residentes com conta local; o visitante estrangeiro não o usa, tal como não usa o Pix brasileiro nem o MB Way português.

Gorjetas são apreciadas, mas não obrigatórias

A Tailândia não tem cultura rígida de gorjeta, mas nos serviços turísticos são bem-vindas. No restaurante: 20–50 THB na comida de rua, 10 por cento nos restaurantes de hotel. Massagem: 50–100 THB por hora além do preço. Táxi de taxímetro: arredonde aos 10 THB. Bagageiro de hotel: 20–50 THB por mala. Dê a gorjeta sempre em notas — deixar moedas é considerado indelicado.

Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.

Perguntas frequentes sobre dinheiro

Embaixadas e missões

Institutos culturais

Institutos culturais — Tailândia

Cursos de idioma, exames, bibliotecas e programas culturais com presença local.

Perguntas frequentes

Para até 90 dias de turismo, não — o acordo bilateral dá ao passaporte brasileiro comum mais 30 dias do que a isenção padrão. O que ninguém dispensa é o TDAC, o cartão digital de chegada, registado gratuitamente online nos três dias anteriores ao embarque e só no site oficial. Trabalho, estudos ou aposentadoria pedem o visto adequado, tratado antes da viagem.

Os 60 dias da isenção padrão, prorrogáveis uma vez por 30 dias num posto de imigração tailandês — 90 no total. A diferença face aos 90 dias brasileiros vem do acordo bilateral que a Tailândia mantém com o Brasil (e com a Argentina, o Chile, o Peru e a Coreia do Sul); cada passaporte segue as suas próprias condições.

Exclusivamente online no portal oficial e-Visa do governo tailandês — as embaixadas tailandesas já não aceitam pedidos em papel; cria-se conta, escolhe-se o tipo de visto, carregam-se os documentos e paga-se com cartão, e o visto aprovado chega por e-mail. A instrução leva habitualmente duas a quatro semanas e as taxas não são reembolsáveis.

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Garanta seu cartão digital de chegada

A Visaja mantém em revisão contínua os contatos e as informações de visto desta página; ainda assim, as exigências mudam sem aviso — confirme o essencial com a missão ou o portal oficial antes de viajar.