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Visto, viagens longas e destinos para o passaporte brasileiro

Pesquise sua próxima viagem a partir do Brasil: vistos para destinos longos como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, China e Austrália, mais a inspiração Schengen sem visto, embaixadas estrangeiras em São Paulo e Brasília, dinheiro no destino e ferramentas para idioma, conectividade e segurança.

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Âncoras de pesquisa para viagens longas a partir do Brasil.

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Rotas rápidas por motivo de viagem

Escolha o caminho que combina com seu plano de viagem e salte direto para o guia certo — turismo, estudo, trabalho, negócios, idioma ou emigração.

Brasil em foco

Guarulhos como hub aéreo continental, o corredor Mercosul, a comunidade nikkei brasileira e a relação BR-EUA como definidoras do perfil de viagem brasileiro — o país visto da perspectiva do viajante.

Guarulhos e Galeão — portais aéreos do hemisfério sul

O Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos (GRU) é o maior aeroporto da América do Sul em volume de passageiros e o hub continental dominante para voos longos a partir do Brasil. A LATAM (membro da aliança oneworld) e a TAM Brasil operam rotas diretas Guarulhos para Nova York-JFK, Miami, Orlando, Los Angeles, Madri, Lisboa, Paris-CDG, Frankfurt, Roma-FCO, Londres-Heathrow, Cidade do Cabo, Joanesburgo, Buenos Aires-EZE, Santiago, Tóquio-Haneda e Sydney; a Azul opera rotas de longo alcance para Fort Lauderdale, Orlando, Lisboa e Paris-Orly; a GOL alcança Miami, Orlando e Cancún. O Rio Galeão (GIG) opera rotas de longo alcance complementares para o eixo carioca. A LATAM, junto com a Aerolíneas Argentinas, é hoje a única companhia sul-americana com voos transpacíficos diretos para Sydney via Auckland — uma vantagem logística rara que reduz o tempo de conexão para a Oceania a partir do Brasil. Para o viajante brasileiro, isso significa que praticamente todos os destinos longos descritos nesta página são alcançáveis com voo direto ou apenas uma escala curta.

Mercosul — viajar sem passaporte para a maior parte da América do Sul

Brasileiros viajam para Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador e Venezuela apenas com o RG (Carteira de Identidade nacional) em estadias de turismo até 90 dias — o Mercosul e os acordos de residência associativos transformaram a América do Sul num espaço de mobilidade interna semelhante (em escala mais leve) ao Schengen europeu. Para residência temporária ou definitiva via Mercosul (estudo, trabalho, união familiar), aplicantes brasileiros usam o regime do Acordo sobre Residência para Nacionais dos Estados Partes do Mercosul, que dispensa a comprovação de vínculo de emprego prévio em muitos casos. Argentina e Uruguai são os destinos Mercosul mais demandados — Buenos Aires e Montevidéu por suas escolas de espanhol, cultura urbana e clima europeu; o Chile (membro associado) por Santiago e a Patagônia; a Colômbia por Cartagena, Bogotá e Medellín; e o Peru por Cusco, Machu Picchu e o circuito turístico-cultural andino.

Comunidade nikkei — a maior fora do Japão

Estima-se em 1,5 a 2 milhões o número de brasileiros descendentes de japoneses (nikkei brasileiros), tornando o Brasil o lar da maior comunidade nikkei extra-japonesa do mundo. A imigração japonesa organizada para o Brasil começou em 1908 com o navio Kasato Maru e dirigiu-se principalmente ao estado de São Paulo, depois a Paraná, à bacia amazônica e às cidades industriais do Sul. Hoje, a comunidade é simultaneamente uma presença econômica, agrícola e cultural integrada ao Brasil — e um corredor de mobilidade contínuo com o Japão, conhecido pelo fenômeno dekassegui (descendentes nikkei retornando para trabalhar no Japão, com pico nos anos 1990–2000 e em continuidade pelo regime bilateral de residência especial para descendentes até a geração sansei). O bairro da Liberdade em São Paulo concentra a maior comunidade nikkei urbana do mundo fora do Japão, com a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa (Bunkyo) como o eixo institucional. A Embaixada do Japão em Brasília e o Consulado-Geral em São Paulo processam o fluxo singular de Long-Term Resident, Working Holiday e Working Visa entre os dois países.

A relação Brasil-EUA — o corredor de visto dominante

Brasileiros são, ano após ano, um dos maiores grupos de aplicantes de visto americano no mundo — a demanda combina turismo (Nova York, Flórida, Califórnia, Las Vegas), visita familiar (a comunidade brasileiro-americana nos EUA passa de 1,9 milhão, concentrada em Massachusetts, Flórida, Nova Jersey, Nova York, Califórnia e Geórgia), estudo (Brasil entre os dez maiores países de origem para estudantes internacionais em universidades americanas, com Boston, Nova York, Califórnia, Texas e Atlanta como principais destinos), trabalho (H-1B para tecnologia, finanças, engenharia; L-1 para transferências de multinacionais; E-2 para investidores) e investimento. O Brasil não está no Visa Waiver Program, então praticamente todo movimento aos EUA passa pelo Consulado-Geral em São Paulo (o maior em volume), pela Embaixada em Brasília, pelos Consulados-Gerais no Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre. A reciprocidade nos vistos é estável e a relação consular bilateral define grande parte do perfil de viagem brasileiro de longa distância — uma realidade que torna o agendamento de entrevista no usvisa-info.com um item de planejamento tão importante quanto o passaporte e a passagem.

Da redação Visaja

Leituras aprofundadas sobre vistos, cultura de viagem e destinos.

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Quanto ganha um embaixador, na verdade? Do adido ao chefe de missão — e os postos que moldam uma carreira no MNE

Dentro do Ministério dos Negócios Estrangeiros português o padrão é o mesmo de qualquer carreira diplomática europeia: o salário de entrada é modesto, o salário de embaixador é sólido, e as ajudas de custo no estrangeiro alteram o quadro nos postos difíceis. Mas a verdadeira remuneração vive noutro plano, fora de qualquer tabela.

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Dezenas de variedades nativas de batata peruana — roxas, bordeaux, amarelas e cor-de-rosa — empilhadas em bancas de mercado com talões de preço manuscritos.
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O Peru deu ao mundo a batata há oito mil anos. A revolução de restaurante veio bem mais tarde. A história completa — dos mercados andinos às salas de jantar mais respeitadas de Lima, em diálogo com a cozinha portuguesa e o seu próprio reposicionamento.

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Visto da Namíbia para brasileiros: entrada sem visto em 2026

O passaporte brasileiro consta da lista de 22 nacionalidades isentas de visto da Namíbia — nenhum visto, nenhuma taxa, nenhum pedido pelo portal e-Services para uma viagem de férias. A pegadinha não é o visto: é o certificado de febre amarela, exigido na chegada porque o Brasil está na lista namibiana de países de zona endêmica. Como funciona a entrada, o que levar, e por onde passa o suporte consular em Brasília e em Windhoek.

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O passaporte português entra na rota Visa on Arrival da Namíbia — mas isso não significa entrada livre. Como funciona o pedido, quanto se paga em euros, em que postos de fronteira é levantado, e como articular o apoio consular tendo em conta que a entrega dos vistos para Portugal em Windhoek está delegada na Embaixada de Espanha.

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Cidadãos brasileiros precisam de visto para o Egito em 2026. As opções são três — e-Visa online, Visa on Arrival no aeroporto ou processo consular na Embaixada do Egito em Brasília para estadias especiais. Não há voo direto do Brasil, mas Qatar Airways, Turkish Airlines e Air France têm boas conexões a partir de São Paulo. Este guia explica o processo passo a passo: documentos, prazos, conexões a partir do Brasil e os pontos altos do roteiro clássico.

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Os cidadãos portugueses precisam de visto para o Egipto em 2026. Estão disponíveis três opções — e-Visa online, Visa on Arrival no aeroporto ou processo consular na Embaixada do Egipto em Lisboa para estadias especiais. Não há voo direto de Portugal, mas Qatar Airways, Turkish Airlines e Air France têm boas ligações a partir de Lisboa. Este guia explica o processo passo a passo: documentos, prazos, ligações desde Portugal e os pontos altos do roteiro clássico.

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Visto Índia 2026 para portugueses: que via se aplica a ti

Cidadãos portugueses precisam de visto para a Índia em 2026. e-Visa para a viagem turística curta, autorizações especiais para zonas de fronteira sensíveis, FRRO além de 180 dias e OCI para portugueses de origem indiana. Este guia é o service desk português para todo o processo.

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Viajar para os EUA com passaporte português: ESTA em vez de visto — e quando um visto ainda é preciso

Os portugueses viajam para os Estados Unidos ao abrigo do Visa Waiver Program: uma viagem de turismo ou de negócios até 90 dias exige uma ESTA, a autorização eletrónica de viagem, e não um visto. Quando esta autorização basta, quando é mesmo preciso um visto, quem fica de fora, quanto custa a ESTA e como pedir passo a passo.

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Viajar aos EUA com passaporte brasileiro: o visto de visitante B-1/B-2, por que o ESTA não vale, e como solicitar

O Brasil não faz parte do Visa Waiver Program dos EUA, então o brasileiro precisa de um visto — normalmente o de visitante B-1/B-2 — e não de um ESTA. O que o B-1/B-2 cobre, a taxa, o DS-160 e a entrevista, e as categorias de trabalho e estudo.

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Sem visto, sem consulado: o Reino Unido pede aos brasileiros só uma ETA — e dez minutos

Enquanto os Estados Unidos exigem entrevista e meses de espera, o Reino Unido segue no grupo raro de grandes destinos que recebem o passaporte brasileiro sem visto. Desde 8 de janeiro de 2025 há um único pré-requisito: a Electronic Travel Authorisation (ETA), uma autorização digital pedida on-line, vinculada ao passaporte e conferida pelas companhias aéreas antes do embarque — sem exceções desde fevereiro de 2026. O guia completo: o passo a passo, as 20 libras, a validade de dois anos, as isenções e os casos que ainda pedem visto.

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A aliança mais antiga do mundo também tem formulário: a ETA para viajantes portugueses

Nem seis séculos de Aliança Luso-Britânica dispensam o novo requisito: desde 2 de abril de 2025, os cidadãos portugueses precisam de uma Electronic Travel Authorisation (ETA) para entrar no Reino Unido — e o Cartão de Cidadão, esse, já não serve desde 2021. O pedido faz-se em dez minutos, custa 20 libras e vale dois anos. Este guia explica tudo: o passo a passo, as isenções — incluindo a enorme comunidade portuguesa com settled status —, os transbordos e os casos que ainda exigem visto.

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fonte oficial

Embaixadas estrangeiras no Brasil e órgãos brasileiros oficiais

Visaja agrupa as embaixadas estrangeiras no Brasil que processam os vistos brasileiros de saída (Consulado dos EUA em São Paulo, Consulado-Geral britânico em São Paulo, embaixadas chinesa, canadense e japonesa em Brasília), mais os órgãos brasileiros oficiais para preparação de viagem (Itamaraty para conselhos de viagem, Polícia Federal para passaporte, MRE-Consulares para emergências).

Itamaraty — conselho de viagem do MRE

Conselhos país por país sobre segurança, saúde e condições locais do Ministério das Relações Exteriores brasileiro — o endereço oficial antes de comprar a passagem. Os boletins por destino do MRE são atualizados pelas embaixadas brasileiras no exterior.

Conselho de viagem

Sistema Consular Integrado (e-Cônsul) — registro de viagem

Registro consular online para brasileiros no exterior — em caso de crise, terremoto, evacuação ou repatriação, o e-Cônsul é como a embaixada brasileira no destino consegue localizar e contatar você. Faça o registro antes de viagens longas.

Registro

MRE — Central de Atendimento Consular 24h

Linha de emergência consular para brasileiros em situação de aflição no exterior — atende detenção, acidente, falecimento de cidadão brasileiro, perda de passaporte e crise no destino. Salve o número antes de embarcar.

Emergência

ETA do Reino Unido — novo desde 2025

Desde 2025 o viajante brasileiro precisa, além do passaporte, de uma Electronic Travel Authorisation (UK ETA) emitida online para o Reino Unido (GBP 16, dois anos de validade, múltiplas entradas, estadias até seis meses). É autorização eletrônica, não visto, mas requisito de entrada.

Novo desde 2025

eTA parcial do Canadá — para portadores de visto americano

Desde 2023 brasileiros que tiveram visto canadense temporário nos últimos dez anos ou que possuem visto americano não-imigrante válido qualificam-se para o eTA online (CAD 7, válido por cinco anos). Os demais brasileiros seguem a rota TRV completa via VFS Global.

Caminho alternativo

Polícia Federal — passaporte brasileiro

Emissão e renovação do passaporte brasileiro pela Polícia Federal, com agendamento online no portal da PF. Renovação a partir de seis meses antes do vencimento; emergência permite emissão acelerada mediante prova documental.

Passaporte

Receita Federal — bagagem e isenção de impostos

No retorno ao Brasil aplicam-se limites de isenção sobre eletrônicos, álcool, tabaco e compras. A Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV) facilita a passagem pela aduana — preenchimento online antes do desembarque.

Aduana
Brasil para o mundo

Destinos com visto para o passaporte brasileiro

Ordenado por exigência de visto, não pela popularidade bruta. Schengen, Reino Unido sem visto (mas com ETA), Mercosul e os outros caminhos sem visto aparecem mais abaixo na lista de inspiração — aqui primeiro os destinos para os quais você precisa resolver algo antes de embarcar.

🇺🇸

Estados Unidos

O destino longo mais demandado pelo viajante brasileiro — turismo, visita familiar, negócios, estudo. Brasil não está no Visa Waiver Program, então quase toda viagem aos EUA exige visto B1/B2, F-1, J-1, H-1B ou outras categorias. Nova York, Califórnia, Flórida, os parques nacionais e o Sul como grandes clusters de viagem.

dólarVisto B1/B2Nova York
🇬🇧

Reino Unido

Londres, Edimburgo, as Terras Altas escocesas, o Lake District — sem visto para o turista brasileiro, mas com ETA desde 2025 (autorização eletrônica online, GBP 16, dois anos de validade, estadias até seis meses). Para estudo, trabalho e família o caminho do visto padrão segue via UKVI.

libraETA novo 2025Londres
🇨🇦

Canadá

Toronto, Vancouver, Montreal, as Montanhas Rochosas, o Quebec francófono — brasileiros com visto americano vigente ou histórico de visto canadense usam o eTA online (CAD 7); demais aplicantes seguem a rota TRV pelo VFS Global. Estudo (Study Permit), trabalho (LMIA, IMP) e Express Entry como caminhos de longo prazo.

CADeTA / TRVToronto
🇨🇳

China

Pequim, Xangai, Xi'an, a paisagem cárstica de Guangxi e Hong Kong como âncoras de viagem. Desde 2024 brasileiros têm isenção de visto para turismo curto pelo programa unilateral chinês — para trabalho (visto Z), estudo (X1) e estadias longas permanece a exigência via CVASC e a embaixada em Brasília.

yuanisenção curtaPequim
🇦🇺

Austrália

Sydney, Melbourne, a Grande Barreira de Coral, a Tasmânia e a região vinícola — brasileiros precisam de visto, com o eVisitor não disponível mas a Subclass 600 (visitor visa) e a Working Holiday Visa (Subclass 462) acessíveis. Cota anual de Working Holiday para brasileiros e o ETA-equivalente eletrônico para certos casos.

AUDVisitor / Working HolidaySydney
🇯🇵

Japão

Tóquio, Quioto, Osaka, Hokkaido e Okinawa — brasileiros têm isenção de visto de até 90 dias para turismo. Para trabalho (visto de trabalho em múltiplas categorias), estudo (College Student), Working Holiday brasileiro-japonês e o Long-Term Resident para descendentes nikkei até a geração sansei, o caminho passa pela embaixada em Brasília ou pelo Consulado-Geral em São Paulo.

ieneIsento 90 diasTóquio
🇲🇽

México

Cidade do México, Cancún, a Riviera Maya, Oaxaca, Tulum — brasileiros viajam sem visto para turismo até 180 dias (com cartão de FMM emitido na chegada). Um dos destinos longos mais acessíveis para o passaporte brasileiro, com voos diretos vindos de São Paulo, Rio e Brasília.

pesoFMM sem vistoCidade do México
🇦🇷

Argentina

Buenos Aires, Bariloche, Mendoza, El Calafate, Ushuaia — Mercosul significa entrada apenas com RG brasileiro (sem precisar de passaporte) para estadias até 90 dias. A integração argentino-brasileira facilita estudo e trabalho via acordos do Mercosul para residência temporária.

peso ARMercosulBuenos Aires

Base de dados convertida em rotas úteis

Dinheiro, moeda e custos por destino

Compare moeda local, aceitação de cartão, necessidade de dinheiro em espécie e preparação orçamentária antes de escolher o país. Para o real brasileiro, a maior parte dos destinos longos exige câmbio prévio — é aqui que o orçamento da viagem realmente começa.

Schengen, Mercosul e destinos sem visto

Destinos para os quais o viajante brasileiro não precisa de visto — clássicos europeus do Schengen, Japão, México, Argentina, África do Sul e o Caribe espanhol. As páginas de cidade da Visaja trazem o contexto de dinheiro, transporte e roteiro para completar a preparação.

Embaixadas estrangeiras no Brasil e glossário de tipos de missão

As embaixadas e consulados estrangeiros nos quais você protocola seu visto a partir do Brasil — Consulado dos EUA em São Paulo (a maior fila de visto B1/B2 do mundo), Consulado-Geral britânico em São Paulo, embaixadas da China, Canadá e Japão em Brasília. Mais o glossário dos tipos de missão para entender a diferença entre embaixada, consulado-geral, consulado honorário e missão permanente.

Idioma, cultura e institutos

Para quem quer trabalhar, estudar ou se integrar no exterior — escolas de idiomas, institutos culturais e museus. De Goethe-Institut e British Council a Alliance Française, Cervantes e Confúcio.

Ferramentas para a preparação prática

Conectividade, segurança e idioma — as ferramentas que você usa antes e durante a viagem. eSIM para dados móveis, VPN contra censura e geo-bloqueios, e plataformas de aulas de idioma para as primeiras semanas no destino.

Pesquise por destino, não por pergunta solta

Tenha a visão completa: visto, dinheiro, cidades, embaixadas estrangeiras no Brasil, órgãos oficiais, cultura e ferramentas de viagem — em uma única linha de leitura em vez de doze abas abertas.