Uzbequistão

Bandeira: Uzbequistão

Código Telefônico

+998

Capital

Tasquente

População

34,9 mi (2021)

Idiomas

língua uzbeque

Área

448.978 km²

Eletricidade

220 V

Tipos de tomada

Europlug · Schuko · AS/NZS 3112

Mão de direção

direita

Nome Nativo

O‘zbekiston

Região

Ásia

Ásia Central

Fusos Horários

Horário Padrão do Uzbequistão

UTC+05:00

+1 mais

O Uzbequistão é uma república duplamente sem litoral da Ásia Central, com cerca de 35 milhões de habitantes, situada ao longo da histórica Rota da Seda que ligou a China ao Mediterrâneo por dois milênios. É o coração cultural da Ásia Central turco-persa — Samarcanda, Bucara e Khiva estão entre os nomes mais evocativos da geografia de viagem. Portugueses entram sem visto por até 30 dias; brasileiros precisam solicitar um e-visto on-line antes da viagem — os dois países são citados nominalmente pela fonte oficial, em categorias diferentes.

Uzbequistão: sistema de visto e entrada

O Uzbequistão opera um dos regimes de visto mais abertos da Ásia Central, com três trilhas paralelas: entrada sem visto, e-visto e visto tradicional de embaixada para o pequeno número de nacionalidades não cobertas pelas duas primeiras. A entrada sem visto por 30 dias se aplica a cidadãos de cerca de noventa países — todos os Estados-membros da União Europeia, incluindo Portugal, além de Reino Unido, Suíça, Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coreia do Sul e a maioria das demais economias desenvolvidas e asiáticas — para turismo, negócios ou visitas familiares, sem solicitação prévia (carimbo de entrada na chegada, passaporte válido por três meses ou mais, uma página em branco). Cidadãos de cerca de sessenta países adicionais — Estados Unidos, Canadá, Índia, China e todos os países latino-americanos, incluindo o Brasil, citado nominalmente pela fonte — solicitam o e-visto on-line em no portal oficial de e-visto do Uzbequistão, com opções de entrada única de 30 dias ou entrada múltipla de até um ano, mediante taxa; o processamento costuma levar cerca de dois dias úteis, com a confirmação eletrônica impressa e apresentada em qualquer ponto de entrada. O visto tradicional de embaixada é usado apenas por um pequeno número de nacionalidades não cobertas pelas duas primeiras trilhas e por candidatos a visto de longa duração, trabalho, estudo ou negócios que exijam carta-convite de um anfitrião uzbeque. O passaporte deve ter validade mínima de três meses a partir da data planejada de entrada, com uma página em branco. Não há mais exigência de registro via OVIR na maioria das estadias curtas — hotéis registram os hóspedes eletronicamente. Confirme a elegibilidade atual em no portal oficial de e-visto antes de viajar, já que a lista de isenção de visto se expandiu várias vezes desde 2018 e continua evoluindo.

Tipos de visto comuns

Entrada sem visto (30 dias)

30 dias por entrada; passaporte válido por três meses ou mais a partir da chegada; uma página em branco; sem solicitação prévia; carimbo de entrada emitido nos principais aeroportos e fronteiras terrestres

Turismo, negócios e visitas familiares para cidadãos de cerca de noventa países elegíveis — todos os Estados-membros da União Europeia (Portugal confirmado nominalmente), Reino Unido, Suíça, Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coreia do Sul e a maioria das demais economias desenvolvidas e asiáticas.

E-Visto de turista (30 dias)

30 dias, entrada única; solicitado on-line em no portal oficial de e-visto; processamento em cerca de dois dias úteis; passaporte válido por três meses ou mais a partir da chegada; aprovação impressa apresentada em qualquer ponto de entrada

Turismo e negócios de curta duração para cidadãos de cerca de sessenta países adicionais — Estados Unidos, Canadá, Índia, China e todos os países latino-americanos, incluindo o Brasil, citado nominalmente pela fonte, além da maioria dos demais países não incluídos na lista de isenção.

E-Visto de entrada múltipla (1 ano)

Até 1 ano, entrada múltipla, 30 dias por entrada; solicitado on-line em no mesmo portal oficial; mesma lista de elegibilidade do e-visto padrão

Viagens de negócios recorrentes, roteiros regionais pela Ásia Central com reentrada e visitas familiares frequentes, para as mesmas nacionalidades elegíveis ao e-visto padrão.

Trânsito, negócios, estudo e visto de longa duração

Trânsito: 7 dias, on-line; visto de negócios: 30 a 90 dias, exige carta-convite; vistos de estudo e trabalho: 1 ano renovável; processamento de 4 a 8 semanas para categorias não turísticas

E-visto de trânsito de 7 dias para viajantes em conexão por Tashkent; visto de negócios com carta-convite de anfitrião uzbeque; visto de estudo para universidades uzbeques; autorizações de trabalho para profissionais estrangeiros; e reunificação familiar com cidadãos uzbeques.

Informações essenciais para viajar ao Uzbequistão

•Portugueses entram sem visto por...

Portugueses entram sem visto por até 30 dias — Portugal é citado nominalmente na lista de isenção. Brasileiros precisam solicitar um e-visto on-line antes da viagem em no portal oficial de e-visto — o Brasil também é citado nominalmente, mas na categoria de e-visto, não na de isenção.

•Passaporte com validade mínima de...

Passaporte com validade mínima de três meses a partir da data de entrada e ao menos uma página em branco; titulares de e-visto devem imprimir a confirmação eletrônica e apresentá-la com o passaporte no ponto de entrada.

•O trem de alta velocidade...

O trem de alta velocidade Afrosiyob (Tashkent-Samarcanda-Bucara) é a espinha dorsal prática do circuito da Rota da Seda — reserve com antecedência, especialmente nas altas temporadas de abril a junho e setembro a outubro.

•Idioma: o uzbeque, em alfabeto...

Idioma: o uzbeque, em alfabeto latino desde a reforma pós-1991, é o idioma oficial; o russo é a língua interétnica de facto, ainda amplamente usada em Tashkent, nos negócios e na academia; o inglês melhorou desde 2018 no setor turístico, mas ainda é limitado fora das principais cidades da Rota da Seda.

•Moeda: som uzbeque (UZS). Caixas...

Moeda: som uzbeque (UZS). Caixas eletrônicos funcionam bem nas principais cidades, mas a aceitação de cartão internacional é irregular fora de Tashkent e das grandes cidades da Rota da Seda — leve dinheiro em dólares ou euros para o circuito rural.

•O Uzbequistão é geralmente considerado...

O Uzbequistão é geralmente considerado seguro para viajantes internacionais — crimes menores são raros; as regiões de fronteira com o Afeganistão, ao sul, e o Tajiquistão, a leste, exigem cautela adicional, conforme os alertas de viagem vigentes.

•Melhor época para viajar: de...

Melhor época para viajar: de abril a junho (primavera, floração de tulipas e damascos, temperaturas agradáveis) e de setembro a outubro (outono, colheita de frutas, luz dourada nos azulejos); julho e agosto podem ultrapassar 40°C em Bucara, Khiva e no Vale de Fergana.

•Vestimenta modesta é esperada em...

Vestimenta modesta é esperada em locais religiosos (lenço de cabeça para mulheres, ombros e joelhos cobertos), mas o Uzbequistão é um dos países de maioria muçulmana mais descontraídos — álcool é servido livremente em hotéis e restaurantes nas principais cidades.

•Hotéis registram hóspedes internacionais automaticamente...

Hotéis registram hóspedes internacionais automaticamente junto às autoridades de migração — guarde os comprovantes de hospedagem de cada noite como registro, caso sejam solicitados na saída.

•Declaração de moeda se aplica...

Declaração de moeda se aplica a quantias elevadas na entrada — declare por escrito na alfândega para evitar problemas na saída; confirme o limiar vigente antes de viajar.
Visão geral da viagem

O Uzbequistão é o coração cultural da Rota da Seda e o roteiro de país único mais recompensador da Ásia Central, com cinco Patrimônios da UNESCO a poucas horas uns dos outros por trem de alta velocidade e a arquitetura islâmica mais evocativa entre o Irã e a Índia.

Descubra Uzbequistão

Planejando uma viagem pela Rota da Seda: o circuito Tashkent-Samarcanda-Bucara-Khiva

O roteiro clássico do Uzbequistão segue as cidades da Rota da Seda numa linha geográfica natural, e o trem de alta velocidade Afrosiyob tornou realista cobrir as quatro em sete a dez dias, sem longos traslados por estrada. Uma estrutura típica pousa em Tashkent para um ou dois dias de ambientação, segue de trem até Samarcanda para dois a três dias, continua até Bucara para dois dias, e então voa até Urgench para Khiva ou pega o trem noturno mais longo, antes de retornar a Tashkent para o embarque de saída. Os bilhetes do Afrosiyob esgotam nas altas temporadas de abril a junho e setembro a outubro, então vale reservar com antecedência pelo site oficial da ferrovia ou uma agência confiável, em vez de contar com disponibilidade no mesmo dia. Viajantes com mais tempo costumam acrescentar Shakhrisabz como passeio de um dia a partir de Samarcanda, ou estender a viagem ao Vale de Fergana ou ao Carakalpaquistão para conhecer um lado genuinamente diferente do país.

Arquitetura timúrida: lendo as cúpulas de azulejo azul

O azulejo turquesa e cobalto que define o horizonte de Samarcanda e Bucara remonta a técnicas cerâmicas da era timúrida, que combinaram métodos persas de esmaltação com o artesanato local sob Amir Timur e seus sucessores, produzindo os padrões geométricos e caligráficos ainda visíveis nas madraças do Registan e na necrópole de Shah-i-Zinda. A própria cor azul carregava peso simbólico na arquitetura islâmica de modo mais amplo, associada aos céus e usada deliberadamente em cúpulas e portais para atrair o olhar para cima. O trabalho de restauração nos principais sítios foi extenso, sobretudo nos períodos soviético e pós-independência, e quem compara fotografias de um século atrás com o presente perceberá que boa parte da cor viva vista hoje é fruto de uma conservação cuidadosa e contínua, não de sobrevivência intocada — um detalhe que em nada diminui os sítios, mas vale a pena entender ao percorrê-los.

O Mar de Aral: uma paisagem transformada em Moynaq

O Mar de Aral, outrora um dos quatro maiores lagos da Terra, começou a encolher drasticamente depois que projetos soviéticos de irrigação desviaram os rios que o alimentavam para a agricultura do algodão, e no início dos anos 2000 o mar já havia recuado tanto de Moynaq que a frota pesqueira da cidade ficou encalhada num leito seco e coberto de sal. Os cascos enferrujados dessa frota, hoje conhecidos como o cemitério de navios, espalham-se pelo antigo fundo do mar como um dos marcadores visíveis mais contundentes de mudança ambiental em larga escala no mundo, e o sítio atrai visitantes tanto por essa qualidade documental crua quanto pela fotografia. A viagem de ida e volta de dois dias a partir de Nukus atravessa um deserto genuinamente remoto, e vale organizá-la por um guia local ou operadora de turismo em vez de tentar a rota de forma independente, tanto pela logística quanto pelo planejamento de combustível e água que a travessia exige.

Tradições têxteis uzbeques: ikat, suzani e seda

A tradição de tecelagem ikat de Margilan, centrada na ainda operante Fábrica de Seda Yodgorlik, usa uma técnica de tingimento por reserva em que os fios são amarrados e tingidos em padrões antes de tecer, produzindo os desenhos de bordas borradas característicos da seda da Ásia Central. O bordado suzani, tradicionalmente feito como parte do enxoval de uma noiva na região, sobrepõe densos motivos florais e solares em bordado sobre base de algodão ou seda, com estilos regionais distinguíveis por um olhar experiente entre o trabalho de Bucara, Samarcanda e Nurata. Além dos têxteis, a tradição cerâmica azul-esverdeada de Rishtan e as oficinas de metalurgia e talha em madeira espalhadas pelas cúpulas de comércio antigas de Bucara completam uma cena artesanal que permanece genuinamente funcional, e não preservada apenas para turistas — muitas dessas oficinas ainda abastecem o mercado doméstico além dos visitantes.

Além da Rota da Seda: montanhas, iurtas e caça com águias

A leste de Tashkent, a cordilheira do Tien Shan Ocidental oferece um Uzbequistão genuinamente diferente das cidades da Rota da Seda — prados alpinos, trilhas de caminhada e acampamentos de iurtas que aproximam os visitantes das tradições nômades da Ásia Central mais do que qualquer museu conseguiria. As Montanhas Nuratau, ao norte de Samarcanda, mantêm programas comunitários de hospedagem em vilarejos onde os visitantes podem organizar a observação da caça com águias, uma prática ainda mantida por um pequeno número de caçadores locais como uma habilidade genuína, não uma encenação. Essas extensões de montanha funcionam melhor como um complemento do que como o foco principal de uma primeira viagem, tipicamente dois a três dias acrescentados a uma das pontas do circuito da Rota da Seda, e recompensam quem quer ver o lado pastoril e nômade da cultura uzbeque que as cidades monumentais não mostram.

Deslocamento: o Afrosiyob e a logística da Rota da Seda

O trem de alta velocidade Afrosiyob cobre o trajeto Tashkent-Samarcanda em cerca de duas horas e Tashkent-Bucara em cerca de quatro, com classes executiva e econômica confortáveis e um nível de pontualidade que o tornou a espinha dorsal da viagem independente pelo Uzbequistão desde sua introdução. Khiva, mais a oeste, fica fora da rede de alta velocidade — a maioria dos visitantes voa até Urgench, a trinta quilômetros da cidade antiga, ou pega um trem noturno mais lento, ambas opções razoáveis dependendo do tempo disponível. Voos domésticos ligam as cidades secundárias (Samarcanda, Bucara, Urgench, Nukus) a Tashkent razoavelmente bem, e um motorista particular ou tour organizado continua sendo a forma prática de alcançar Shakhrisabz, as cidades do Vale de Fergana e as extensões mais remotas de montanha e deserto que o trem não cobre.

Formas de explorar este destino

Samarcanda: Registan e a capital timúrida

A Praça Registan com suas três madraças, a necrópole de Shah-i-Zinda em mosaico azul, o mausoléu Gur-e-Amir de Tamerlão e o Observatório de Ulugh Beg, do século XV — a parada principal de qualquer roteiro pela Rota da Seda.

Bucara: Po-i-Kalyan e as cúpulas de comércio

O complexo Po-i-Kalyan com seu minarete do século XII, a Praça Lyab-i-Hauz, a Fortaleza Ark e as cúpulas de comércio sobreviventes da Rota da Seda formam a cidade islâmica medieval mais preservada da Ásia Central.

Khiva: Itchan Kala, a cidade murada

O minarete azulejado Kalta Minor, o Kunya Ark, o Palácio Tash Hauli e a Mesquita Juma, com 218 colunas de madeira esculpida, formam um museu a céu aberto de arquitetura islâmica khorezmiana.

Tashkent: metrô soviético-modernista e Chorsu

O metrô com estações-obras de arte, o Bazar Chorsu sob sua cúpula azulejada e o complexo Khast-Imam, com o Alcorão de Uthman, fazem de Tashkent uma base de chegada confortável.

Vale de Fergana e artesanato

Margilan, centro da tradição de seda e ikat, Kokand com o palácio do khan do século XIX, e o celeiro de frutas do vale oferecem um contraponto agrícola às grandes cidades monumentais.

Carakalpaquistão e o Mar de Aral

O Museu Savitsky em Nukus, com a segunda maior coleção de arte de vanguarda russa do mundo, e o «cemitério de navios» de Moynaq, no leito seco do Mar de Aral — uma paisagem desértica dramática.

Gastronomia uzbeque, chaikhanas e plov

O plov, prato nacional de arroz, cordeiro, cenoura e grão-de-bico reconhecido pela UNESCO, com centenas de variantes regionais entre Tashkent, Samarcanda, Bucara e o Vale de Fergana; o shashlik, o lagman e a cultura de chá das chaikhanas completam a mesa uzbeque.

Dinheiro e moeda

Dinheiro e moeda
лв

Som uzbeque (UZS)

Código da moeda: UZS

Dicas práticas sobre dinheiro

O som uzbeque — leve dólares ou euros para o câmbio mais fácil

A moeda oficial é o som uzbeque (UZS). Desde a liberalização cambial de 2017, o mercado paralelo praticamente desapareceu, e a taxa oficial de bancos e casas de câmbio licenciadas é a taxa usada por todos. Dólares americanos em notas limpas e recentes têm a aceitação mais confiável; euros e libras esterlinas também são trocáveis sem problemas em bancos de Tashkent, Samarcanda, Bucara e Khiva. Quiosques de aeroporto podem cotar uma taxa levemente pior — troque um valor pequeno na chegada e o resto num banco na cidade. O som não é livremente conversível fora do país, então reconverta o que sobrar antes de partir.

Caixas eletrônicos funcionam nas grandes cidades — abasteça-se antes de viagens regionais

Caixas eletrônicos habilitados para Visa e Mastercard estão amplamente disponíveis em Tashkent e são confiáveis em Samarcanda, Bucara, Khiva, Nukus e nos centros das cidades do Vale de Fergana. Os limites de saque por transação variam, com limites diários definidos pelo seu banco de origem. A cobertura diminui em cidades menores e em passeios laterais — Moynaq, no Mar de Aral, Termez, vilarejos de montanha no Tien-Shan Ocidental — então saque na capital provincial mais próxima antes de seguir viagem.

Cartão por aproximação funciona em Tashkent e nas grandes cidades da Rota da Seda

Visa, Mastercard e, cada vez mais, UnionPay funcionam por aproximação em restaurantes, cafés, supermercados, grandes hotéis e farmácias de rede em Tashkent, além dos melhores hotéis e restaurantes de Samarcanda, Bucara e Khiva. Hotéis familiares menores, bazares, táxis compartilhados e as bilheterias do trem Afrosiyob costumam preferir dinheiro em som. Os aplicativos locais de pagamento exigem conta bancária uzbeque e não são práticos para turistas — planeje uma combinação: cartão para hotéis e restaurantes modernos, dinheiro em som para mercados, táxis e viagens rurais.

Apple Pay e Google Pay funcionam para cartões estrangeiros tokenizados

Apple Pay e Google Pay funcionam no Uzbequistão na medida em que seu cartão Visa ou Mastercard funciona por aproximação — o terminal vê uma transação de cartão comum, não a carteira digital. Em supermercados, hotéis e restaurantes maiores de Tashkent, e no aeroporto, isso é confiável. Os aplicativos locais não se integram com carteiras digitais estrangeiras. A gorjeta gira em torno de 10% em restaurantes de Tashkent, muitas vezes já incluída como taxa de serviço; arredondar a tarifa é suficiente para táxis.

Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.

Perguntas frequentes sobre dinheiro

Qual é a moeda do Uzbequistão?

O som uzbeque (UZS). Desde a liberalização cambial de 2017, a taxa oficial dos bancos é a única taxa relevante — o mercado paralelo praticamente desapareceu.

Posso usar caixas eletrônicos internacionais Visa e Mastercard no Uzbequistão?

Sim — caixas eletrônicos que aceitam Visa e Mastercard estão amplamente disponíveis em Tashkent e são confiáveis em Samarcanda, Bucara, Khiva, Nukus e nos centros do Vale de Fergana. A cobertura diminui em cidades menores e áreas rurais — saque antes de passeios regionais.

Apple Pay e Google Pay funcionam no Uzbequistão?

Sim, na medida em que seu cartão Visa ou Mastercard funciona por aproximação. São confiáveis para cartões estrangeiros tokenizados em supermercados de Tashkent, grandes hotéis, restaurantes de rede e no aeroporto. Não se integram aos aplicativos locais de pagamento, que rodam em contas bancárias uzbeques.

Devo levar dólares, euros ou libras?

Dólares americanos limpos e de emissão recente têm a aceitação mais confiável e a taxa ligeiramente melhor. Euros e libras também são trocáveis sem problemas nos principais bancos. Notas antigas ou rasgadas de dólar às vezes são recusadas — leve cédulas em bom estado.

Onde devo trocar dinheiro no Uzbequistão?

Em qualquer agência bancária comercial ou em casas de câmbio licenciadas nos centros das cidades — as taxas são quase idênticas desde a liberalização de 2017. As taxas do aeroporto de Tashkent são um pouco piores do que na cidade; troque um valor pequeno na chegada e o resto num banco central. Guarde o recibo — você precisará dele para reconverter som em moeda estrangeira no aeroporto na partida.

Posso viajar fora de Tashkent sem dinheiro em som?

Não — leve uma reserva de som para qualquer viagem regional. Embora caixas eletrônicos e cartões por aproximação funcionem nos centros de Samarcanda, Bucara, Khiva, Nukus e Fergana, hotéis menores, bazares, táxis compartilhados e muitos passeios rurais (Mar de Aral/Moynaq, vilarejos do Tien-Shan Ocidental, Termez) são só dinheiro.

Preciso declarar dinheiro em espécie na entrada?

Sim, para quantias elevadas — declare por escrito na declaração aduaneira na entrada e guarde o formulário carimbado durante toda a estadia. O mesmo formulário é conferido na saída; quantias não declaradas acima do limiar podem ser confiscadas. Confirme o valor exato do limiar antes de viajar.

Quanto dinheiro devo orçar por dia no Uzbequistão?

Para uma viagem de padrão médio — hotel confortável, três refeições em restaurantes locais, transporte público e táxis ocasionais — um orçamento diário moderado é suficiente. Hotéis de padrão mais alto, tours organizados e passagens do trem Afrosiyob elevam o total diário consideravelmente.
Perguntas frequentes

Portugueses precisam de visto para o Uzbequistão?

Não — Portugal é citado nominalmente na lista de entrada sem visto do Uzbequistão, com estadias de até 30 dias sem solicitação prévia.

Brasileiros precisam de visto para o Uzbequistão?

Sim — o Brasil é citado nominalmente na categoria de e-visto, não na de isenção. Brasileiros solicitam o e-visto on-line em no portal oficial de e-visto do Uzbequistão antes da viagem, com opções de entrada única de 30 dias ou entrada múltipla de até um ano.

Qual é o roteiro clássico do Uzbequistão?

Tashkent-Samarcanda-Bucara-Khiva, ancorado pelo trem de alta velocidade Afrosiyob, que liga Tashkent a Samarcanda em cerca de duas horas e a Bucara em cerca de quatro — Khiva costuma ser acessada por voo doméstico até Urgench ou por trem noturno.

Quantos dias preciso para o Uzbequistão?

Uma semana cobre Tashkent, Samarcanda e Bucara sem pressa. Dez dias a duas semanas permitem incluir Khiva e uma extensão ao Vale de Fergana ou ao Carakalpaquistão.

Vale a pena visitar o Mar de Aral?

Para quem tem tempo, sim — o «cemitério de navios» de Moynaq, no antigo leito do mar, é uma das paisagens mais dramáticas e inesquecíveis da Ásia Central, geralmente combinado com o Museu Savitsky em Nukus.

Qual é a melhor época para visitar o Uzbequistão?

Abril a junho e setembro a outubro, quando as temperaturas são mais amenas e a luz favorece os azulejos das grandes cidades da Rota da Seda; julho e agosto podem ultrapassar 40°C em Bucara e Khiva.

Preciso registrar minha hospedagem no Uzbequistão?

Hotéis registram os hóspedes internacionais automaticamente junto às autoridades de migração, então a maioria dos viajantes de estadia curta hospedados em hotéis não precisa fazer mais nada. Quem se hospeda em casas particulares ou pousadas não registradas deve guardar comprovantes de onde ficou cada noite, caso sejam solicitados na saída.

Preciso declarar dinheiro em espécie ao entrar no Uzbequistão?

Sim, quantias elevadas devem ser declaradas por escrito na alfândega na entrada, para evitar problemas na saída — confirme o limiar vigente antes de viajar. Leve notas de dólar americano limpas e recentes para a melhor aceitação de câmbio fora das grandes cidades.

Use esta página da Visaja como ponto de partida: verifique as regras em vigor diretamente na fonte oficial antes de fazer sua solicitação.