Dinheiro e moeda
Dinheiro em México
Atualizado: 2026-08-26
Peso mexicano (MXN)
Código da moeda: MXN
Dicas práticas sobre dinheiro
A moeda é o peso, e o cifrão engana
A moeda local é o peso mexicano (MXN), e o detalhe que mais confunde quem chega é que ele usa o mesmo símbolo «$» do dólar. Preço marcado com $ no México está em pesos, a menos que venha escrito «USD» ou «Dls.» — e é por isso que uma corrida de táxi ou uma conta de restaurante pode parecer absurda no primeiro segundo. Na dúvida, pergunte «pesos o dólares?» antes de fechar. Quem sai do Brasil raramente consegue câmbio bom trocando real direto por peso: o caminho eficiente é levar dólar ou euro para converter no destino, ou simplesmente sacar pesos no caixa eletrônico. Troque em banco — Banorte, BBVA, Santander, Citibanamex — ou em casa de câmbio de centro urbano; as do aeroporto pagam pior, então troque ali só o suficiente para as primeiras horas.
Saque dentro da agência, e recuse a conversão da tela
Caixas eletrônicos são onipresentes no México, das capitais às cidades pequenas. Por segurança, prefira os que ficam dentro de agências bancárias e evite os terminais isolados de rua. A maioria aceita Visa, Mastercard e Maestro, e o saque sai em pesos. O ponto que custa dinheiro a quase todo turista: a máquina vai oferecer converter o valor «para a sua moeda» na hora — é a conversão dinâmica, e ela sempre sai pior. Recuse e escolha receber em pesos, deixando a conversão para o seu próprio banco. Como o banco de origem costuma cobrar tarifa fixa por saque internacional, sacar quantias maiores de uma vez dilui melhor o custo do que vários saques pequenos.
Cartão nas cidades, dinheiro no resto
Visa e Mastercard são amplamente aceitos em hotéis, restaurantes, lojas e supermercados das cidades e dos destinos turísticos, o pagamento por aproximação é comum e Apple Pay e Google Pay funcionam onde há maquininha por aproximação, com o mesmo cartão que você já usa no celular. O American Express tem aceitação bem mais limitada. Fora desse circuito — mercado, barraca de comida de rua, colectivo, táxi de rua, comércio pequeno — o dinheiro é que resolve. Duas precauções que valem a viagem inteira: não perca o cartão de vista na hora de pagar, e confira os lançamentos pelo aplicativo durante a viagem, não só depois.
Ande com nota pequena, e pague em peso
Apesar do avanço do cartão, boa parte da economia mexicana ainda roda em dinheiro: mercado, comida de rua, gorjeta, táxi, ônibus local, pedágio e lojinha. O dólar americano é aceito em algumas zonas muito turísticas, como Cancún, Los Cabos e Puerto Vallarta, mas sempre a câmbio ruim e quase nunca fora delas — pagar em peso é sistematicamente mais barato. Guarde notas pequenas: muito vendedor não tem troco para as maiores, e é sempre na barraca certa que falta. A gorjeta, a propina, também se paga em peso e em dinheiro: em restaurante, de 10% a 15% da conta, conferindo antes se ela já não veio incluída, e uma quantia proporcional para quem carrega mala, arruma quarto, guia passeio ou estaciona o carro.
Nota: Verifique sempre as taxas de câmbio atuais antes de viajar. Pode trocar dinheiro em aeroportos, bancos e casas de câmbio autorizadas.
Regras de entrada, tipos de visto e notas práticas estão na página de México.
As informações vêm do banco de dados de missões da Visaja (visaja.com), conferido com fontes governamentais oficiais; para respostas definitivas, a palavra final é sempre da própria representação.