- População:20.7M metro
- Fuso horário:IST (UTC+5:30)
- IATA:BOM
Visão geral
Bombaim comprime os extremos da Índia numa só península — o glamour de Bollywood, a precisão dos dabbawalas, a resiliência das favelas e o génio da comida de rua, tudo à distância de um comboio suburbano.
Viagem
Bombaim é a cidade indiana do dinheiro e do sonho — uma península estreita com 20 milhões de habitantes onde cenários de Bollywood, prédios Art Déco, estações ferroviárias neogóticas e algumas das maiores favelas da Ásia coexistem numa densidade que esmagaria qualquer outra cidade, mas que aqui, de algum modo, funciona. O Gateway of India enquadra um porto onde cruzeiros e barcos de pesca partilham a água. Os dabbawalas entregam 200 000 marmitas caseiras por dia com uma precisão logística estudada em Harvard. Os comboios suburbanos transportam 7,5 milhões de pessoas por dia em carruagens tão cheias que os habituais desenvolvem uma técnica própria de embarque. E, no meio disto, Bombaim alimenta-se com talvez a melhor comida de rua da Índia — um vada pav numa esquina custa 20 INR e rivaliza com qualquer prato de restaurante. A cidade divide-se grosso modo entre o sul (arquitectura colonial, distrito de negócios, principais pontos turísticos), os subúrbios ocidentais (cafés e vida nocturna em Bandra, praia de Juhu, estúdios de Bollywood em Goregaon) e a vasta extensão a norte. Ao contrário dos monumentos de Deli ou dos palácios de Jaipur, a atracção de Bombaim é a própria experiência da cidade: como se move, come, vive, cria e nunca dorme realmente. Venha pelo Gateway e pelas grutas de Elephanta, fique pelo pav bhaji na praia de Juhu à meia-noite — e pela constatação de que esta cidade impossível e magnífica funciona.
O Gateway of India, construído em 1924 para assinalar a visita do rei Jorge V, é a imagem-cartão de Bombaim — um arco de basalto com 26 metros na marginal, de onde partem os ferries para a ilha de Elephanta e onde, a toda a hora, se acotovelam quem tira selfies. Atrás dele, o Taj Mahal Palace Hotel (1903) é, por si só, um destino: o Sea Lounge serve chá da tarde com vista para o porto, e a sobrevivência e restauro do hotel após os ataques terroristas de 2008 fizeram dele um símbolo da resiliência de Bombaim. A Colaba Causeway, que se estende para sul a partir do Gateway, é a artéria dos mochileiros e das compras — uma milha caótica de vendedores ambulantes, antiquários, cafés e uma sinagoga de comunidade bagdadita, ancorada pelo Leopold Cafe (famoso pela cerveja, pelos buracos de bala de 2008 e pelo ambiente onde se cruzam viajantes e habitantes locais). A National Gallery of Modern Art ocupa um edifício cívico restaurado em MG Road. A norte, atravesse o bairro artístico de Kala Ghoda para visitar galerias, a Jehangir Art Gallery (entrada livre, exposições em rotação) e o ornamentado Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (antigo Prince of Wales Museum) — um dos melhores museus da Índia, num edifício indo-sarraceno com colecções do vale do Indo a miniaturas mogóis (500 INR para estrangeiros).
Perguntas frequentes
Missões diplomáticas em Bombaim
20 missões nesta cidade, agrupadas por região.
As informações vêm do banco de dados de missões da Visaja (visaja.com), conferido com fontes governamentais oficiais; para respostas definitivas, a palavra final é sempre da própria representação.