Turismo e viagens longas
Destino primeiro, depois a regra de entrada, a preparação do dinheiro e os conselhos do Itamaraty — antes de comprar o que é difícil de desfazer.
Para viajantes do Brasil
Cada destino abre com o veredicto que importa na hora de reservar — sem visto, autorização eletrônica ou solicitação completa. Os EUA pedem o B1/B2 (o Brasil não está no Visa Waiver); o Reino Unido pede ETA desde 2025; o Mercosul se cruza com o RG; o Japão recebe sem visto por 90 dias. As portas oficiais estão nomeadas em cada página.
Ordenados por exigência de visto, não por popularidade bruta — a regra de entrada para o passaporte brasileiro, antes de reservar qualquer coisa.

Com visto americano vigente ou histórico canadense recente, o eTA online resolve; os demais seguem a rota TRV completa — Toronto, Vancouver e o Quebec francófono na chegada.
Sem visto para turismo, mas com ETA desde 2025 — autorização eletrônica, dois anos de validade, entradas múltiplas; Londres, Edimburgo e as Terras Altas depois dela.



Isento de visto por até 90 dias — e o corredor nikkei mantém entre os dois países um fluxo único de residência para descendentes até a geração sansei.

A maior parte da América do Sul se cruza apenas com o RG — Buenos Aires, Bariloche e a Patagônia sem passaporte, com residência facilitada pelos acordos do bloco.
Primeiro o motivo — os papéis vêm em seguida.
Destino primeiro, depois a regra de entrada, a preparação do dinheiro e os conselhos do Itamaraty — antes de comprar o que é difícil de desfazer.
Cerca de quatro milhões de brasileiros vivem fora do país — Estados Unidos, Portugal, Reino Unido, Japão e Canadá à frente. O caminho passa por emprego, estudo, descendência ou família; o corredor nikkei (dekassegui, residência para descendentes até a geração sansei) segue ativo, e o e-Cônsul mantém o vínculo consular de quem já partiu.
Visto de estudante para os EUA, Reino Unido, Canadá e Portugal — e o circuito europeu de mestrado, com o inglês preparado antes do primeiro semestre.
H-1B nos EUA, Skilled Worker no Reino Unido, Express Entry no Canadá, Working Holiday na Austrália e Nova Zelândia — e os vistos portugueses de trabalho remoto para quem leva o emprego junto.
Visto de negócios e ferramentas de viagem para o agronegócio, finanças, mineração e tecnologia — de Nova York a Xangai, de Dubai a Singapura.
A rede consular brasileira quando a viagem fica formal — e o glossário de quem faz o quê.

Quando o passaporte some no meio da viagem ou a papelada fica formal, a embaixada ou o consulado brasileiro é a porta — o portal consular do Itamaraty organiza a rede, o e-Cônsul mantém seu registro em caso de crise, e o glossário explica que tipo de missão faz o quê.
A leitura editorial decide a viagem; o sistema oficial a executa. Para viajantes brasileiros a voz de referência é o Itamaraty — e cada guia de país na Visaja nomeia também a porta oficial do destino. A Polícia Federal emite o passaporte; a Receita Federal define as franquias do retorno.
Peças selecionadas da perspectiva do passaporte brasileiro.
Dinheiro e conectividade, resolvidos de casa.
Comece pelo destino, confira o veredicto, leia o guia — e use a porta oficial quando chegar a hora de solicitar.